NOTINHAS PÓS-RODADA (e algo mais…)



E elas estão de volta, com a terceira rodada do BR-11:

* Felipão pediu 3 vitórias em casa para abrir o Brasileiro, e o Palmeiras (1 x 0 no Atlético Paranaense: Chico – 10.372 pagantes) segue no plano. Em 5 jogos no Canindé, não levou gols.

* Já é dramático o início de campeonato do Atlético, zerado.

* A boa atuação de Deco foi tão importante quanto os gols de Rafael Moura, na vitória do Fluminense (2 x 1 no Cruzeiro: Anselmo Ramon fez o gol mineiro – 6.674 no Engenhão), que aguarda Abel Braga.

* E o Cruzeiro, que voava até pouco tempo atrás, está na ZR.

* Ceará e Botafogo mostraram que um jogo não precisa ter vencedor (2 x 2: Elkeson, Osvaldo, Michel e Antonio Carlos – 9.945 pagantes no Presidente Vargas) para ser bom.

* Golaço de Michel. Outra nota positiva: só 2 cartões amarelos.

* Ganhar jogos em casa é obrigação, ainda mais para times como Figueirense (2 x 0 no Atlético Goianiense: Héber e Édson Silva – 6.913 pagantes no Orlando Scarpelli), que têm como prioridade a permanência na Série A.

* Figueira: 2J e 2V como mandante.

* A prévia da final da Copa do Brasil estava decidida antes dos 20 minutos do primeiro tempo, quando o Coritiba (5 x 1 no Vasco: Tcheco, Anderson Aquino-3, Maranhão e Elton – 16.691 pagantes no Couto Pereira) já vencia por 4 x 0.

* Os d0is times jogaram com reservas, o que impossibilita qualquer impacto do resultado na decisão desta quarta-feira.

* Tarde de Junior Viçosa, na vitória do Grêmio (2 x 0: os 2 dele – : 18.693 no Olímpico) sobre o Bahia.

* O Bahia ainda não venceu no campeonato.

* Despedida em jogo oficial não parecia boa ideia. Mas o imenso talento de Petkovic justificou a bonita festa da torcida do Flamengo (1 x 1 com o Corinthians: William e Renato Abreu – 37.010 pagantes) no Engenhão.

* A cobrança de falta de Renato foi uma homenagem ao Pet.

* Ótima estratégia do América-MG: encher o estádio com a torcida adversária e entrar em campo disposto a decidir o jogo. Com 21 minutos, o Internacional (4 x 2: Oscar-2, D’Alessandro, Rodriguinho e Cavenaghi – 3.119 pagantes no Morenão, no MS) já vencia por 3 x 0.

* Oscar é diferente.

* Ao que parece, Borges não terá problemas para se adaptar ao Santos (3 x 1 no Avaí: Borges-2, Maurício Alves e Rychely – 4.109 pagantes na Vila Belmiro).

* Luz vermelha acesa no Avaí

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Também não gostei do futebol da Seleção Brasileira no 0 x 0 com a Holanda, no sábado.

Mas, faz tempo, não procuro boas atuações de times que não treinam.

Em amistosos da Seleção, quando o brilho individual não aparece, é difícil encontrar algo que agrade.

O de sábado, pelo menos, foi contra um adversário que merece o maior respeito. O que certamente vale mais do que uma goleada sobre os times semi-profissionais que o Brasil costuma enfrentar.

Outra coisa: com ingressos de R$ 150 reais para cima, o público que esteve no Serra Dourada não era um público de futebol.

Público de futebol participa do jogo.

Vaiar é direito de quem paga? Claro. Mas certas vaias são simples de entender.

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Roland Garros é, de muito longe, meu torneio de tênis favorito.

Tive a sorte de cobri-lo duas vezes, em 1997 e 2001, anos em que o campeão foi um certo Gustavo Kuerten.

A saudade é grande.

O nível de competição é o mais alto imaginável, o fuso horário colabora com o trabalho, o sol vai embora quase às 10 da noite… Paris na primavera é covardia.

Para ganhar Roland Garros é preciso jogar muito, querer muito, sofrer muito. É um torneio para tenistas especiais.

Num voo recente para Londres, vi um documentário de meia hora sobre o Grand Slam francês. Uma frase de um jornalista inglês me chamou a atenção:

“A grandeza de um torneio se mede pelos nomes dos tenistas que não o conquistaram.”

Vale a pesquisa.

Entre os que o conquistaram, dois nomes devem ser escritos com letras mais brilhantes: Bjorn Borg e Rafael Nadal, seis vezes campeões.

Ainda tenho dificuldade para entender como Borg conseguia bater aqueles topspins com raquetes como sua Donnay de madeira, de área de contato tão pequena. Coisa de gênio.

E Nadal continua me assustando com a ferocidade de seu jogo.

O pior adversário que existe é aquele que não abaixa a cabeça, que continua vindo para cima de você com a mesma intensidade.

Nesse aspecto, não creio que haja outro tenista como o espanhol. Ele continua jogando como se dependesse de uma vitória para comer.

Roland Garros é um torneio para tenistas de coração grande.

O de Nadal é enorme.

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E a NBA?

Pô, olha o tamanho do post…

Falamos sobre NBA amanhã.



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