O QUE VOCÊ VIU NA SUPER QUARTA?



Última data-fifa antes da Copa…

Concentrei minha atenção em dois jogos: França x Espanha e Alemanha x Argentina.

No Stade de France, quase 80 mil pessoas viram a diferença entre um time que poderia estrear amanhã no Mundial (e seria um dos favoritos) e outro que tem vários problemas e apenas 100 dias para resolvê-los.

Com Xavi e Fernando Torres poupados (entraram no segundo tempo), a Espanha jogou e venceu (2 x 0: Villa e Ramos – 79.021 pagantes) como se estivesse em casa.

Foi a primeira vitória espanhola em solo francês em 42 anos (6 jogos).

A Espanha é a seleção que joga o futebol mais vistoso da atualidade, e talvez a que tenha o melhor meio de campo, por causa de Xavi e Iniesta, os dois caras que fazem o Barcelona andar.

David Villa, obviamente, é um artilheiro.

O título europeu lhes tirou aquela pressão de quem “nunca conquistou nada”, e confiança não falta.

Mas em Copa do Mundo nada é garantido.

Em Munique, a Argentina venceu (1 x 0: Higuaín – 60 mil pagantes) a Alemanha, num jogo que de amistoso não teve quase nada.

Mas no bom sentido, o da competição, da vontade de ganhar. O goleiro Adler até foi para a área tentar o empate no final.

Aliás, a arbitragem do escocês Craig Thomson foi quase perfeita (talvez, muito talvez, tenha acontecido um pênalti em Klose no primeiro tempo). Critérios iguais para os dois lados e firmeza nos momentos em que as divididas foram um pouco mais fortes.

Caiu a invencibilidade de 10 jogos dos alemães, que sofreram com a habilidade do meia Angel Di Maria, destaque de um time que jogou muito mais do que nas Eliminatórias. Mas era só um amistoso.

Messi jogou pouco, em quantidade.



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