NOTINHAS PÓS-RODADA (e mais Pulga)



* O Ituano fez um gol no Santos (9 x 1: João Leonardo, André-3, PHG-2, Madson-2, Maikon Leite e Zé Eduardo – 10.015 pagantes) logo no primeiro minuto de jogo.

* A punição foi desproporcional: sem contar os acréscimos, o Santos fez um gol a cada dez minutos.

* Terceira nota, lógico: Robinho e Neymar não jogaram. O Santos sobra.

* O piloto automático do São Paulo (3 x 0: Rogério Ceni, Cléber Pereira e Hernanes – 9.763 pagantes no Morumbi) foi mais do que suficiente para derrotar o Mogi Mirim.

* Na opinião de Ricardo Gomes, não é possível, e nem interessante, ter o time jogando o melhor futebol em março.

* Volume para ganhar do Grêmio Prudente (2 x o no Corinthians: Robson-2 – 16.749 pagantes no Prudentão), o Corinthians teve. Faltou pontaria na maioria dos lances, sorte em um ou outro.

* O Corinthians só está no G-4 do Campeonato Paulista porque o Botafogo perdeu.

* No sábado, o Palmeiras perdeu (2 x 0 para a Ponte Preta: Diego e Finazzi – 17.255 pagantes no Palestra Itália) o terceiro jogo em casa no campeonato.

* O público foi o maior do ano do Palmeiras em seu estádio, e o maior da décima-quinta rodada do campeonato.

* Dizem que o charme do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro são os clássicos, e é verdade.

* Mas algo está acontecendo quando menos de 7 mil pessoas pagam ingresso para ver mais um empate (2 x 2: Herrera-2 e Adriano-2 – 6.707 pagantes no Engenhão) entre Botafogo e Flamengo.

* Contra o único time zerado em pontos na Taça Rio, o Fluminense (2 x 1 no Resende: André Lima-2 e Tiago Bastos – 1.459 pagantes no Raulino de Oliveira) só precisou se esforçar um pouquinho.

* André Lima aproveitou e fez o merchan dele.

* A derrota para o Olaria (1 x 0: Cacá – 877 pagantes no Raulino de Oliveira) foi o ponto mais baixo da temporada vascaína.

* A diretoria do Vasco fala em “continuidade do trabalho” de Vágner Mancini, que garante que o time estará nas semifinais da Taça Rio.

* Obina deixou mais dois na vitória do Atlético Mineiro (3 x 1: Obina-2, Renan Oliveira e Warley – 3019 pagantes no Castor Cifuentes) sobre o Villa Nova.

* Jão são 12 gols em 9 jogos.

* O Cruzeiro (2 x 1 no América-TO: Chrys, Roger e Kléber – 7. 671 pagantes no Mineirão) escalou seus titulares, e teve mais dificuldades do que deveria.

* Bonitos gols de Roger e Kléber “Rooney”.

* Décima-primeira vitória (3 x 1 no Ypiranga: Flávio Dias, Jonas-2 e Maylson – público ND no Colosso da Lagoa) do Grêmio, com 100% de aproveitamento na Taça Fernando de Carvalho.

* E mais um gol de Maylson.

* D’Alessandro foi bem, fez um bonito gol, mas o Internacional não venceu (2 x 2: Alex Dias, Fabiano Eller, D’Alessandro e Gavião – 11.838 pagantes no Beira-Rio) o Pelotas.

* Não foi por falta de chances de gol.

* O supermando no octogonal final do Campeonato Paranaense é do Coritiba, que escalou seus reservas e empatou (0 x 0 – 6.582 presentes no Olímpico Regional) com o Cascavel.

* O Coritiba não joga mais fora de casa pelo Estadual.

* O Atlético Paranaense (4 x 0 no Paranavaí: Alan Bahia, Bruno Mineiro, Netinho e Rhodolfo – 9.740 pagantes na Arena)  joga, mas só quando for enfrentar o Coritiba.

* O octogonal começa com o Coritiba com dois pontos de bonificação, e o Atlético com um.

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Messi aprontou de novo no Campeonato Espanhol. Mais 3 gols nos 4 x 2 sobre o Zaragoza. Se você ainda não viu, é só clicar aqui.

O segundo gol tem recebido maiores elogios, mas não foi a jogada que me chamou mais a atenção.

