UMA NOVA ORLEANS



O pequeno Baylen ficou menos tempo nos braços de Drew Brees do que o troféu Vince Lombardi, que pela primeira vez foi carregado por alguém vestindo o uniforme do New Orleans Saints.

Mas a foto acima (crédito: Barton Silverman/The New York Times), para mim, é a imagem da noite.

Uma noite em que um resultado inesperado parecia escrito, encomendado, inevitável.

10 a zero contra… uma quarta descida não convertida… a defesa que não conseguia tocar em Peyton Manning… nada mais natural, para o New Orleans Saints, do que a aparente proximidade da derrota.

Mas enquanto o The Who fazia o SHOW do intervalo, o técnico Sean Payton preparava uma das maiores pegadinhas já aplicadas em um Super Bowl: o onside kick que devolveu a bola aos Saints, em ótima posição de campo.

Não há vitória sem coragem.

A partir dali, Drew Brees comandou o jogo magistralmente, o que significa que Peyton Manning só podia olhar.

A conversão de 2 pontos (decisão óbvia pelas circunstâncias, mas sempre arriscada), recepção espetacular de Lance Moore, foi outra jogada decisiva. Assim como a interceptação de Tracy Porter, para começar a festa.

Como já escrevi aqui, nada será capaz de recuperar o que aconteceu em Nova Orleans em agosto de 2005. Muito menos um jogo de futebol americano.

Mas a vitória (31 a 17) dos Saints no Super Bowl XLIV é o tipo de “filme da vida real” que a gente gosta de ver.

Foi bonito.



MaisRecentes

Terceirão



Continue Lendo

“Algumas tapas”



Continue Lendo

Humanos



Continue Lendo