70-68 (é tênis, não basquete)



Acaba de terminar o jogo entre John Isner e Nicolas Mahut, em Wimbledon.

Isner venceu por 70-68 no quinto set, após 11 horas e 5 minutos.

Um dos maiores episódios da História dos esportes.

Estou na sala de imprensa do estádio Moses Mabhida, em Durban, para as coletivas dos técnicos Carlos Queiroz e Dunga.

O português falava, eu teclava e acompanhava o jogo pelo live blog do site oficial do torneio.

Eu sei como foram os pontos finais, mas não vi os pontos finais. Diferença enorme.

Espero que a categoria dos documentários ingleses contemple esse jogo, e em breve.

É coisa para ver, comprar e guardar.



  • Anna

    Principalmente para quem gosta de tênis. Um documentário para guardar para sempre. Coisas que só Wimbledon proporciona, apesar de eu também ter um carinho especial por Rolando Garros.

  • Willian Ifanger

    Uma pena que não consegui acompanhar nada desse jogo durante o dia, queria muito ter acompanhado, mesmo que no live score. Fiquei sabendo agora que entrei aqui.

    Mas, lógico, irei atrás de ver alguma coisa.

    Me desculpe os finalistas desse ano, mas Wimbledon 2010 já tem seus campeões. É muito bom vivenciar a História.

  • FABIO

    André,

    Documentário, não: vai virar longa em Hollywood. Afinal – e principalmente! – o americano venceu!

    Já dá para ver o originalíssimo título: “The Longest Game”. Atores? Gaspard Ulliel (de “Hannibal Lecter – a origem do mal”), como Mahut; e Sean Farris (de Quebrando Regras, sobre jiu-jitsu), como Isner.

    Abs

  • alex

    Como disse Roger Federer, o jogo deveria ser interrompido e o troféu de campeão dado aos dois.

    Se o rei disse, quem sou eu pra contestar???

    E você? o que acha?

  • leonardo atleticano

    André, alguma chance do cara chegar inteiro para a próxima rodada?

    AK: Seria uma surpresa. Um abraço.

  • alex

    outra coisa? que tal você comentar algo sobre o bi campeonato dos Lakers?
    abraço,

  • Leandro Azevedo

    Os organizadores de Wimbledon ate deram um artigo comemorativo para os dois pelo jogo…

    Abraco

  • Ricardo Pradas

    Primazia de um torneio que preserva as tradições e não se rende ao Tie-Break. Fant´sticamente histórico e mais: é inacreditavel que nos primordios do torneio ja não houvesse ocorrido antes.

  • Jade

    Vou fazer uma terrivel inconfidência para alguém que gosta de tênis: nunca tinha notado, até então, que em Wimbledon não tem tie-break… Essa foi horrível, mas é a mais pura verdade.

  • Rejane

    Olá André!
    Fantástico! Acho que ninguém imaginava que esse confronto fosse tão longe assim! No site youtube postaram os momentos finais desse jogo incrível:
    http://www.youtube.com/watch?v=Rzgzue-RaH8

  • sergio

    Caro Andre. Vc acabou sendo o receptáculo do inconformismo do Kaká. Vc deve desculpá-lo por isso. É que hoje hà alguns senhores de programas esportivos que destilam sua verve.. ironia.. sarcasmos variados e risadinhas de canto de boca muito próxima do deboche de terceiros, como se fosse premiados pela história. E isso não é verdade. Tenho parentes que sairam na ditadura no Brasil.. colega de alguns presos.. que não tiveram a chance de editar revistas de mulheres peladas no período. Acho sim que a descrença está total…mas mesmo assim.. ateus jurássicos devem ser respeitados.. assim com evangélicos entusiasmados. Cada um com seus enganos, devemos respeitar.. por que casa uma seu modo faz seu merchandising.. uns de forma evidente.. e outros de forma subliminar. Acho que estás grandinho para ter opinião própria.

  • Anna

    Tirando essa partida, qual foi a mais longa em Wimbledon? Você sabe porque o torneio não aplica tie-break? Abraço, Anna

  • DIONISIO

    Andre, é coisa para comprar, guardar e só. Porque um cara que trabalha como voce não vai arrumar 12 horas pra ver um dos jogos mais intediantes da história.

  • Emerson

    Apesar de o jogo ter entrado para a história, seria bom que os organizadores do torneio, lembrassem que os atletas também são seres humanos e aplicassem o tie-break para evitar excessos como estes, pois além de desgastar os jogadores,desgasta o público presente na quadra, e duvido que alguma emissora de TV que transmita a partida, goste de um jogo que destrói a sua grade de programação, o que por tabela, gera descontentamento de patrocinadores e pode fazer com que o torneio se torne comercialmente menos atraente.

  • José A. Matelli

    Até onde eu sei, nenhum dos Grand Slams tem tie-break no quinto set. Mas apenas no quinto set. A Davis também não.

    AK: O único torneio do GS em que há tie-break no quinto set é o US Open. Um abraço.

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