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Duas vitórias dos mandantes nesta quarta-feira, daquelas perigosas porque vieram acompanhadas por um importante gol dos visitantes.

Uma delas não deveria ter acontecido. Pelo menos, não como aconteceu.

Em Munique, o Bayern venceu a Fiorentina por 2 x 1, com um gol (o segundo, aos 44 minutos do segundo tempo) irregular, pois Miroslav Klose estava impedido.

Em coisa de 20 segundos depois do gol, o mundo inteiro sabia que a vantagem alemã era injusta, menos o coitado do trio de arbitragem. Será que algum membro do International Board estava acordado?

No estádio onde mulher bonita não entra, o Porto recebeu e derrotou o (desfalcado) Arsenal, também por 2 x 1. O volante brasileiro Fernando jogou muito bem, principalmente no segundo tempo.

O goleiro polonês Fabianski substituiu Almunia, machucado, e falhou nos dois gols portugueses.

A próxima rodada das oitavas de final da UCL está marcada para o dia 23:

Stuttgart x Barcelona

Olympiacos x Bordeaux

O goleiro



  • Bah, não peguei a piadinha da mulher bonita. O que eu perdi?

    AK: O nome do estádio. Um abraço.

  • Anna

    Eu vi Porto e Arsenal. No outro jogo, estava torcendo pela lilás Fiorentina. Adoro Champions League! Feliz que o Porto venceu!

  • Othon

    em compensação, no jogo Milan e Man Utd, parecia que era proibido entrar mulher feia…rs

  • Cesar

    Porto e Arsenal jogaram no Estádio do Dragão (captou???)
    Achei estranho aquele segudo gol do Porto (lembrou muito um gol que a Bolívia fez no Brasil, nas eliminatórias para 1994).
    O certo não era esperar a barreira????

    Abraço.

    AK: O jogo foi Chile x Brasil. Nas duas situações, o juiz agiu corretamente. Um abraço.

  • M.Silva

    André,

    procurei no livro de regras disponível no site da FIFA e não encontrei disposições sobre a questão da formação da barreira no tiro livre indireto dentro da área. Eu me lembro de já ter ouvido dizer que, nesses casos, a espera pela formação da barreira seria obrigatória, mas acho que foi na ocasião do jogo Brasil e Chile pelas eliminatórias para a Copa de 1990 – ou seja, poderia ser somente choradeira dos comentaristas de então, ou uma interpretação da época. Você poderia oferecer as referências para a interpretação que usou na resposta ao Cesar?

    Obrigado,

    M. Silva

    AK: Você não encontrou nada no livro porque a barreira não faz parte da regra do futebol. Ela só existe para garantir que os jogadores do time que se defende estejam 9,15m distantes da bola. Se o time que ataca quiser bater a falta com jogadores mais próximos, correndo o risco da jogada sofrer interferência, ele pode bater. Um abraço.

  • Mauro Domingos

    Hahahahahah….
    Só tu mesmo pra me fazer rir numa quinta feira a tarde após o carnaval…
    Boa essa…

  • Bruno

    O volante brasileiro não seria o Denilson?

    AK: Denílson joga no Arsenal. Estou falando do Fernando, que joga no Porto. Um abraço.

  • M.Silva

    André,

    obrigado pela resposta. Li mais detidamente o livro de regras e, apesar de a barreira de fato não constar dele, se cotejamos todas as regras e recomendações a esse respeito, pode-se concluir – por exclusão – que não há diferença entre o tiro indireto dentro ou fora da área no que diz respeito à cobrança rápida. Lembro-me nitidamente, contudo, do auê na época acerca da suposta irregularidade do gol do Chile.

    Um abraço,

    M. Silva

  • Leonardo Pires

    André, a questão levantada pelo M. Silva faz sentido. Ainda que compreendendo os esclarecimentos que vc postou, restou a dúvida sobre o motivo por que, então, há momentos em que é obrigatório ao time que ataca aguardar a autorização do árbitro para bater a falta. A diferença reside em ser o lance de tiro livre direto ou indireto?

