OS LÍDERES E A NORMALIDADE



Rodada crítica do BR-11 para muitos times.

Quase todos ainda têm objetivos, a chamada “zona do limbo” se restringe ao Grêmio.

Este post se concentrará nos jogos dos dois líderes.

No Pacaembu, Palmeiras x Vasco.  O resultado normal é uma vitória vascaína.

O Palmeiras faz a pior campanha do segundo turno,  não ganha um jogo (último: 1 x 0 no Ceará, em 22/9) há nove rodadas. Tem menos time e menos interesse do que o Vasco no resultado.

Certo, o empate sofrido no Olímpico no domingo significa que o Palmeiras ainda corre risco de ser rebaixado.

Mas é um risco matemático, teórico. O Palmeiras não vai cair nem se perder todos os jogos.

O que pode estimular o time logo mais é o profissionalismo, a vontade de encerrar essa sequência de vitórias.

Claro que se o Vasco vencer, comentários sobre a seriedade da atuação palmeirense (e lembranças do jogo contra o Fluminense no ano passado, quando o goleiro Deola foi pressionado por torcedores do Palmeiras a cada defesa) serão feitos.

No Presidente Vargas, Ceará x Corinthians. O resultado normal é uma “não-vitória” do Corinthians.

Faz tempo que o líder do campeonato não ganha dois jogos seguidos (1 x 0 no Inter e 2 x 0 no Botafogo, na semana de 20 e 24/7), e enfrentará um adversário jogando por sua permanência na Série A.

A derrota para o time B do Santos, no domingo, deixou o Ceará ainda mais preocupado.

É exatamente a obrigação do Ceará de vencer o jogo que pode ajudar o Corinthians nesta noite. Haverá ansiedade e espaço a explorar.

Se a trigésima-quinta rodada do BR-11 respeitar a normalidade em São Paulo e em Fortaleza, o Vasco terminará a quarta-feira como líder isolado.

Mas é futebol, e é por isso que a gente assiste.



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