Foi o lance em que Messi sofreu o pênalti que originou o quarto do Barcelona. Está no final deste comparativo, feito por Júlio Gomes, entre as atuações de Messi e Ibrahimovic.

As comparações com Maradona ressurgem a cada jogo, com alguns exageros compreensíveis, como este:

“Seu jogo é muito parecido com o do Maradona, mas Leo é melhor. Pode ser o melhor de todos os tempos. Jogo com ele, o vejo todos os dias. Maradona foi o melhor da história, mas Leo é muito jovem e para mim é melhor que ele”.

A frase é de Pedro Rodriguez, companheiro de Messi no Barcelona.

Pedro tem 21 anos. Ainda não tinha nascido quando Diego Maradona ganhou, sozinho, a Copa de 1986 para a Argentina.

Pelé, então, é uma figura ainda mais distante.

Messi é extraordinário, o melhor jogador do mundo.

Mas para garantir seu lugar na História, há coisas que ele ainda precisa fazer.



  • A Santástica Fábrica de Chocolates ataca novamente: http://felldesign.wordpress.com/2010/03/22/a-santastica-fabrica-de-chocolates/

    SE Messi continuar nesse crescente, alcançará o grupo dos 7 gênios existentes no futebol: Pelé, Maradona, Garrincha, Romário, Ronaldo, Zidane E ZICO! (o resto foi, no máximo, “craquaço” de bola, como é o Messi hoje, como foram Cruyff, Platini, Bergkamp, Laudrup, Rivellino, Ademir da Guia etc.) ( http://felldesign.wordpress.com/2009/12/01/genios/ ).

    Mas daí ultrapassar Pelé e Maradona… nem nascendo Messi³ de novo!

  • Anna

    A situação do Vasco é terrível, não sei se se classifica, na verdade. Voltei a torcer. Estava de férias do clube e de futebol, exceto Champions League. Os meninos da vila saõ fantásticos. Jogam fácil. Torço muito por Dorival Junior. E Messi, para mim, será melhor que Maradona, e a Copa pode ratificar isso. Abraço, Anna

  • Bruno

    Tenho um amigo flamenguista e sempre que ele começa a falar do Zico eu brinco dizendo que o Vampeta foi melhor do que o Zico pois ganhou a copa do mundo. Lógico que é brincadeira e eu digo apenas para irritar. Maradona foi craque, mas depois de tantos e tantos escândalos com drogas não tem como imaginar se ele não teria jogado dopado grande parte da carreira, afinal de contas naquele tempo não havia tanto controle como existe agora. Messi precisa definitivamente ganhar uma copa e entrar pro rol dos grandes “craques”, coisa que vários grandes jogadores não conseguiram (Sócrates, Zico, Platini, Di Stefano, Eusebio, Cruyff). Não sei se misturei muito o que eu queria dizer, mas enfim, o Messi precisa que a seleção Argentina corra mais por ele, do contrário fica difícil e vai ficar marcado como jogador de clube.

  • Sumaré

    Realmente, no lance do pênalti que originou o quarto gol, a impressão que tive é que o zagueiro, já cansado e desorientado, apelou. Deve ter pensado: “Mais um golaço desses e vou ter que ficar vendo o replay desse jogo o resto da vida!!”

    Mas fico com uma “pulga” atrás da orelha: O que acontece com o “pulga” na seleção argentina? Será que ele sofre do mesmo mal que atacou o Ronaldinho Gaúcho na sua época de ouro no Barça?

  • Eu QUASE acho Messi melhor que Maradona.

    Só falta o Pulga levar a Argentina nas costas para o Tricampeonato.

    Aí sim será melhor.

    Coisa que o Gaúcho não fez.

    Mas Pelé (58), Garrincha (62), Romário (94) e Ronaldo (02) fizeram.

    (Em 70 é sacanagem, do meio pra frente só tinha camisa 10.)

    Abraço!

    PS: é sobre os 50 anos de Senna, nada?

  • Leandro Azevedo

    Enquanto o classico carioca leva 7 mil ao Engenhao, o Mais Querido venceu o classico rei com 30 mil pagantes… Ceara 3 x 1 Fortaleza.

    E teve classico no Recife tb, Santa 4 x 2 Nautico.

