NOTINHAS PÓS-RODADAS (e um recorde no Texas)



Começando pelo clássico carioca:

* Fred perdeu gols que ele normalmente faz, e o Vasco (0 x 0 com o Fluminense, 6 x 5 nos pênaltis – 30.490 pagantes no Maracanã), pela primeira vez em seis anos, está numa final de turno estadual.

* Por falar em Fred (que obviamente não tem culpa): a cobrança dele na decisão por pênaltis é a prova de que algo precisa ser feito em relação à paradona.

* Após a derrota do América (2 x 1 para o Olaria), Bebeto está no mercado. A primeira experiência dele como técnico durou oito jogos – 3V, 1E e 4D.

* Constrangedora falha de Felipe no gol da Portuguesa (1 x 1 com o Corinthians: Marco Antonio e Elias – público ND no Canindé), que inexplicavelmente jogou de preto numa tarde infernal em São Paulo.

* Defesaça de Fábio no último minuto do jogo, impedindo (com a colaboração da trave) um gol de cabeça de Jucilei.

* Primeira vitória do São Paulo (1 x 0 no Ituano: Rogério Ceni – 6.953 pagantes no Novelli Junior) fora de casa no ano, com o octagésimo-sétimo gol de seu goleiro.

* E se o calor das 3 da tarde (horário real) já era absurdo em São Paulo, imagine como estava em Itu…

* O Palmeiras (1 x 1 com o Botafogo: William e Léo – 10.481 pagantes no Santa Cruz), que pelo menos jogou à noite em Ribeirão Preto, certamente sentiu o cansaço na semana em que foi ao Piauí jogar pela Copa do Brasil.

* Ótima atuação do goleiro Weverton, um dos motivos pelos quais o Botafogo não perde há cinco jogos.

* O Pacaembu não viu a festa que esperava na estreia de Robinho como titular do Santos (2 x 1 no Rio Claro: Jackson, André e Giovanni – 32.001 pagantes), diante do sempre ótimo público quando o time joga em São Paulo.

* Mas viu uma vitória de virada do líder do Campeonato Paulista, com gol de Giovanni aos 44 minutos do segundo tempo.

* A quarta expulsão na temporada não impediu o Cruzeiro de vencer (2 x 0 na Caldense: Wellington Paulista e Gilberto – público ND no Ronaldão) e chegar à vice-liderança do Campeonato Mineiro.

* Fábio (um dos quatro titulares escalados) pegou um pênalti, o árbitro mandou voltar, e ele pegou de novo.

* Obina marcou pela primeira vez com a camisa do Atlético Mineiro (2 x 2 com o Uberaba: Obina, Muriqui, André Nascimento e Douglas – público ND no Uberabão), que permitiu o empate no final do jogo.

* O paraguaio Cáceres foi expulso no primeiro tempo.

* A vitória do Grêmio (2 x 1 no São José: Juca, Mithyuê e Fábio Santos – 3.807 presentes no Olímpico) só aconteceu porque o termômetro marcou dois graus a menos do que o limite de 35, imposto pelo sindicato dos jogadores.

* Estranho que a medição oficial, da Federação Gaúcha, tenha sido feita na sombra. O Olímpico é coberto?

* A vantagem na fase decisiva da Taça Fernando Carvalho é do Internacional, que venceu o Esportivo (2 x 1: Kléber, Marco Aurélio e Alecsandro – público ND no estádio Montanha dos Vinhedos) e somou o maior número de pontos.

* O Inter insiste em antecipar o jogo contra o Juventude para quarta-feira à tarde (o Grêmio joga à noite), mas a proximidade entre o Beira-Rio e o Olímpico preocupa a Polícia Militar.

______

O fato de 108.713 pessoas terem assistido a um jogo de basquete, marca que vai para o Livro dos Recordes, já é suficientemente especial.

Me faz lembrar os jogos da seleção brasileira de vôlei, nos anos 80, realizados no Maracanã e no Morumbi.

Ou quando a Espanha fez a final da Copa Davis de tênis num estádio para 72 mil pessoas em Sevilha.

Na boa, é legal pra caramba.

A fartura de espaço no Cowboys Stadium permitiu que a NBA fizesse um show espetacular na abertura do All-Star Game (Leste 141 x 139 Oeste, Dwyane Wade MVP com 28p, 11a, 6r),

Não falo da performance do rapper Usher, que não está entre meus preferidos. Mas sim da apresentação dos jogadores.

Num palco montado ao lado da quadra, os titulares literalmente brotaram do chão, erguidos à superfície por plataformas, com a devida produção de luzes e fumaça.

Depois, atravessaram um corredor com fãs dos dois lados, tocando as mãos das pessoas até chegarem à quadra.

Cobri quatro edições do Jogo das Estrelas, entre 2001 e 2004, e pude ver de perto do que a NBA é capaz de fazer.

Mas o pré-jogo de ontem em Dallas foi, de longe, o melhor de todos.



MaisRecentes

Em voo



Continue Lendo

Não estamos prontos



Continue Lendo

Ferido



Continue Lendo