NOTONA PÓS-ESTREIA RUIM



Qualquer Seleção Brasileira que empate em 0 x 0 com a Venezuela merece ser vaiada e criticada.

Mesmo que os últimos 4 jogos tenham terminado com uma vitória para cada lado e dois empates , indicando um equilíbrio que não existe.

Na Venezuela se joga beisebol.

Ontem, em La Plata, o Brasil começou empolgado, fez algumas boas jogadas e perdeu (Pato e Robinho) dois gols. Depois, foi ladeira abaixo.

Faltou o entrosamento que um time, com uma semana de treino, só teria por acaso.

Faltaram os recursos dos quais só times treinados conseguem lançar mão quando a primeira ideia de jogo não funciona.

Faltaram boas atuações individuais de jogadores talentosos, que poderiam ter transformado o empate em vitória, sem que isso tivesse algo a ver com jogar bem. Já aconteceu milhares de vezes.

Em resumo, só não faltou tudo porque o Brasil não perdeu.

E agora é claro que Neymar e Ganso serão os mais cobrados. Já tem gente dizendo que “eles não são tudo isso que falam”, como se “tudo isso que falam” fosse culpa deles.

(PARA A ATA, repito minha opinião: Neymar e Ganso são jogadores raros, muito acima da média, sérios candidatos a craques.)

E dependendo do andamento das coisas, daqui a pouco vai ter gente aplicando a eles um tratamento parecido ao que muitos aplicam a Messi. Como se o argentino não fosse um jogador genial apenas porque não joga na seleção como joga no Barcelona.

Não custa lembrar, apesar de ter pouca utilidade, que essa é a primeira competição da dupla santista na Seleção Brasileira. Ontem foi o segundo jogo de Ganso.

É engraçado o que se passa com uma parte da opinião pública. Aqueles que são elogiados ou bem tratados “pela imprensa” ganham, gratuitamente, a antipatia de quem pensa diferente.

E aí Mano Menezes já é pior do que Dunga (alguém pode me explicar sob qual aspecto empatar com a Venezuela é pior do que perder para o México?), Ganso e Neymar são apenas produtos de marketing.

Não, não devia-se esperar um empate com a seleção vinho tinto. É obrigação do Brasil vencer em qualquer circunstância.

Mas também não devia-se esperar uma bela atuação de um time que ainda não é um time.

A pergunta é: ele será um time?

Porque agora estamos a cinco minutos de uma “crise” e é necessário ganhar do Paraguai de qualquer jeito.

Esse jeito pode ser esquecer do que se imaginava em termos de sistema e estilo, colocar um volante e jogar como se joga por aí.

Assim, ganha-se do Paraguai, do Uruguai (nos pênaltis, que seja) e, se bobear, até da Argentina. Ganha-se a Copa América.

Não sou contra mexidas, desde que sejam feitas por convicção e sustentadas por treinamentos e jogos.

Mas um 0 x 0 com a Venezuela, por mais triste que seja, não deveria ter tanta importância.



  • Guga

    Comentei na coluna anterior, mas como você foi rápido na atualização, segue novamente:

    Eu, particularmente, gosto de times que jogam com dois meias ofensivos: um “carregador” de bolas e outro pensador. Acho que assim divide-se a responsabilidade de criação e desafoga-se o meio de campo congestionado pelo adversário.

    O ideal seria Ganso e Kaká jogando com Neymar e Pato. Mas o Kaká não está jogando e o Lucas ainda é muito afobado e inexperiente. Podem achar loucura, mas pela partida que fez o Jadson no último amistoso, eu o escalaria no lugar do Robinho.

    Porque jogar com 3 atacantes fazendo o Robinho voltar para criar jogada não serve de nada. Não por culpa do Robinho, mas do esquema. Essa não é a característica dele.

    Lembrem-se de que os jogadores não vão se adpatar ao esquema. É sempre o contrário.

  • Hey André!

    Confesso que estava ansioso por seu post. Por dois motivos: o primeiro é sempre o belo texto que escreve.

    O segundo… bem, tenho que confessar de novo, não tenho atualizado meu blog e queria um espaço para comentar algumas ideias que tive pela manhã ao ler alguns dos blogs que tenho nos meus “Favoritos” (entre eles: o seu, o de seu pai, o do Birner e o do PVC – não necessariamente nesta ordem).

    Não vi o jogo todo, mas concordo com os que dizem que “faltou ligação entre meio e ataque”, apesar de o Brasil ter todos aqueles jogadores que já sabemos quais são.

    Minha sugestão é trocar Robinho por Elano, em um claro caso de “dar um passo para trás para dar três para a frente”, e passar a atuar em algo tipo 4-3-1-2. Onde o “3” não seriam três “volantes”, mas 3 “meio-campistas” (no PES fica mais fácil distinguir a função de um DMF com a de um CMF), para dar o suporte necessário para o Ganso organizar melhor o jogo e chegar um pouco mais no ataque (da direita para a esquerda: Elano, Lucas Leiva e Ramires).

