A QUARTA DO FLU E DO INTER



O Fluminense que foi campeão brasileiro ainda não jogou na Libertadores.

Lesões e as consequentes alterações na escalação/sistema estão diretamente envolvidas na situação desconfortável no grupo 3, depois do segundo empate (0 x 0 com o Nacional-URU) em casa.

O drama de Muricy Ramalho no ataque ficou tão grave que Conca teve de jogar avançado, perto de Rafael Moura.

Lógico que o argentino fez falta no setor onde rende mais. Cobertor curto.

Essa parte é ruim, mas tem explicação.

O que é difícil de entender é o público de 10.017 torcedores presentes ao Engenhão, num jogo que todo o continente sabia que o Fluminense tinha de vencer.

Suspeito que ingressos entre R$ 60,00 e 80,00, para um jogo às 21h50, quase no fim do mês, têm algo a ver com isso.

Dos quatro próximos jogos, o Fluminense será visitante em três. As duas últimas rodadas, decisivas, serão em Montevidéu e Buenos Aires.

O time que foi campeão brasileiro precisa aparecer.

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Falando em coisas aparentemente sem explicação, o que está acontecendo com Bolatti, volante recém-contratado pelo Internacional?

Voltando uma rodada, o argentino marcou os três primeiros gols do Inter (4 x 0 no Jaguares-MEX: Bolatti-2, Leandro Damião e Oscar) na Libertadores.

Isso depois de avisar que não era para o torcedor se acostumar.

O atual campeão goleou e lidera seu grupo, no saldo. O que não impediu que Celso Roth ouvisse que havia um burro em algum lugar do Beira-Rio.



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