NOTINHAS PÓS-RODADAS (atualizado com a festa do Oscar)



* No Canindé, o Campeonato Paulista viu seu melhor jogo (Portuguesa 1 x 1 Santos: Héverto e Zé Eduardo – 9.135 pagantes). Daqueles em que só os melhores momentos dão uns 15 minutos de imagens.

* O nome do empate foi Fábio, goleiro da Portuguesa.

* Mano Menezes gostou mais do primeiro tempo do Corinthians (1 x 0 no São Caetano: Dentinho – 4.031 pagantes) na Arena Barueri. Mas foi só no segundo, e no fim, que o time venceu pela primeira vez em quatro rodadas.

* O técnico ainda deixou claro que o chamado “time titular” (o da Libertadores) pode ter novidades.

* O São Paulo (2 x 0 na Ponte Preta: Washington-2 – 9.487 pagantes) jogou fora de casa, mas Washington se sentiu como mandante.

* O Moisés Lucarelli, que já viu tantos gols dele, só estranhou as cores da camisa.

* Eram sete clássicos sem vitória do Fluminense (2 x 1 no Botafogo: Herrera, Fred e Mariano – 11.280 pagantes no Maracanã). Mas com o talento conhecido de Fred, e esperado de Wellington Silva, a escrita acabou.

* Achei exagerada a expulsão de Conca. E aposto que se o argentino do Flu não tivesse sido expulso, o argentino do Bota também não seria.

* “Jogamos mal, mas vencemos”. A declaração se tornou obrigatória no pós-jogo do Vasco (1 x 0 no Boavista: Carlos Alberto – 1.598 pagantes em São Januário), 100% na Taça Rio.

* No domingo que vem (clássico contra o Flamengo), será necessário jogar mais.

* O Flamengo não precisa de Adriano para ganhar (4 x 0: Bruno Mezenga, Léo Moura, Vinícius Pacheco e Vagner Love – 1.217 pagantes no Raulino de Oliveira) do Resende. Precisa?

* Mas na Libertadores, independentemente do adversário, o jogador mais caro do clube tem de estar em campo.

* O caso vale uma terceira nota: a decisão que o Flamengo tem de tomar em relação a Adriano já foi tomada: contratá-lo. Junto com o Imperador, vem um obrigatório kit de manutenção. Era assim na Inter de Milão, foi assim no São Paulo, é assim na Gávea. Se o clube entende que o retorno de marketing e os gols compensam os efeitos colaterais (até agora, compensam), tem de lidar com eles. Tudo se resume a dois pontos: o desempenho de Adriano nos jogos, e a paciência dos outros jogadores com as regras diferentes que existem só para ele.

* O Tupi (3 x 2: Anderson Lessa, Ademílson, Fabrício Soares, Gedeon e Pedro Ken – 7.844 pagantes no Mário Helênio) não ganhava do Cruzeiro há 23 anos.

* O gol de Ademílson está entre os mais bonitos do fim de semana.

* Incrível. Obina não marcou na vitória do Atlético (1 x 0: Júnior – 11.548 pagantes no Mineirão) sobre o Democrata.

* O meia equatoriano Edison Méndez, ex-LDU, é bom jogador. Se a contratação for fechada, o time do Atlético ficará melhor.

* De roupa nova, e bonita, o Grêmio (1 x 0 no Porto Alegre: Willian – 13.530 no Olímpico) fez outro gol antes dos 10 minutos de jogo.

* Já são 47 jogos de invencibilidade gremista em casa.

* Andrezinho foi esperto ao desviar da bola, para que ela chegasse a Eltinho, autor do gol da vitória do Internacional (1 x 0 – público ND no 19 de Outubro) sobre o São Luiz.

* Do meio para a frente, o Inter só escalou reservas. Guiñazu e Alecsandro entraram no segundo tempo.

* No Atle-TIba (1 x 1: Manoel e Marcos Aurélio – 21.353 pagantes na Arena da Baixada), um gol em cobrança de escanteio para o Atle e um em cobrança de falta para o Tiba.

* O líder sentiu-se vencedor, pois se aproximou do supermando.

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Lamento não poder fazer comentários sobre o Oscar, como em anos anteriores.

Infelizmente, não vi nenhum (repetindo: nenhum) filme que concorreu. Isso precisa mudar.

O primeiro será “Guerra ao Terror”, o segundo será “Avatar” e o terceiro será “Um Sonho Possível”.

Algo me diz, não sei bem por que, que gostarei dos três filmes, mas não concordarei com a estatueta entregue a Sandra Bullock.

Ao chegar do trabalho, vi a cerimônia de premiação enquanto consegui ficar acordado.

Do que acompanhei, a homenagem póstuma a John Hughes foi legal. Matthew Broderick me fez rir ao dizer que, por causa do diretor, não houve um dia nos últimos 24 anos em que alguém não se aproximou dele e o cumprimentou dizendo: “Olá, Ferris”.

Entre os filmes que são puro entretenimento, “Curtindo a Vida Adoidado” (“Ferris Bueller’s Day Off”) é um dos melhores da História.



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