    Um 4-3-3 ou um 4-2-3-1 funcionariam melhor se a seleção fosse um time que treinasse a mais tempo (como o Barça – e a comparação ao time catalão é só porque TODOS cobram da seleção um futebol igual).

    E minha opinião sobre Robinho é (a mesma que li em algum lugar, já não lembro onde): ele “envelheceu” muito rápido, como Kaká e Ronaldinho Gaúcho.

    Concorda?

    Abraço!

  • Leonardo atleticano

    André, pouca gente defende o Dunga, o que vejo muita gente questionar, e me incluo nessa turma. Grandes resultados do Dunga eram questionados e colocavam-se mil porens. Péssimas partidas na era Mano, são colocadas de forma muito amena e com muitas desculpas.
    Sou totalmente a favor de tratar bem quem trata bem, e ser frio com que é mal educado, mas a disposição com o treinador tem afetado demais a quem faz a análize da seleção.

  • Hey Guga!

    Sua opinião é muito boa, gostaria até de vê-la em teste, mas “teoricamente” acho que não daria certo. Ramires e Lucas não são grandes marcadores, por isso faz-se necessário a presença do Elano (ou do Hernanes, se preferir), que sai bem para o jogo, ajudando a armar, mas marca melhor que Kaká. Vide o SPFC, que tem Casemiro, Jean e Carlinhos Paraíba, e não consegue marcar direito (precisamos sempre do Wellington ou do Rodrigo Souto atuando). Ainda mais quando temos dois laterais ofensivos e binomiais, como Daniel Alves e André Santos.

    Abraço!

  • GOMES

    André,

    O que você escreveu de melhor foi “sérios candidatos a craques”. Como sempre, temos uma pressa incrível em qualificar jogadores como “craques”. Paulo Cesar Lima disse, certa vez, que só podemos chamar alguém de “craque” depois de muitas, muitas exibições de alto nível em campeonatos relevantes. Vamos aguardar mais um pouco e diminuir as cobranças. Se tudo der certo, vamos ter grandes jogadores com quem contar.

  • Willian Ifanger

    Vivemos na era do imediatismo. Das coisas pra ontem. Da falta de paciência para um planejamento vingar.

    Por isso que o país, num geral, não desenvolve…..enquanto as pessoas não enxergarem que muitas coisas só tomam forma com o tempo, sempre viveremos nesse ceticismo. E precisa de um começo e que se cumpra o caminho estabelecido…que se acredite nesse caminho.

    Logico que numa Seleção, hoje, as coisas precisam andar mais rapidamente pela falta de jogos. Deve se achar um catalisador.

    Eu sou daqueles que preferem ver o time do coração tomar de 5 do rival a perder 2 horas vendo o jogo da Seleção. Mas é o que tinha pra ver domingo. Sei lá em que momento da vida a Seleção perdeu seu encanto comigo, mas eu juro que tento reencontrar.

    A única coisa que realmente me preocupa na Seleção é que jogadores como o Neymar, que são capazes de decidir um jogo sozinho, de repente precisam jogar NO esquema. Se o cara quiser, ele leva meio time na finta….da a bola pra ele e deixa ver o que acontece. Mas não….parece que não pode ter mais na Seleção “O CARA”….o sujeito que vai decidir o jogo e brilhar mais que todo mundo. Parece que agora todos tem que ter o mesmo destaque.

    E seu texto foi excelente.

  • André, não achei que a seleção foi mal. Levando-se em conta que era estreia, achei que o Brasil estava somente um pouco nervoso e faltou um pouco de sorte.

    A Venezuela não levou absolutamente nehum perigo ao gol de Julio César. Acho que se a bola do Pato tivesse entrado, teríamos uma galeada. Sorte da Venezuela…

  • Anna

    A análise foi perfeita. Só achei que Pato jogou muito bem e não deveria ser substituído. Elano e Lucas Leiva deram mais movimentação, mas mesmo assim, quase que o Brasil perde pra Venezuela no final. Veremos o que rola no sábado.

  • Vander

    André, em dado momento no seu text, você diz que jogadores como Neymar, que recebem bom tratamento pela imprensa também ganham, gratuimtamente, a antipatia de quem pensa diferente.

    Parece que a imprensa brasileira tem sido acompanhada de perto na Escócia, Venezuela, Uruguai, México e etc… mais uma vez ontem, Neymar se meteu em confusão, dessa vez com o técnico da Venezuela. Ao menos sabemos que nossa imprensa tem preferencia no mundo todo.

    abs

  • Achei o time muito amontoado do meio pra frente, ontem. Sempre tinham 4 ou 5 brasileiros em cada jogada – o que implica em 5 ou 6 venezuelanos no lance, ou seja, 9 a 11 jogadores em cada bola. Daí, não há toque de bola que aguente – o Barça, que é o maior trocador de bolas atual, abre o jogo pra poder fazer a bola correr.
    Nós juntamos todo mundo na mesma faixa do campo – daí era um tal do Daniel Alves dar passe de 2 metros pro Lucas, que dá outro de 1 metro pro Ramires, outro de 2 metros para o André Santos, outro de 1 para o Neymar… parecia ataque de handebol.