    Abraco

  • BASILIO77

    Não aguento mais a falta de vontade, garra e aplicação desse time do SCCP. Ontem chegaram ao cúmulo de andar em campo no primeiro tempo por causa do SOL e do calor. Quando veio a sombrinha, os caras correram um pouco…só um pouco porque ninguém é de ferro.

    Empate fora de casa é ótimo, como foi na Colombia. Vitoria por 1 gol de diferença é o máximo!
    Em ambos os casos, administra-se o resultado, cozinham o jogo. Toma-se pressão de times medíocres como o Cerro…

    Uma vergonha para qualquer torcedor ver seu time com um comportamento desse. Futebol não é assim. A bola pune, e ontem foram punidos.
    Tiveram férias desde Junho/09…e quem está cansado de ver esse comportamento que desonra a camisa sou eu.

    Venha Luxa!!!
    Abraço.

  • Fred Ferreira

    O estadual do Rio não comporta 16 clubes, por isso até alguns clássicos perdem o apelo para atrair público….O Flamengo está certo nas semifinais e o Botafogo já está mais garantido ainda porque já se classificou pra final….Fica difícil alguém querer sair de casa domingo a noite. gastar dinheiro e se expor no subúrbio do Rio….

  • Willian Ifanger

    Nada mais irônico (?) que a maior goleada do campeonato ir pra Itu…..hehehehe. Quando você vê a torcida mais rindo do que vibrando é porque tem algo de diferente acontecendo. Está com cheiro de Santos e Sao Paulo na final…..seria uma final interessante.

    E o Messi deveria ser preso depois do que fez com os dois zagueiros no lance do penalti. Pior que o zagueiro nem queria fazer o penalti, mas ficou tão perdido que caiu em cima das pernas do Messi. E não gosto muito dessas comparações não.

  • André

    Lembrei de um quesito que você utilizou para avaliar LeBron James e Kobe Briant (aqui e aqui, nos comentários): o quanto cada um deles faz o time jogar. Na sua opinião, quem “faz o time jogar mais”: Maradona ou Messi?

    Abraço!

    AK: Maradona. E ele nunca jogou num time tão bom quanto o Barcelona do Messi. Um abraço.

  • Espero que o Messi não decida entrar pra história na próxima copa do mundo e, principalmente, em 2014. Argentina campeã no Brasil não dá pra engolir!!!!!

  • Ricardo Medeiros

    André,

    Parece que o RIcardinho vai voltar a seleção de vôlei…
    Mas, 3 anos depois dele ser afastado, eu ainda não entendi direito o motivo do afastamento… nunca foi explicado claramente… se foi uma decisão só do Bernardinho, se os jogadores participaram…
    Então, vc pode (tentar) explicar o que aconteceu?

    Abraço.

    AK: Toda a história sobre o afastamento ainda não foi contada. O que sei, escrevi em meu blog no IG, em 2007, no link abaixo:

    http://blogol.blig.ig.com.br/2007/07/caso-ricardinho-a-verdade-antes.html

    Um abraço.

  • Teobaldo

    Prezado Felldesign, suas charges são muito inteligentes e bem humoradas (acompanho sempre), mas suas opiniões são insuperavelmente mais engraçadas. Já o Pedro Rodrigues não passa de uma criança (21 anos?), que além de Maradona, não viu Cruyff, Platini, Rivellino e até o Zico (no Mengão, é claro) jogarem. Concordo com o André, quando ele diz que o Maradona nunca jogou num time tão bom quanto o Barcelona de Messi. Sem saudosismos, mas é impossível querer comparar Maradona com qualquer jogador que tenha jogado no tempo dele ou após o tempo dele. Saudações a todos.

  • Nilton

    Com relação ao Pedro, isto é apenas heresia de um jovem de 21 anos. rrrrrssssssss. Já que Pelé virou Rei pela vontade do mundo do Futebol, e Maradona Virou D10s na Argentina, Messis precisa virar um craquaço, se torna um gênio, e se ganhar uma copa entrarar em definitivo no Planteão dos Grandes ao Lado de Péle, Maradona e Garrincha.