    AK: Se o time que vai bater a falta pede a formação da barreira, fica obrigado a aguardar o apito do árbitro. Um abraço.

  • Leonardo Pires

    André, grato pelo esclarecimento. A questão, pelo que entendi, portanto, não é o time que vai bater a falta “pedir a formação da barreira”, mas, sim, exigir a distância, em relação à bola, de 9,15m dos jogadores do time que se defende.
    A ressalva que faço em relação à atuação do árbitro no lance é pelo fato de que, se observamos com mais atenção, o goleiro estava retornando ao gol e se recusando a entregar a bola ao adversário antes de chegar ao seu destino. O árbitro chega, com a autoridade de que foi investido, e exige a imediata entrega da bola, repassando-a, ato contínuo, ao jogador que teve a entrega da pelota antes lhe recusada pelo goleiro.

    AK: O árbitro agiu corretamente. A bola não pode ficar em poder do time que se defende, pois isso retarda a sequência do jogo. Um abraço.

  • Leonardo Pires

    Então, André, seguindo esse raciocínio, o goleiro tb não pode ser crucificado. Se ele não pode retardar a entrega da bola até que chegue ao gol, nada poderia ser feito senão o que efetivamente realizado.

    AK: Teoricamente, não. Mas entregá-la ao árbitro e virar de costas é um risco (como vimos) muito grande. O que normalmente se faz é aquela brincadeirinha de ficar passando a bola entre companheiros, ou alguns defensores se posicionarem na frente dela. O Fabianski foi ingênuo. Um abraço.

  • Leonardo Pires

    É, André, negar que o goleiro foi ingênuo realmente seria tolice. Só acho que o árbitro tb o foi. E quando se põe uma raposa no meio das ovelhas (sem nenhuma depreciação em relação a ninguém aqui), é praticamente certo o resultado…

    AK: O árbitro não foi ingênuo. Ele cumpriu a regra. A posse de bola é do time que vai cobrar a falta, e que pode cobrá-la rapidamente, se quiser. Um abraço.

  • Leonardo Pires

    André, está virando, como diria o Xexéo, uma fita-banana. Ainda sendo a posse de bola do time que vai cobrar a falta, nada implica dizer que o árbitro precisa, imediatamente, entregar a bola para cobrança. Diversos fatores podem indicar ao juiz ser oportuno ou necessário aguardar. Digo que o árbitro foi ingênuo pois ele não esperava, ao tomar a bola da mão do goleiro (relembro que este relutara em entregá-la ao adversário) e repassá-la ao jogador do time que bateria a falta, que a cobrança fosse feita tão rapidamente. Sequer se lembrou, naquele exato momento, de tal possibilidade. Confirmo tal afirmação com a trombada que o juiz levou de um dos jogadores. Não acredito, ademais, que o árbitro procurasse imagens como aquelas fazendo parte de seu currículo… Nesse jogo, experiência para ser esperto sem infringir as regras ou ser desleal é, no mais das vezes, indispensável… Característica necessária tb ao apitador.

    AK: Cara, a Fifa orienta os árbitros a garantirem que o jogo seja interrompido pelo menor tempo possível. Cobranças de falta estão entre os momentos em que o jogo para mais, por isso (além, é claro, de não querer prejudicar o time que ataca) a atitude do árbitro em entregar a bola ao batedor. Um abraço.

  • Leonardo Pires

    André, extremamente agradável esse debate. Você consegue conhecer os frequentadores aqui do seu blog? Digo assim: você se lembra dos nomes dos participantes a ponto de saber que, frequentemente, tenho contigo algumas boas e longas discussões por aqui, tais como aquela sobre o “apito eletrônico”?

    AK: Claro que lembro. Um abraço.

  • Leonardo Pires

    Valeu, André! Se você for fazer alguma cobertura da Seleção em Teresópolis, antes da mudança da sede, a gente podia combinar um almoço lá na Taberna Alpina. Sei que é assunto pro ‘Mais Gelo’, mas minha esposa é apaixonada pelo filé à cubana de lá. Minha família – imensa – é toda de Teresópolis; eu é que me desgarrei e vim parar em Niterói. Pense aí na possibilidade…

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