DAMIÃO SELEÇÃO



A melhor notícia do amistoso ontem foi Leandro Damião.

O centroavante do Inter jogou como se estivesse na Seleção Brasileira faz tempo. Foi só o terceiro jogo dele.

E fez o que o torcedor colorado já se acostumou a ver.

Duas coisas impressionam em Damião: contundência e confiança.

Tem obsessão pelo gol, como se não acreditasse que é possível jogar bem e não visitar a rede.

Não tem dúvida a respeito da própria capacidade. Sabe que é bom.

O resultado tem sido a grande quantidade de gols marcados por seu clube, e, tomara, o início de uma carreira igualmente prolífica na Seleção.

Leandro Damião é um centroavante puro, camisa 9 autêntico. Jogador de área, a chamada “referência”.

É muito bom cabeceador, se coloca com inteligência e chuta bem de curta distância. Um 9 não precisa de mais nada para ter sucesso.

Há quem diga que lhe falta refinamento técnico, mas outro dia Damião marcou um gol de bicicleta.

Compreendo que ele não tenha o talento de, por exemplo, Alexandre Pato. Mas não acho que seja um problema.

Pato, aliás, é um bom tema para essa conversa.

Também impressionou em suas primeiras convocações, fez um golaço contra a Suécia logo na estreia pela Seleção. De lá para ca, está em dívida justamente pelo potencial conhecido, mas não exibido.

Que o mesmo não aconteça com a mais recente revelação do Internacional.

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Mais observações sobre a vitória sobre Gana:

– Opare foi bem expulso. Pediu para ver o vermelho.

– Pena a lesão de Ganso. Por ele e pelo que o time poderia ser, com ele.

– Ronaldinho e Neymar estavam a fim de jogo e até mostraram um esboço de entendimento.

– Boa entrada de Hulk, no segundo tempo. Apesar de jogar numa posição diferente no Porto.

– Marcelo deu razão quem o pedia.



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