DÚVIDA CRUEL



Aproveitando a estreia do Santos na Libertadores, e adiantando que eu acho, sim, que o time de 2011 tem potencial para ser ainda mais formidável do que o do ano passado (não tão goleador, porque as dificuldades serão maiores), um pensamento alto sobre dois jogadores:

Neymar e PHG.

As diferenças entre eles dividem as opiniões. Quem gosta mais da irreverência, do drible, da ousadia, aplaude Neymar.

Quem prefere a elegância, o passe, a discrição, aplaude Ganso.

Bater palmas para um, obviamente, não significa desdenhar o outro.

Mas o que estamos propondo aqui é uma suposição, o tipo de pergunta que faz parte de qualquer boa conversa sobre futebol. Se no seu time só pudesse jogar um, qual seria?

Posso tranquilamente estar errado, mas creio que se essa pergunta fosse feita na noite em que (toc, toc, toc) Ganso se machucou, o meia ganharia a parada.

Mas desde que PHG se afastou para tratar sua lesão, vimos Neymar passar por muita coisa. E a última imagem que temos dele, no Sul-Americano Sub-20 (mesmo levando em conta o cartão bobo levado no jogo contra a Argentina), é a de um garoto que cresceu como jogador.

Talvez os últimos meses tenham servido para mudar, para melhor, o que se pensa, e se imagina, sobre Neymar.

Não há dúvida de que bom, mesmo, seria ter os dois juntos (para quem não é santista, há a Seleção Brasileira). Mas se você tivesse de escolher um, hoje…

Deixe-me responder primeiro: PHG. Acho que, se tudo der certo, Neymar pode ser um jogador espetacular.

Ganso pode ser genial.



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