    Acho que cabem muitos dos erros do time ontem na falta de entrosamento, mas tem um erro crucial que, na minha opinião, é todo na conta do Mano. É público e notório que o Ganso é um cara diferente, não há substituição no Brasil para a função que ele faz. Mas o Ganso jogou UM jogo pela seleção. A chance dele não ir bem no seu 2º jogo era real. E o Mano, ao invés de criar uma alternativa à essa possibilidade, ficou 7 amistosos tentando achar um Ganso genérico.

    Acho o Ganso (assim como o Neymar) excelente, futuro craque com certeza (sou menos cauteloso que vocês…rs), mas havia futebol antes dele. Acho inadimissível o Mano não ter uma alternativa, nem que seja armar um esquema pro Neymar pegar uma bola no mano a mano. Com o Ganso mal (e ontem ele nem foi tão mal, apenas não foi bem), vivemos de lançamentos do Lucio pro Pato (excelentes, por sinal) e tentativas de jogada individual.

  • Ricardo

    André, boa tarde

    Mudando de Pato a Ganso….

    Como você não postou e acho um assunto importante, deixo uma pergunta:

    O doping por furosemida do grande Campeão César Cielo não foi tratado com muita condescendência pela CBDA ?

    Mesmo a “grande” mídia, será que não está “poupando” um dos últimos “Heróis” Nacionais ?

    PS. Giba e Maureen Maggi estão aí…e não perderam o brilho

    Que Cielo é brilhante, um fora de série, ninguém discute, mas receber uma advertência enquanto em casos similares outros atletas levaram 6 meses de gancho não te parece estranho ?

    gostaria de ouvir sua opinião

    Abraço

    AK: Sim, o que parece é que o nome do Cielo pesou na decisão da CBDA. Vamos ver o que a FINA decide. Um abraço.

  • Aline

    Oi André,
    Eu sei que em tempos de Copa América seu foco fica no futebol, mas você não vai comentar a vitória do Djokovic em Wimbledon?
    Abs.
    Aline

  • Marcel Souza

    André, entendo seu texto, mas será mesmo que 0 a 0 com a Venezuela deveria ter tão pouca importância assim? Acho que eu já estou ficando velho, mas sou do tempo que a Venezuela era o principal saco de pancadas do Brasil. O time empatar em 0 a 0 (e podia até ter perdido) e não se importar com isso, me parece ruim demais… Pior que isso eu acho que é o fato que EU não me importo mais. Como conseguiram fazer isso com a seleção brasileira?! 1 abraço,

  • Nilton

    Com relação a tua pergunta “alguém pode me explicar sob qual aspecto empatar com a Venezuela é pior do que perder para o México?”
    A resposta é simples, como uma vez a imprensa mexicana publicou apos uma derrota para o Brasil a manchete “jogamos como nunca e perdemos como sempre” isto demonstra que eles jogam serios contra a gente.
    Lembremos da ultima copa do mundo quando o mesmo foi eliminado em conseguencia de um impedimento de pelo menos 2 metros.
    Vale lembrar tambem que a principal promessa deles é um atacante que disputou a final da Liga dos campeões como titular, e tem alguns jogadores jogando pelo mundo a fora.
    Foi sede de 2 Copa do Mundo.
    Desde que Pelé pisou em terra mexicana nos anos 70, o futebol é o principal esporte nacional.
    O Futebol mexicano não é potencia mais merece um pouco de respeito principalmente pelo amor que os mesmo tem pela camisa canarinho.
    Agora me fala qual foi o momento épico da Venezuela (tirando os 2×0 no Brasil)???

    AK: Desculpe, mas não me convence. A manchete que você citou é a melhor explicação. Um abraço.

  • Francisco

    Caro André, confesso que não consigo acompanhar seu raciocínio. Na última postagem, você afirmou que Copa América não é um teste, é competição oficial. Aqui, você diz que não precisamos nos preocupar tanto com um empate de 0 a 0 com a Venezuela pois a seleção é um time que ainda não é time. Mas é bom lembrar que a seleção está sob comando do Mano há quase um ano (desde 23  de julho de 2010!) e não produziu resultados consistentes em amistosos (2×0 EUA, 3×0 Irã, 2×0 Ucrânia, 0x1 Argentina, 0x1 França, 2×0 Escócia). Eu sou da opinião de que Mano Menezes não tem e nunca teve fibra para ser técnico da seleção, e receio que a seleção naufragará em breve nessa Copa América em função disso.

    AK: Não escrevi que “não precisamos nos preocupar”. Escrevi que um 0x0 com a Venezuela não deveria ser tão importante, a ponto de provocar mudança de rumo em relação a sistema e escalação. Pessoalmente, não faço questão de ver “resultados consistentes” em amistosos. E não creio que alguém precise ter fibra para ser técnico da Seleção. O que quero é ver o time jogando bem. Um abraço.

