MANGAS LONGAS



Após dois dias no litoral, com sol e calor, estamos de volta a frio de Joanesburgo.

Minha coluna de hoje no jornal, obviamente, trata do jogo com Portugal.

Ela estará postada aqui amanhã.

Achei que os portugueses jogaram para empatar e o Brasil não jogou bem. O time é muito superior quando está completo.

Duas coisas: a pisada que Pepe deu no tornozelo de Felipe Melo foi absurda. Assim como Julio Baptista (joelho), Felipe é duvida para o jogo contra o Chile. Mas tudo leva a crer que a lesão do volante é mais séria.

Pepe mirou e acertou. Doeu só de ver.

Muito se fala, também, sobre a proteção que Julio Cesar usa nas costas, que apareceu ontem quando o goleiro teve de trocar sua camisa. Certamente os chilenos (e futuros adversários, porque não dá para imaginar que a Copa vai acabar na segunda-feira para o Brasil) alertarão a Fifa sobre a peça de metal que não é permitida pelo regulamento.

JC disse que treina e joga com essa proteção há muito tempo. Se realmente for proibido, não fica ainda mais curiosa a tentativa de vetar a cotoveleira de Didier Drogba?

Este será um tema durante o fim de semana.

Fora isso, é incrível como o caminho para a final está desequilibrado:

Alemanha, Inglaterra, Espanha, Argentina, Japão, Paraguai, México e Portugal de um lado.

Brasil, Chile, Gana, Eslováquia, Holanda, Estados Unidos, Uruguai e Coreia do Sul do outro.

Teoricamente, a Seleção Brasileira só tem um grande jogo pela frente. Contra a Holanda, se ela passar.

ATUALIZAÇÃO, 19h02 em Joanesburgo – Segundo a assessoria de imprensa da CBF, não há nada de errado com a proteção usada por Julio César. Todos os equipamentos passam pela vistoria da Fifa.



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