NOTINHAS PÓS-RODADA (e a FIA ri)



(O blogonauta Heitor nos segue via Google Reader, que arquiva os posts. Heitor foi gentil a ponto de enviar as “Notinhas” sequestradas pelo problema técnico que tivemos ontem. A ele, o meu muito obrigado.

E mesmo fora da ordem cronológica, aí vai:)
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Abrindo o segundo turno do BR-10:

* Atenção: o Goiás ganhou (3 x 1 no Guarani: Felipe-2, Rafael Moura e Mário Lúcio – 2.019 pagantes no Serra Dourada) o primeiro jogo após a Copa do Mundo.

* O Guarani bateu o líder e perdeu para o lanterna.

* Terceira vitória seguida do Cruzeiro (1 x 0 no Internacional: Everton – público ND no Parque do Sabiá), graças a um lindo gol.

* O Cruzeiro venceu os 3 jogos que fez em Uberlândia.

* Com novo CEP, o do Engenhão, o Fluminense voltou a ganhar (3 x 1: Mariano, Washington-2 e Geraldo – 4.632 pagantes) após 3 rodadas.

* O líder marcou seus gols no primeiro tempo, e depois administrou.

* Renato Gaúcho, técnico do Grêmio (2 x 0 no Atlético Goianiense: Douglas e Borges – 22.758 pagantes no Olímpico) , completa 48 anos nesta quinta feira. O presente, ele ganhou ontem.

* Belo gol de Douglas.

* O Palmeiras empatou (1 x 1 com o Vitória: Elkeson e Tadeu – 6.543 pagantes no Barradão) pela décima vez no BR-10. É o líder no quesito.

* Felipão disse que seu time levou um gol “que não acontece nem em jogo de casados e solteiros”.

* No jogo de festa dos 20 anos de Rogério Ceni no São Paulo (2 x 0 no Flamengo: Marlos e Fernandão – 14.389 pagantes no Morumbi), o time ajudou a apagar as velinhas.

* Atenção para o “chute falso” de Marlos, no primeiro gol.

* Ainda que ninguém tenha ido à Arena da Baixada para ver o árbitro Jaílson Macedo Freitas, ele foi a grande estrela do empate (1 x 1: Ronaldo e Bruno Mineiro – 22.055 pagantes) entre Atlético Paranaense e Corinthians.

* O apitador errou ao marcar um pênalti para o Corinthians. E criou um para o Atlético.

* Vale mais uma: esse tipo de atuação “conveniente” de um árbitro é terrível. Além de uma prova de pouca inteligência. O cara erra num pênalti, e acha que se inventar outro e o jogo terminar empatado, fica tudo bem. Dane-se a regra do jogo e dane-se a própria atuação dele, que não percebe que dois erros que mexem no placar são piores do que um. O “apito eletrônico”, que serve para ajudar árbitros, também serve para proteger o jogo desse tipo de besteira.
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Permita-me um comentário de simples telespectador (nem tão assíduo) de Fórmula-1:

Ao decidir não punir a Ferrari (além do cafezinho de US$ 100 mil) pelo jogo de equipe em Hockenheim, a FIA mostra que não se preocupa nem mesmo com a própria coerência.

O especialista Fábio Seixas relembra, em seu blog, que a Ferrari fez a mesma coisa em 2002 e levou multa de US$ 1 milhão.

E mais (agora a leitura é apenas minha): tudo leva a crer que as manobras que alteram resultado de GPs em nome dos interesses das equipes serão liberadas, por regulamento.

A F-1 se imagina um esporte coletivo.

Impedir que o rádio entre em ação é impossível. É só chamar um piloto para o boxe, ou mandar que ele economize combustível. Fica mais elegante do que dizer “Felipe, Alonso é mais rápido do que você, entendeu?”.

Autorizar um piloto a trabalhar pelo outro poupa a categoria do constrangimento internacional, evidente quando a trama é tão mal encenada como na Alemanha.

E também deve ajudar a melhorar as relações entre companheiros de equipe.

Mas vai me fazer dimimuir o (já raro) interesse que tenho pelas corridas.



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