  • André, com relação ao Cielo, não creio que o nome tenha pesado tanto na decisão da CBDA. A Dynara de Paula foi pega com a mesma substância e levou a mesma punição. Depois, a FINA deu uma punição de seis meses a ela. 

    Acho que o mesmo acontecerá com os nadadores brasileiros, inclusive Cielo. E o melhor é que ele seja julgado rapidamente para não ser prejudicado em ano de Olimpíada. Perder um mundial não é tão sério assim.

    abraços.

    AK: Enganos seus. Daynara de Paula não foi advertida pela CBDA. Ela testou positivo para furosemida numa competição internacional (Camp. Sulamericano) e foi julgada pela FINA, punida com 6 meses. Nunca houve um caso em que a decisão da CBDA foi modificada pela FINA. E o Mundial de Xangai é importantíssimo. Como disse a diretora de doping da CBDA, a proximidade da competição teve impacto na decisão pela advertência. Um abraço.

  • Juliano

    Cielo teve o disparate de dizer que foi o suplemento que ele toma, sugestionando uma contaminação na manipulação. Contaminações podem ocorrer em todo e qualquer laboratório de qualquer finalidade em qualquer procedimento, e é mais comum do que se gostaria que fosse. O absurdo está em sugerir uma contaminação tamanha a ponto de ser detectada no seu anti-doping. E que foram pegos outros atletas na mesma competição – teriam eles tomado do mesmo copo, do mesmo lote? Fatores como o “tamanho” da contaminação, da substancia contaminante ser justamente uma substancia proibida, o número de atletas, e a forma como isso está sendo colocado, me parece um roteiro de ficção invejável!

    Se vejo atletas amadores se dopando, imagine os de alto rendimento! Usam das mais criativas e tecnológicas formas de eliminar a substancia proibida – até mesmo utilizando-se de outras, como foi o caso, porém igualmente proibidas e justamente por isso. E o índice de doping é mais alto, ou, ao menos a sua detecção é mais alta em esportes individuais do que coletivos.

    Cielo perdeu um fã. Mais pela cara-de-pau!

  • Thiago Mariz

    Como você, não acredito que um 0x0 com a Venezuela mereça tanta importância. Mas uma derrota contra o México é muito mais “aceitável” do que um empate com a Venezuela. O México chegou às oitavas de final de duas Copas seguidas. Numa delas, inclusive, foi eliminado apenas na prorrogação pela Argentina. Foi para esse México que o Brasil perdeu. A Venezuela nunca nem chegou à Copa.

  • Leandro Azevedo

    O jogo foi muito bom e a selecao deu show, nao sei que tanto de problemas voces viram no jogo de Domingo… a Marta mais uma vez mostrou pq eh diferenciada e 5 vezes a melhor do mundo…

    Perai, voces estao falando da OUTRA selecao? Ai fica complicado…

    Abraco

  • Leonardo Pires

    Dunga ganhou títulos como técnico da Seleção. Mano Menezes ainda nada fez. É certo que ainda não teve a oportunidade, mas é por isso que estamos observando-o com visão crítica, já que é o momento que lhe é dado para apresentar resultado… Não o apresentando, já terá iniciado seu trabalho fazendo menos do que Dunga fez.

    AK: Entendi. A visão crítica vem antes do resultado apresentado. Bastante lógico… Um abraço.

  • Ficando no futebol, mas voltando a falar de clubes… é impressionante a capacidade do SPFC em depender da dupla de volantes pra jogar bem… desde Josué e Mineiro – 2005!

    Abraço!

  • Luiz Felipe

    O MM consegue dar uma entrevista com um “portunhol” pior do que o do luxa!!! Muito pior que o inglês do tio janjão!! Fala sério!!!

    E o dunga “brigava” com “a imprensa”. Agora é com o treinador adversário…

    Isso sem falar no futebol. Ou alguém acredita que o ganso vai resolver tendo que jogar sozinho num latifúndio entre três atacantes e dois volantes?

  • Bom, antes de criticar o trabalho do técnico da nossa seleção, eu admito que não gosto e nunca gostei dele. Tanto pela sua forma de trabalho (submissa aos cartolas corruptos do nosso país), quanto às recorrentes dúvidas sobre seus esquemas e participações em transações e valorização de jogadores. O próprio Tostão já mencionou isso em uma de suas colunas.

    Fora isso, acho que, apesar de muito cedo para criar um ambiente de crise na seleção, é legítimo o questionamento do trabalho de um técnico que já tem quase um ano de cadeira. Pelo menos, deveríamos enxergar no comportamento dos atletas em campo qual é a sua filosofia.

    Não é o que vem acontecendo.

    Abs!

  • evandro

    Nao entendo pq dizem q Dunga nao foi bem na seleção? O Dunga é execrado por parte da midia pq nao tinha fino trato com ela, só isso. No mais fez sim um grande trabalho na seleção depois daquela festa de 2006. O problema é que a safra de jogadores era e é muito ruim. Outro ponto: querer comparar Neymar com Messi nao dá né. Vamos ser realistas, o argentino esta alguns anos na frente do brasileiro. Abraço.