  • Iuri Lapsky

    ”Pedro tem 21 anos. Ainda não tinha nascido quando Diego Maradona ganhou, sozinho, a Copa de 1986 para a Argentina.”
    Caro André, vocês da mídia não são muito afeitos a críticas, mas pelo amor de Deus, como abusam das generalizações, dos clichês, dos superlativos.
    De onde você tirou essa idéia que Maradona ganhou sozinho a copa para a Argentina, isso é um desrespeito para com os companheiros dele, para com os adversários dele e um crime lesa-pátria para com o desafortunado e pouco letrado apreciador de futebol no Brasil!
    Por óbvio que a desculpa será ‘força de expressão” ou algo do gênero, o que você não quer ver é que é sempre assim, em nome de uma ‘licenciatura jornalística” usam e abusam dessas generalizações e dos exagerados superlativos que em nada contribuem, pelo contrário só confundem.
    Acostumaram tanto com essa famigerada forma de expressão que nem percebem mais, acho até que acreditam nessas bobagens que escrevem.
    Um abraço, e vamos tentar melhorar um pouco, não custa nada.

    AK: Lamento que você fique confuso. De onde tirei? Da Copa que eu vi em 86. E da conversa que tive com Jorge Valdano, sobre o Mundial, Maradona e aquela seleção argentina. Se você não concorda, diga por que, vamos debater. Dessa forma, outros poderão contribuir com suas opiniões. Tenho certeza de que sua erudição elevaria o nível da conversa. E na próxima vez que pensar em classificar a opinião de alguém como “bobagem”, pense no que você mesmo escreve. Um abraço.

  • Iuri Lapsky

    Ok André, também cometi o pecado da generalização, o parágrafo todo está no plural e concluí como ‘bobagens’ àquilo que a priori chamei de superlativo.
    Mas caro André, não vamos baixar o nível e sim vamos ao debate.
    Provavelmente você não concorde ou não perceba, já que está inserido no contexto, mas, o uso do superlativo tanto nas narrações como nos comentários virou praga na TV brasileira, aberta e fechada.
    Não sei você, mas eu não consigo assistir uma partida de futebol em que estejam narrando Galvão Bueno ou Luciano do Vale, nesses casos não se trata mais de superlativo, mas sim de ‘super-hiper-mega-gigalativo extra mais high tech’, é um acinte ao mínimo de inteligência humana.
    E se me permite, mais sutilmente, você escorrega no mesmo erro, pois como você explica que um jogador “ganhou sozinho” um torneio de futebol em que o esporte se pratica com onze jogadores?
    Será que Maradona foi goleiro, zagueiro, volante, lateral, meia-armador e centroavante sozinho?
    E os adversários tinham quantos jogadores em campo?
    Bem, naturalmente, como já disse, você virá com alguma desculpa do tipo “é força de expressão”, “é figurativo”, “você não entendeu”, e por aí vai.
    André, é obvio que é força de expressão, mas justamente o que eu critico é que isso virou regra no jargão futebolístico e para o cidadão pouco letrado, ele não percebe que é apenas uma anomalia lingüística, que se trata de recurso de retórica. Ele tem essas afirmações como legitimas e verdadeiras, basta você chegar a qualquer bar ou lanchonete de periferia e ouvir a repercussão desses comentários, aqui não me restrinjo a blogs, tente explicar que Romário não ganhou uma copa sozinho! Você apanha mais não consegue.
    Então, eu pergunto, porque não dizer que Maradona liderou a Argentina na conquista da copa? Dizer que Maradona foi o grande destaque da copa de 1986? Dizer que Maradona como jogador desequilibrou os jogos a favor da Argentina?
    Até onde teremos miseráveis fenômenos, imperadores, príncipes, fabulosos, gladiadores, matadores e outros mais, que quando muito jogam razoavelmente bem futebol e invariavelmente são figuras fracas, as vezes patéticas e perniciosas, mas que sustentadas por uma mídia de moral e moralismo duvidoso nos apresentam como ídolos, paradigmas e referências para nossos filhos.
    Caro André o debate é longo, espero ter conseguido esclarecer melhor minha crítica, em todo caso estaremos a postos para maiores esclarecimentos.
    André quando você citou “minha erudição” acho que você escorregou mais uma vez no superlativo, mas tudo bem, tomarei por argumento de retórica.
    Abraços,

    AK: Não tenho certeza se o debate evoluirá. Mas continuemos: é óbvio que se trata de força de expressão. Se partirmos do princípio de que o futebol é um esporte coletivo, não há como um jogador vencer sozinho. Também é óbvio que a expressão não deve ser levada ao pé da letra, a não ser que se queira travar uma discussão semântica. Mas está longe de ser “uma desculpa”.

