NOTINHAS PÓS-RODADA (e a virada em Torreón)



Abrindo a vigésima-nona do BR-11:

* Pouco a dizer sobre o 0 x 0 entre São Paulo e Internacional  (24.470 pagantes na Arena Barueri). Para o time paulista, quinto jogo sem vitória.

* E o Grêmio já tem mais derrotas (Figueirense 3 x 1: Aloisio, Elias, Edcarlos e Wellington Nem – 16.449 pagantes no Olímpico) do que vitórias. Doze a onze.

* Independentemente da classficiação final do Figueirense no campeonato, o trabalho de Jorginho merece elogios.

* Um dos melhores jogos das últimas rodadas terminou com um péssimo resultado (Avaí 2 x 2 Atlético Goianiense: William-2, Anselmo e Vitor Jnuior – público ND na Ressacada) para os catarinenses.

* Golaço de Vitor Junior.

* O América-MG foi o único mandante que venceu (4 x 1 no Ceará: Fábio Júnior, Rodriguinho, Gilson, Felipe Azevedo e Lé0 – 939 pagantes na Arena do Jacaré) na quarta-feira.

* Mas permanece na última posição.

* No Engenhão, o Flamengo recebeu um Palmeiras tenso e tumultuado. Mas capaz de ganhar um ponto (1 x 1: Thiago Neves e Maikon Leite – 22.573 pagantes) fora de casa.

* Ronaldinho Gaúcho (assim como os outros passageiros do voo fretado que traria os jogadores da Seleção) não chegou a tempo. Dinheiro jogado fora.

* Pouco a dizer sobre o 0 x 0 entre Bahia e Cruzeiro (13.904 pagantes no Pituaçu). Os mineiros ainda não venceram no returno.

* Primeiro tempo cirúrgico do Botafogo, que conseguiu um enorme resultado (2 x 0 no Corinthians: Abreu e Maicosuel – 32.450 pagantes no Pacaembu) como visitante.

* A última vez que o Corinthians correu como correu ontem no segundo tempo, foi para vencer o Flamengo no mesmo Pacaembu. O esforço comprometeu o jogo seguinte (Flu, no engenhão), mas pelo menos rendeu 3 pontos.

* Terceira nota? Vale, pelo absurdo: o assistente Alessandro Alvaro Rocha de Matos cometeu um erro bizarro quando o jogo estava 0 x 0, ao marcar impedimento de um ataque do Botafogo após um toque para trás. Inacreditável.

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O amistoso da Seleção Brasileira em Torreón (2 x 1 no México) apresentou uma característica do time de Mano Menezes que ainda não conhecíamos.

No segundo tempo, o Brasil lutou, correu, reclamou, brigou e venceu como se o jogo valesse algo. Os jogadores mostraram que se importavam com o resultado.

As defesas de Jefferson (no pênalti e numa cabeçada de Chicharito) possibilitaram a virada, com dois belos gols de Ronaldinho (primeiro desde 2007) e Marcelo (segundo na Seleção principal).

Escrevo mais sobre a postura do time no Lance! de hoje.

O texto estará aqui amanhã.



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