    AK: Quem comparou Neymar com Messi? Um abraço.

  • Alexandre

    É uma lástima que Ganso (21 anos) e Neymar (19) tenham sido alçados à condição de principais jogadores da Seleção Brasileira de forma tão precoce.
    Os craques precisam de tempo para alcançar o seu ápice na Seleção, e os 3 anos que faltam para 2014 têm tudo para ser insuficientes.
    Vejam os últimos brasileiros campeões e protagonistas de Copas: Romário fracassou em 1990 com 24 anos e foi campeão aos 28, em 1994. Ronaldo e Rivaldo caíram em 1998, com 22 e 26 anos, respectivamente, e foram campeões com 26 e 30 anos.
    Na Argentina, o Messi tem só 24 anos e já o tratam como um fracassado irrecuperável na seleção, esquecendo que o Maradona só foi ser campeão do mundo aos 26 anos.

  • Olá Alexandre!

    Só pra lembrar que nem um tal de Edson era titular da seleção de 58, aos 17 anos. Ele entrou no decorrer do campeonato, por indicação dos veteranos e líderes do time e… bom, todo mundo sabe o que aconteceu, né?

    Abraço!

  • Leonardo

    “Alguém pode me explicar sob qual aspecto empatar com a Venezuela é pior do que perder para o México?”

    México: 14 participações em Copa do Mundo, duas vezes sexto lugar
    6 títulos da copa ouro
    1 título da Copa das Confederações
    Campeã Mundial sub 17 em 2005

    Venezuela: alguma outra seleção sul-americana não participou de Copa do Mundo?

    AK: Você está tentando dizer que, em algumas situações, não ganhar nenhum ponto é melhor do que ganhar um? E que, em tais situações, o critério é a participação do adversário em Copas? Interessante…

  • Marcos Nowosad

    Nao entendi ainda todo esse volume de criticas contra o Paulo Henrique Ganso.

    O jogo contra a Venezuela foi segunda partida depois da contusao muscular séria que ele teve na final do Paulista.

    E, se não me engano, nos ultimos 10 meses o Ganso jogou apenas umas 10 partidas, devido as contusoes sérias que teve.

    Porque a maioria dos jornalistas e torcedores não estão levando em conta a possibilidade de falta de ritmo do jogador?

    Acho que temos que ter um pouco mais de paciencia com ele, antes de “queima-lo” como “fracassado na selecão”…

  • Marcos Nowosad

    Andre’, normalmente concordo em 100% com suas opinioes.

    E tenho opiniao negativa em relacao ao trabalho do Dunga, nao vendo as “epicas” vitorias na Copa America de 2007 e Copa das Confederacoes de 2009 como saldo positivo, diante das derrotas nas Olimpiadas de 2008 e Copa de 2010 (as 2 competicoes que realmente importavam para avaliar o trabalho do Dunga).

    Mas contestar que a opiniao geral de que empatar com a Venezuela foi pior do que perder para o México e’, desculpe, meio forcacão de barra…

    A questao nao e’ o numero de pontos ganhos no confronto (e’ uma obviedade matematica que ganhar 1 ponto e’ melhor do que nao ganhar nenhum ponto!).

    A questao principal e’ a conotacao emocional e psicologica do resultado. 

    O Flamengo perder de 2×0 para o Corinthians ou Sao Paulo normalmente nao causa nenhum trauma ou crise de confianca na torcida. 

    Mas o Flamengo jogar em campo neutro e empatar de 0x0 com ASA de Arapiraca ou Cori-Sabbá do Piaui e’ logico que tem um impacto emocional muito negativo, com possibilidade de criar crise de confianca no time e na torcida. 

    Nao tem como comparar o impacto desses 2 tipos de resultados.

    Por isso entendo perfeitamente a decepcao da torcida e imprensa brasileira nesse caso e nao vejo como exagero.

    AK: Eu vejo como um tremendo exagero. E discordo da sua comparação. Estrear numa competição oficial com um empate é, em 100% das vezes, um resultado melhor do que estrear com derrota. Mais ainda se o adversário que nos venceu é, sob qualquer ótica, de qualidade inferior. Um abraço.

  • Leonardo

    “Mas contestar que a opiniao geral de que empatar com a Venezuela foi pior do que perder para o México e’, desculpe, meio forcacão de barra…” Obrigado Marcos

    “… Mas uma derrota contra o México é muito mais “aceitável” do que um empate com a Venezuela. O México chegou às oitavas de final de duas Copas seguidas. Numa delas, inclusive, foi eliminado apenas na prorrogação pela Argentina. Foi para esse México que o Brasil perdeu. A Venezuela nunca nem chegou à Copa…” Thiago

    Não AK, participação em Copas do Mundo não tem a mínima importância. Putz, só faltava essa

    AK: “participação em Copas do Mundo não tem a mínima importância”. Isso é você que está dizendo. O que EU estou dizendo é que participação em Copa do Mundo não deveria transformar uma derrota num resultado melhor do que um empate.

