À MESA COM NEYMAR



Neymar participou de um encontro com jornalistas, ontem à noite.

Aconteceu num restaurante de São Paulo, horas depois da entrevista coletiva que ele concedeu no CT do Santos.

Ao chegar, Neymar ainda comentava o fato de ter ouvido 18 perguntas que basicamente eram uma só: sobre sua possível/provável/inevitável ida para o futebol espanhol.

O estafe do atacante do Santos esperava quatro, cinco no máximo, perguntas repetidas sobre o tema. O fato de as questões se repetirem, em formatos variados, mesmo depois de negativas claras, provocou surpresa.

Uma simples coincidência de eventos explica tudo. Neymar falou no dia seguinte à veiculação de reportagens, no Brasil e na Espanha, sobre sua ida para o Real Madrid.

Até enviados de jornais espanhóis estavam presentes.

No jantar, demorou a ficar confortável diante de pessoas que não/mal conhece, o que é absolutamente normal.

De lugares diferentes da mesa, menções ao assunto transferência eram feitas de quando em quando, sempre respondidas por um dos representantes de Neymar da mesma forma:

“Uma coisa eu te garanto: ele só sai do Santos quando ele e o pai acharem que está na hora. Ninguém pode fazer nada em relação a isso”.

Foi a primeira vez que estive com Neymar num ambiente mais tranquilo, de conversa.

Essa movimentação toda tem pouquíssimo impacto na cabeça dele.

Sabe que seu futuro está programado e garantido, seja onde for.

E mais: se sua carreira futebolística ficar restrita ao contrato que tem com o Santos, ele não terá absolutamente nenhuma preocupação financeira.

Neymar não disse uma palavra sobre Real Madrid ou Barcelona, a não ser quando perguntei se ele estava falando sério quando declarou, na coletiva em Santos, que não se via em condições de ser titular em nenhum dos gigantes espanhóis.

“Falei sério. Você olha os times e só vê craque…”



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