O ÚLTIMO AMISTOSO



Menos calor em Dar es Salaam e menos gente do que se imaginava no Estádio Nacional, para Tanzânia x Brasil.

Dos 60 mil anunciados, não apareceu metade.

E as gafes na cerimônia dos hinos superaram qualquer expectativa. Primeiro, os times ficaram perfilados por um longo tempo, e não se ouvia nada. É que estavam esperando a chegada das autoridades do governo tanzaniano (que colocou grana no amistoso) ao gramado.

Depois, o hino nacional brasileiro foi executado sob batucadas, que vinham de um clip no telão. Os vips locais gesticulavam, pedindo para parar com aquilo, mas foi até o fim.

Para fechar, o disco com o hino da Tanzânia estava riscado.

Por falar em defeitos, os que a Seleção Brasileira já tinha mostrado, especialmente na saída de bola, voltaram a aparecer.

O lado esquerdo da defesa também voltou a sofrer. E olha que os tanzanianos jogaram no domingo à noite.

Josué entrou bem no lugar de Gilberto Silva. Ramires entrou bem no lugar de Felipe Melo. Gilberto entrou bem no lugar de Michel Bastos.

Nenhuma dessas trocas significa mudança no time titular para a estreia na Copa. Dunga disse que as substituições servem para fornecer informações, para serem usadas em situações específicas.

Mas há algo intrigante: Kléberson não deveria ser o reserva imediato de Felipe Melo?

Sobre o problema na saída de bola, Kaká que declarou que se resolve em um ou dois treinos. A propósito: o gramado estava alto, bem diferente do que veremos no Mundial.

Aliás, quase tudo nesse amistoso foi diferente da Copa do Mundo. Em vez de frio, calor. Em vez de altitude, nível do mar. Em vez de clima seco, umidade.

Serviu para mostrar erros, e para Kaká (jogou os 90 minutos) melhorar sua condição.



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