NOTAS PÓS-RODADAS (e a Seleção)



Alguns pensamentos sobre o que vimos ontem:

Como teria sido o segundo tempo de França x Brasil (1 x 0: Benzema) , se Hernanes não tivesse sido expulso?

O próprio Hernanes deve estar se fazendo a pergunta. E como ele tem mais elementos do que nós para respondê-la, seu incômodo deve ser maior.

Não havia brilhantismo no futebol da Seleção até o cartão vermelho (mistura de precipitação com imprudência de Hernanes, que não é um jogador de quem se espera esse tipo de coisa), aos 39 do primeiro tempo.

Mas havia tranquilidade. O time não mostrava nenhum problema por estar num lugar onde o futebol brasileiro sofreu tanto.

A desvantagem no número de jogadores desequilibrou tudo. Robinho, que no intervalo falou na necessidade de recuar para ocupar espaços que teoricamente não são dele, não conseguiu impedir o avanço de Menez pela direita. A cobertura de Lucas também chegou atrasada. Gol de Benzema, com a 10 de Zidane, que via o jogo das tribunas.

Não ficou pior porque Júlio César não deixou. Não ficou melhor porque Hulk se atrapalhou diante do goleiro Lloris, no finalzinho.

Resultado normal, sem deixar de ser ruim, porque é o segundo revés seguido.

Escrevo mais sobre o jogo no Lance! de hoje. O texto estará aqui (atrasado, seu sei) amanhã.

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Messi jogou bem ontem pela Argentina (2 x 1 em Portugal: Di Maria, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi). É preciso dizer isso porque há quem não o reconheça como craque enquanto não fizer por seu país o que faz por seu clube.

A jogada do gol de Di Maria foi ele quem criou. O passe foi genial.

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A frase de Muricy Ramalho (“não merecemos mais do que um empate”) resumiu a estreia do Fluminense (2 x 2 com o Argentinos Jrs: Niell-2 e Rafael Moura-2) na Copa Libertadores.

O grupo 3, que ainda tem o América-MEX e o Nacional-URU, não é fácil.

Aos 36 minutos de jogo aconteceu mais um lance que reforça a necessidade do uso da tecnologia para ajudar a arbitragem.

Pelo menos, o chip na bola.

André Luis salvou em cima da linha o que seria o primeiro gol argentino. As imagens mostram que a bola não entrou totalmente, portanto a arbitragem acertou. Mas é o tipo de lance que só pode ser processado, no momento em que acontece e sem dar margem a dúvidas, pela eletrônica.

Pela milionésima vez: já passou da hora.

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Liédson estreou pelo Corinthians (4 x 0 no Ituano: Ramirez, Chicão e Liédson-2) no mesmo ritmo em que jogava em Portugal.

O que nos obriga a uma pergunta: não deveria ter chegado antes?



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