  • flávio

    A origem do problema da seleção é MUITO SIMPLES: tá todo mundo pedindo, inclusive o técnico, que a molecada jogue “sem firulas” – resulta que eles ficam se policiando para não fazer firulas, e não fazem nada!!!! Se deixarem eles jogarem com naturalidade, posto que eles fazem “firulas” naturalmente, mas obviamente não é a única coisa que sabem fazer, renderão muito mais!!!!

  • Leonardo Pires

    André, é a mesma lógica inversa de que parte da imprensa se utilizava para cobrir a Seleção na época do Dunga. É dizer, a mesma visão crítica prévia (ou má vontade) que se usava para analisar a Seleção do Dunga. Má vontade que, aliás, nos tempos de Mano Menezes, transmudou-se, por motivos que desconheço, numa boa vontade antecipada nunca antes vista neste país.

    AK: Não, não é. Nos anos Dunga, sistema, escalações e convocações foram analisados e criticados/elogiados por quem achava que deveria fazê-lo. E os resultados foram reconhecidos. O que se faz agora é dizer que “Mano é pior do que Dunga”, sem que o atual técnico tenha disputado uma competição pela Seleção. Um abraço.

  • Lucas

    Lá vou eu te encher o saco de novo sobre NFL até porque comentar sobre futebol ultimamente tem me irritado. Eu ouvi um boato de que Brett FAvre estava pensando em retornar para a próxima temporada. Você ouviu alguma coisa a respeito? Será que isso procede? Vou te falar que se isso acontecer eu perco ainda mais o respeito por esse sujeito que já não acho grandes coisas desde que saiu do Green Bay falando que nunca jogaria por outra franquia. Sei que muitos esportistas não tem palavra mas esse pra mim, se isso realmente acontecer, vai bater todos os recordes. Um grande abraço

  • Leonardo atleticano

    André, um ano de trabalho não servem de referência pois não se disputou uma competição oficial, ok. Mas a guarita que a imprenssa tem dado ao Mano é algo nítido demais para ser confrontado, não duvidem de nossa inteligência. Lemos, escutamos e vemos as coisas e temos nosso julgamento, e vejo que quase 100% dos seus leitores notam a absurda diferença na forma de tratamento.
    Você sempre foi um jornalista respeitoso, mas a grande maioria da mídia desdenhava até goleada sobre a Argentina, só havia crítica, sinismo e raiva. Faltou esse apoio incondicional com a seleção na copa.
    Ser racional nas críticas, ter cuidado com as palavras, esperar uma competição oficial para aí sim poder avaliar, respeitar, ouvir, dar apoio e ser justo. Tudo isso que vocês tem feito é correto demais, mas não assumir que a postura é totalmente contrária ao que vinha sendo adotado é brincadeira.

    AK: Cara, eu não sei que tipo de jornalismo esportivo você costuma consumir. Eu cobri os anos Dunga desde a Copa América de 2007, e tenho responsabilidade pelo que escrevi/disse durante o período. Também tenho responsabilidade na hora de escolher o que leio/ouço, quais colegas acompanho. Nesse aspecto, apesar de todos os problemas de relacionamento que surgiram, Dunga não foi julgado antes de sua primeira competição. Sobre a Copa: não é o papel de jornalistas (aqueles que fazem seu trabalho corretamente) “apoiar” a Seleção Brasileira. Um abraço.

  • Alexandre

    Alejjandro,
    Por isso que o tal de Edson é o que é: o maior de todos.
    Mas cabe lembrar que em 58 ele estava longe de ser a maior estrela do time, que tinha craques experientes como o Didi. Ele se tornou um dos grandes nomes do time durante o campeonato.
    O problema é que querem que jogadores de 20 anos carreguem o time do Brasil porque aqueles que deveriam ser as estrelas do Brasil no momento, Ronaldinho Gaúcho e Kaká, parecem ter encerrado suas carreiras precocemente, seguindo a tradição tristemente iniciada pelo Ronaldo: brilho intenso durante um tempo curto, seguido por vários anos jogando só com o nome, ou nem isso.

  • Leonardo Pires

    Bem, André, eu não escrevi que “Mano é pior do que Dunga”. Entretanto, se essa afirmativa não pode ser feita porque Mano ainda não disputou nenhuma competição, também não se pode dizer que “Mano é melhor do que Dunga” pela mesma razão. E, a meu ver, parte da imprensa vem tratando Mano como um técnico melhor do que Dunga, tendo boa vontade explícita com os tropeços da Seleção.

    AK: Discordo absolutamente. Não se pode dizer “Mano é melhor do que Dunga NA SELEÇÃO BRASILEIRA”, porque não há condições de comparar os trabalhos. Na comparação entre currículos, se eu fosse escolher um dos dois para ser técnico do meu time, não pensaria cinco segundos para escolher MM. Mas não é isso que estamos discutindo aqui. Um abraço.

