PHG DE MOLHO, DE NOVO (e um aviso)



A lesão (seis semanas fora) de Paulo Henrique Ganso é a nota triste do fim de semana.

Triste para ele, para o Santos, para o santista, lógico.

Triste para o futebol paulista, para o futebol brasileiro.

É comum jogadores que ficaram inativos por longo tempo, como PHG, sofrerem lesões musculares quando retornam aos campos.

Neste Santos que vem jogando no limite há várias semanas, talvez o risco de Ganso se machucar fosse maior.

A análise fria aponta um erro em sua escalação.

Mas era decisão, e contra um rival. Situação mais importante, por causa da rivalidade, do que o que está em disputa.

E agora o Santos terá de encarar o que há de mais importante em sua vida, a Copa Libertadores, sem Ganso.

Muricy Ramalho é alguém que, há tempos, reclama do calendário, do excesso de jogos, da punição que times bem sucedidos sofrem ano após ano.

“Não dá para jogar futebol desse jeito” é uma frase que não aceita mais de uma interpretação.

Mas parece que ninguém ouve.

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Por pelo menos uma semana, minha presença por aqui será menos frequente.

Tenho um programa de uma hora sobre os 4 clássicos espanhóis para preparar, para a ESPN.

Muito material para ver, muito texto para escrever, muita coisa para fazer antes da próxima viagem, para a final da UCL em Londres.

Começo hoje, após rápida folga. Obrigado pela compreensão.



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