UMA PEQUENA AMOSTRA DO QUE VIRÁ



Na saída para correr pela manhã, já deu para sentir que o domingo seria frio. Fomos apresentados ao vento de Joanesburgo.

Durante a entrevista coletiva de Luis Fabiano e Julio Baptista, e depois, na redação da ESPN no Randpark, a calefação impediu que tivéssemos noção da temperatura do lado de fora.

Na chegada ao treino da Seleção, as nuvens trouxeram o pior: choveu por alguns (felizmente poucos) minutos e a pequena amostra do que será o inverno sulafricano foi suficiente para duas conclusões.

Na verdade, uma conclusão e uma esperança.

A conclusão: não será fácil.

A esperança: tomara que estejamos preparados.

A combinação frio+água+vento é o que há de pior para quem trabalha ao ar livre. Todo esforço imaginável deve ser feito para ficar seco, pois só assim é possível ficar aquecido.

E mesmo assim, quando o vento bate, percebe-se como ambientes fechados são confortáveis.

Felizmente, toda a equipe da ESPN aqui na África do Sul está bem equipada para lidar com o clima. Além das tradicionais camisas e pólos com o logotipo da emissora (que desaparecerão em proporção direta à queda da temperatura), recebemos uma jaqueta térmica com forro removível e capuz, calças e camisetas do tipo “segunda pele” para usar por baixo, blusas com zíper até o pescoço, luvas, gorros e cachecóis.

Em linhas gerais, equipamento de montanhismo.

Um dos nossos cinegrafistas saiu para trabalhar usando a calça por baixo da calça jeans. Achei exagero. No momento em que chovia, me arrependi.

E ainda é outono por aqui.

Fico imaginando como serão os jogos noturnos, no meio da Copa.

Será que dá para teclar de luvas?



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