  • Leonardo Pires

    André, é claro que estamos nos restringindo ao trabalho dos técnicos na Seleção Brasileira! A questão, desde o início, é essa. Não pensei precisar ser tão detalhista… O que eu estou dizendo é que há uma explícita boa vontade de parte da imprensa com o Mano, assim como havia uma notória má vontade com o trabalho do Dunga de parte da mesma imprensa. E reafirmo, se, seguindo o seu raciocínio, não se pode asseverar que, NA SELEÇÃO BRASILEIRA, Dunga foi melhor que Mano, nada há, até o momento, que justifique a lógica contrária, ou seja, Mano, NA SELEÇÃO BRASILEIRA, é melhor que Dunga. Daí porque fica ainda mais nítida a diversidade de tratamento conferida por parte da imprensa aos técnicos mencionados. E ressalto, não estou aqui em busca de razões que justifiquem tal circunstância – certamente elas existem – mas tão-somente fazendo uma constatação que é, para mim, extremamente cristalina.

    AK: Insisto no mesmo ponto de sempre: não é correto avaliar o trabalho de um técnico que não disputou nenhuma competição. Um abraço.

  • Nilton

    Se não estou enganado o Campeonato Mexicano é o terceiro campeonato da america, e em termo de recursos financeiro talvez seja o primeiro ou segundo.

    André acredito que vc vai ter que fazer um post para explicar o teu ponto de vista sobre “Alguém pode me explicar sob qual aspecto empatar com a Venezuela é pior do que perder para o México?” pois aparentemente tem muita gente que não conseguiu entender, e você é sempre bem claro nas suas colocações.

    AK: Não posso crer que seja necessário fazer um post para explicar que o México de 2007 não é exatamente a Holanda de 74, e, principalmente, que ganhar um ponto é melhor do que não ganhar nenhum. Um abraço.

  • Leonardo atleticano

    André, como eu disse, você é um jornalista respeitoso, está no meu texto. Mas não negue que grande parte do jornalismo torceu absurdamente contra, criou fantasmas e perseguiu com e sem razão. Admiro seu trabalho e concordo com 95% de suas opiniões, mas negar a diferença de tratamento é sem lógica.
     Vejo motivos para tal, a diferença de relação é absurda, não tem porque o tratamento ser o mesmo, só não da para escutar é que o jornalismo é imparcial ao extremo e ele não se deixa levar por simpatias, todos somos assim. 
    Um abraço, mas creio que você tem exagerado com aqueles que discordam de você, mesmo sendo respeitosos.

    AK: Exagerado? Desculpe, não concordo. Respondi os comentários da mesma forma, mantendo minha opinião sobre o assunto. Um abraço.

  • Leonardo

    Que títulos importantes tem o Mano Menezes como técnico?
    Curiosidade mesmo.

    AK: Google.

  • Gustavo

    Concordo com você, André. Os resultados pouco importam, o que importa é aproveitar os períodos da copa américa e dos amistosos para fazer a seleção evoluir como time de futebol. O único resultado que importa é 2014. Acho que Mano acertou na escalação, que é ofensiva pelo menos no papel, e esse time tem tudo pra dar certo. Mas é preciso muito treino realmente. Na parte defensiva, acho que a seleção está bem forte, especialmente depois que Julio César e Lucio voltaram. Lucio e Tiago Silva fazem uma dupla de zaga perfeita em todos os aspectos.

    Agora, você não esperava um pouco mais de organização tática da seleção depois de quase 1 ano de trabalho do Mano? Será que ele ficou esse tempo todo esperando por Ganso? Perdi as contas das vezes em que Daniel Alves ficou armando jogadas no meio, o que não é a dele.

    abraços

    AK: Esperava, sim. Mesmo que não haja um jogador como PHG (que só jogou contra os EUA, em agosto de 2010, e domingo passado contra a Venezuela), eu imaginava que veríamos um time um pouco mais entrosado. Acho até que houve alguns sinais no 1o tempo. Mas o 2o foi muito ruim. Um abraço.

  • Leonardo

    Fui ao Google

    Títulos importantes do Mano Menezes
    -1 Copa do Brasil
    -2 estaduais gaúchos e 1 paulista

    Alguém aí acha que isso é um bom currículo para técnico de seleção brasileira?

    A Venezuela de 2011 é alguma Holanda de 74?

    AK: Volte ao Google. O Brasil perdeu para a Holanda de 74. E agora o tema é o currículo do Mano Menezes? Que mudança repentina de assunto…

  • Leonardo

    O tema é seleção brasileira?
    Quem é o técnico da seleção brasileira?

    AK: Busque ajuda. Um abraço.

  • Vander

    O futebol brasileiro já foi melhor.

    Discutir se é pior empatar com a Venezuela ou perder para o México… que ponto chegamos, entendo que ambos os resultados são péssimos, são confrontos que não cabem equilíbrio algum.

    É claro que empatar é melhor que perder, mas acredito que o ponto é que nem Venezuela e nem México devreriam ter condições de somar sequer um ponto contra o Brasil, quanto mais 3…

    É só comparar a escalação dos times, analisar jogador a jogador… custa acreditar que o Brasil jogou como um time em ambas as partidas.

