COPA 2018: PRESENTES POR VOTOS



David Triesman, conhecido como Lord Triesman, dirigiu a Football Association (Associação Inglesa de Futebol) entre janeiro de 2008 e fevereiro de 2011.

Ontem, ele acusou quatro membros do comitê executivo da Fifa de pedir “presentes” para votar na candidatura inglesa à Copa do Mundo de 2018.

Nicolas Leóz, Jack Warner, Ricardo Teixeira e Worawi Makudi foram nominalmente citados por Triesman, falando à Câmara dos Comuns, em Londres.

O ex-dirigente disse que levará as denúncias à Fifa.

O material de Triesman é muito bom para ser inventado. Ele afirma, por exemplo, que o paraguaio Leóz (presidente da Conmebol) pediu um título de nobreza em troca de seu voto.

Warner, presidente da Concacaf, pediu 2,5 milhões de libras para construir um centro educacional em Trinidad, com o dinheiro passando por ele.

Depois, sempre de acordo com Triesman, solicitou 500 mil libras para adquirir os direitos de TV da Copa para o Haiti, com o dinheiro também passando por ele.

Triesman afirma que, em 14 de novembro do ano passado, no Catar, Ricardo Teixeira lhe disse “me fale o que você pode fazer por mim quando vier me ver”.

Makudi, presidente da Associação Tailandesa de Futebol, pediu os direitos de televisão de um possível amistoso entre sua seleção nacional e a Inglaterra.

Triesman disse: “essas foram algumas situações que vivi pessoalmente, algumas na presença de outras pessoas, que a meu ver não são comportamentos éticos da parte dos membros do comitê executivo”.

Perguntado pelo Comitê de Cultura, Mídia e Esportes da Inglaterra por que não divulgou os fatos quando aconteceram, Lord Triesman respondeu que temeu pela candidatura inglesa, mas admitiu que deveria tê-lo feito.

O comitê inglês declarou que pedirá à Fifa a abertura de uma investigação em caráter de urgência.



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