GRÊMIO DERROTADO NA COLÔMBIA



Carlos Alberto fez o suficiente para ser expulso no primeiro tempo do jogo contra o Junior Barranquila (2 x 1 no Grêmio: Borges, Hernández e Viáfara).

Se, pouco antes do jogo, o árbitro mexicano Marco Rodríguez tivesse recebido um sms com a informação de que sua mulher tinha feito novo gasto no cartão de crédito, o meia brasileiro teria visto o cartão vermelho.

O que comprova, como se fosse necessário, que os declarados planos de Renato Gaúcho para “consertar Carlos Alberto” não serão executados com facilidade.

Não se deve colocar, porém, a primeira derrota brasileira na Libertadores 2011 somente na conta do jogador. O Grêmio melhorou a partir dos 35 minutos, quando Renato percebeu que ficaria com 10 homens se não fizesse a substituição.

Quando ouvimos técnicos/jogadores dizerem que o jogo “foi decidido no detalhe”, muitas vezes ficamos com a impressão de que o gol vencedor surgiu em uma única falha.

Junior x Grêmio não foi assim. Mas foi o tipo de jogo em que o resultado e o que se viu não necessariamente se encaixam.

Logo depois que Rodolfo quase fez um gol de antes do meio de campo (a bola tinha força e direção, encobriu o goleiro, quicou e subiu demais), a defesa gremista falhou e permitiu o segundo gol.

O árbitro não marcou um pênalti em Borges. Não foi a primeira vez que um pênalti para o visitante foi ignorado na Copa Libertadores.



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