    Ocorre que dizer que Maradona “liderou a Argentina na conquista…”, “foi o grande destaque…”, ou “desequilibrou jogos…” não descreve o que ele fez na Copa de 86. Maradona foi a diferença entre a Argentina ganhar e não ganhar o Mundial.

    Eu não vejo nenhum problema em dizer isso. É a pura verdade. Um abraço.

  • Iuri Lapsky

    André, me permita esclarecer um ponto que nos dois textos anteriores não deixei claro.
    O que fiz ,ou pretendia fazer, é em cima de um ‘deslize’ seu, em minha opinião, fazer a critica ao seu texto e ampliar para o universo da mídia esportiva nacional.
    Então, como não deixei claro isto, vamos frisar. Minha crítica a seu trabalho resume-se a frase que retirei de seu texto, no mais usei como gancho para criticar aquilo que acho muito nocivo e uma verdadeira praga, o superlativo, assim como para o telemarketing é o gerúndio.

    Por favor não se sinta resposabilizado por todos os pecados da mídia.

    Abraços,

  • Iuri Lapsky

    Caro André, acho sim que o debate evoluiu, senão vejamos:
    “Maradona foi a diferença entre a Argentina ganhar e não ganhar o Mundial.”
    É bem melhor que “Maradona ganhou a copa de 1986 sozinho”.

    Quanto a ser um problema semântico discordo de você, pois não estou discutindo o significado do que foi escrito, aceito e pronto. Na realidade o problema é de estilo de linguagem e o que você cometeu foi uma hipérbole, afirmação exagerada que visa um efeito expressivo.

    Esse é o ponto que procurei discutir com você, essas figuras de linguagem invariavelmente usadas pela crônica esportiva trazem o que de positivo?

    Nesse caso em discussão, o endeusamento de Maradona trouxe o que?

    Um exemplo a ser seguido? Ou uma nova religião?

    No caso doméstico, o uso e abuso dessas figuras de linguagem trazem o que de positivo?

    Exemplos a serem seguidos? Ou trágicas figuras acima do bem ou do mal?
    Trágicas figuras que, para justificá-las, cria-se uma “nova” moral nos meios de comunicação, do tipo; ‘o importante é o desempenho dentro de campo’, ‘ninguém tem nada a ver com o que o cara faz fora do clube’, não lhe parece muito semelhante com essa; ‘roubar todo político rouba o importante é fazer’.

    Bem, essa discussão é longa e trabalhosa e passa também pela crônica esportiva internacional. Fica mais uma vez o lembrete, não estou te acusando das mazelas lingüísticas de nossa mídia, apenas peguei o gancho para colocar o tema em discussão por achar relevante.

    Abraços,

  • Rodrigo Firmani

    André, permita um comentário de um palmeirense nas “notinhas pós-rodadas”. Apenas duas chamadas falando do Palmeiras? Uma sobre o público e outra sobre o resultado. Será que não cabia nada mais aí?

    Não vou ser repetitivo com o bordão bradado a quatro-ventos pela torcida palestrina (em que acredito, diga-se): “a imprensa despreza e trata mal o Palmeiras”.

    É sabido que há coisas mais relevantes (pra audiência, inclusive) a se comentar, como os garotos do Santos ou o desempenho fora do comum do Messi mas um post ou um comentário mais consistente do time mais bipolar que eu conheço também é relevante. Ou você não acha no mínimo curioso um time do porte e relevância do Palmeiras ganhar três partidas seguidas fora de casa (uma delas contra o Santos) e perder três seguidas em seu próprio domínio?

    Acredite, como palmeirense não estou aqui me sentindo “perseguido” pela imprensa e a crítica é construtiva. Só queria ouvir (ler) a sua opinião sobre o que se passa com meu time. A sua opinião é bem relevante pra mim. Abraço.

    AK: O padrão do post é tratar cada jogo com duas notas. Quando necessário, entra uma terceira. Ao comentar a vitória do Palmeiras na Vila, fiz três. Um abraço.

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