    Não sei não, mas parece que com a saída dos Ronaldos, a ausência do Kaká, os jogadores da seleção estão preocupados em assumir a vaga de “estrela principal” que parece estar vaga, ao invés de jogar coletivamente. Parece que alguns jogadores não estão levando a competição a sério, pois sabem que mesmo com resultados negativos eles podem ficar de fora de um ou outro amistoso, mas estão garantidos na Copa.

  • Paulo sp

    salve geral…
    Bom semptre decordei da escolha de MM…
    Agora querer comparar os títulos de Dunga com a seleção em cima da Argentina de messy e teves, com o títulos de MM na segundona é dose…Embora não seja este o tema

    Concordo com o L. Atleticano, também vejo diferenças de tratamento.
    abç.

    AK: Aponte uma. Vamos debater. Um abraço.

  • Leandro Azevedo

    Vou entrar no debate…

    O Dunga como tecnico tem no seu curriculo apenas a Selecao Brasileira e os titulos se restrigem a competicoes de “segundo escalao”. E a Copa America so foi ganha com um gol no ultimo minuto…

    Entao quando o papo entra em importancia de titulos e curriculo, por mais que o Mano tenha alguns titulos de segunda divisao, foi o treinador de um dos times mais importantes do Brasil, ganhou uma Copa do Brasil (e vice em outra) e levou o Gremio a final da Libertadores.

    A imprensa hoje “trata” o Mano melhor que tratava o Dunga em parte, na minha opiniao, por ele ter um historico maior, ter adquirido um respeito na posicao ao longo do tempo e tb por lidar de uma forma mais amena com alguns veiculos “parceiros” da CBF. O Dunga comecou a ser “execrado” publicamente depois que teve a brilhante ideia de xingar o Alex Escobar em uma coletiva de imprensa e perdeu qualquer protecao que tinha da Globo, tanto que depois da derrota teve aquele fatidico programa na SporTV em que ate chamaram o Ricardo Teixeira de “Dr.”.

    E o Mano tb hoje tem um pouco mais de “liberdade” na selecao pelo fato de tentar armar um esquema mais ofensivo, buscando uma selecao que joga menos “feio”, coisa que nao importava ao Dunga.

    Abraco

  • Leonardo Pires

    Parece-me que a questão não é descobrir as razões pelas quais Mano recebe de parte da imprensa tratamento muito mais ameno do que recebia Dunga. Por mais que o André discorde e mantenha-se firme em entendimento contrário – direito inquestionável dele -, o que se observa, aqui mesmo neste espaço, é grande parte das pessoas admitindo que há uma boa vontade notória com o trabalho do Mano ao passo que com o Dunga existia uma má vontade explícita. E, já que a comparação entre currículos foi trazida a baila, continuo a sustentar que se não é dado dizer que, na Seleção, Dunga foi melhor do que Mano é, da mesma maneira não possível afirmar que, na Seleção, Mano é melhor do que Dunga foi. Isso porque, se, como assevera o André, não há, ainda, condições de comparar os trabalhos, já que Mano não disputou nenhuma competição, essa lógica deveria, pelo bom senso, ser utilizada em ambas as posições de análise.

  • Edouard Dardenne

    Não estou dizendo que a situação que proporei é a atual. Acho possível à Seleção brasileira jogar bem, apresentar um futebol bonito e vencer. Mas, AK, fosse você o técnico da nossa seleção, você preferiria jogar feio e vencer a Copa América, ou optaria por mudar o estilo de jogo em que acredita para ter mais chances de obter resultado favorável? Vamos lembrar que a Espanha começou a Copa-10 sem apresentar aquele grande futebol, mas seu técnico, perguntado sobre o assunto, deixou claro que não vale a pena modificar as características de seu time em razão de um tropeço. Eu acho que o caminho é esse mesmo.
    O empate com a Venezuela é só isso mesmo, um empate na estreia de uma competição fraca, contra um time inferior. Continuo achando que MM é a melhor opção para o time, melhor até do que Muricy Ramalho, embora este seja mais vencedor. É apenas uma questão de gosto.
    Os últimos campeonatos em formato de Copa têm mostrado que invariavelmente se sagra vencedor o time que cresce ao longo da competição, e não aquele que chega fervendo.
    No mais, acho que empate sem gols não deveria render ponto aos times.
    Um abraço.

    AK: Tudo o que eu gostaria (e tenho escrito) é que o MM não optasse por ganhar a Copa América jogando feio. Um abraço.

  • Vander

    Com relação a daiferença de tratamento entre os técnicos da seleção, entendo da seguinte forma:

    1- Não vejo diferença de tratamento quanto a análise dos resultados e do trabalho (escalação, substituições e esquema tático). Existem aqueles que defendem como exstem aqueles que cr’ticam… está sendo assim com MM e foi assim com Dunga.

    2- Quanto tratamento em coletivas, entrevistas e comentário sobre a figura do técnico… bem, tem respeito quem se dá ao respeito.

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