LIQUID PAPER



A antecipação do período de inscrição na CBF de jogadores que estavam fora do Brasil, em si, não machuca ninguém.

Fosse ela anunciada antes do início da temporada, estaria tudo certo.

Durante, é errado, assim como são erradas tantas coisas no futebol brasileiro.

E (atenção, para que depois não haja reclamações quando o blogueiro pedir para que se leia o que está escrito): não interessa quem é, momentaneamente, beneficiado ou prejudicado. Isso é o que menos importa.

Mudança de regra durante o jogo é molecagem, em qualquer nível.

No nível mais alto do futebol brasileiro, é mais uma dessas manobras que (assim como viradas de mesa, punições diferentes para ofensas iguais…) fazem os cafajestes que se julgam espertos rirem dos outros.

Não me refiro a ninguém em especial. Mas à situação.

Avançamos em muita coisa, nos últimos anos. Mas a calada da noite ainda continua sendo fértil para quem (de novo, momentaneamente) “tem entrada” no poder. O erro maior, claro, é de quem tem o poder de decidir.

Só mais uma coisa (escreverei sobre esse assunto no Lance! de quinta-feira, e já estou quase antecipando minha coluna inteira): a reclamação do São Paulo é formalidade.

O clube sabia que seria prejudicado em qualquer “dividida” na CBF, desde que se posicionou contra o candidato da entidade na última eleição no Clube dos 13.

“Ganhou um inimigo para sempre”, foi a frase de uma pessoa muito bem posicionada no quartel general do nosso futebol.



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