NOTINHAS PÓS-RODADAS



CLA e CB, na ordem:

* Só um time entrou em campo para ganhar a primeira semifinal da Libertadores. O que ganhou, por um placar (Internacional 1 x 0 São Paulo: Giuliano – 48.166 pagantes no Beira-Rio) menor do que o jogo mostrou.

* O São Paulo deu 2 chutes a gol, viu seu goleiro ser seu melhor jogador em campo, numa atuação medrosa que não honra seu passado.

* O jogo confirmou totalmente o que se esperava dos dois times. Por isso, 1 x 0 não é uma vantagem pequena para o Internacional, que poderá planejar sua atuação no Morumbi.

* O São Paulo terá de se transformar em uma semana.

* O Peixão voltou? Pareceu que sim. Com um futebol parecido com o dos (não tão) velhos tempos, o Santos se aproximou (2 x 0 no Vitória: Neymar e Marquinhos – 14.060 pagantes na Vila Belmiro) do título da Copa do Brasil.

* 2 x 0 é um placar clássico para o mandante do primeiro jogo de um mata-mata. Dificílimo de ser revertido. Ainda mais para quem vai enfrentar um time com a capacidade ofensiva do Santos.

* Ok, ok, a cavadinha… se achei Neymar arrogante, displicente? Não.

* Isso mesmo: não. Ele sempre bateu pênaltis com ousadia (ver os dois últimos contra o São Paulo, no Campeonato Paulista). O que vimos ontem, um goleiro apostar que a bola virá no meio e ficar esperando, era questão de tempo.

* Quinta nota, sobre o tema: pênaltis batidos no meio do gol, sejam eles a tradicional pancada de olhos fechados ou a ousada cavadinha, significam a mesma coisa: uma aposta que o goleiro cairá para um dos lados e a bola entrará. Toda aposta envolve um risco.



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