NOTINHAS PÓS-RODADA



Abrindo a trigésima-quinta do BR-11:

* O América-MG (2 x 1 no Botafogo: Kempes, Fábio Júnior e Abreu – 1.502 pagantes na Arena do Jacaré) é o time mais quente do campeonato. Mas está em missão impossível.

* A derrota, terceira seguida, custou o emprego de Caio Júnior. Seu pecado foi fazer o time parecer melhor do que é. Cartolas…

* Vitória do Atlético Paranaense sobre o São Paulo (1 x 0: Guerrón – 16.889 pagantes), na Arena da Baixada. A História informa que era bola cantada.

* O Atlético está empurrando a porta (de saída) do calabouço.

* E quem volta a empurrar a porta (de entrada) da área-vip é o Internacional (1 x 0 no Bahia: Gilberto – 7.262 pagantes no Beira-Rio).

* O Bahia teve mais posse de bola (53%) do que o dono da casa.

* Jogo maluco e histórico no Engenhão. Nove gols, três viradas. Sorte de quem estava lá para ver, e, claro, melhor para o Fluminense (5 x 4 no Grêmio: Rafael Marques, Fred-4, Marquinhos, Rafael Sóbis, Brandão e Adilson – 8.904 pagantes).

* Péssima atuação do árbitro Francisco Carlos do Nascimento, que deu uma clínica de erros para os dois lados.

* Pouco a dizer sobre o 0 x 0 entre Avaí e Cruzeiro (2.842 pagantes na Ressacada). Ruim para um, péssimo para outro.

* O Palmeiras não ganha há dez rodadas, mas não perde (1 x 1 com o Vasco: Dedé e Luan – 8.153 pagantes no Pacaembu) há duas.

* No intervalo, o Vasco (que pareceu cansado no segundo tempo) estava dois pontos à frente do Corinthians. No final, dois pontos atrás.

* Não devem ter sido muitos os torcedores do Corinthians que se animaram quando Ramírez entrou no jogo (1 x 0 no Ceará: dele – 17.532 pagantes) no Presidente Vargas. O que ele fez – um gol de atacante, decisivo – só acontece no futebol.

* As mexidas de Tite e as defesas de Júlio César levaram o Corinthians (dominado no primeiro tempo) a uma vitória crucial.



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