VICIADOS EM BOLA



O índice de posse de bola da Espanha chegou a 68% durante o primeiro tempo.

Caiu no segundo, quando os espanhóis aceleraram o jogo em busca do gol. E caiu mais ainda após o 1 x 0, porque a bola foi entregue aos alemães.

Terminou em 51%, número que certamente desafia a impressão (que, na verdade, não é impressão) de que a Espanha controlou o jogo.

Mas controlou. A única chance de gol do melhor ataque da Copa do Mundo aconteceu aos 24 minutos do segundo tempo, quando Podolski cruzou para Kroos bater.

Fora isso, só deu Espanha.

Sim, Xavi e principalmente Iniesta estavam “naqueles dias”. E quando isso acontece, os adversários do Barcelona sabem como o jogo termina.

É muito bom para o futebol que a Espanha chegue à final da Copa. Melhor ainda, que ganhe.

É triste o conceito de que o futebol que vence é o futebol que não brilha. Só quem não tem talento pode pensar assim.

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Escrevo mais sobre o jogo (de fato, sobre o confronto de estilos) na Camisa 12 de amanhã, no Lance!

O texto estará aqui na sexta-feira.



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