NÃO É TODO DIA…



Não fico muito à vontade para publicar fotos em que apareço. Mesmo porque estou apenas cumprindo minha obrigação.

Mas digamos que o entrevistado torna a imagem especial, por isso ela está aqui (e também está no blog do meu camarada Everaldo Marques, onde você pode acompanhar todas as notícias do Super Bowl XLIV).

Junto com a caminhada do New Orleans Saints pós-Katrina, Peyton Manning é a grande história deste jogo.

O cara é provavelmente o melhor jogador de futebol americano da atualidade, acaba de ganhar o quarto (um recorde) troféu de MVP da temporada regular. Está a dias do que pode ser sua segunda conquista de SB, e a semanas de se transformar no quarterback mais bem pago da história do esporte.

O dono dos Colts lhe dará um novo contrato, com valor anual próximo de US$ 20 milhões, e luvas de US$ 50 mi.

Deve dar para comprar um boné…

Mas é seu encontro com os Saints que torna essa história especial.

Peyton nasceu em Nova Orleans, cidade onde sua família viveu durante as doze temporadas em que o pai, Archie, foi o quarterback titular dos Saints.

Os Manning adorariam que o adversário do filho neste domingo fosse outro…

Sobre o assunto, escreverei mais em minha coluna no Lance! de sábado.

Apenas um detalhe sobre a imagem acima (mais uma cortesia de Serginho Prado, e o cara ao lado da câmera é o cinegrafista Marcelo dos Santos, da ESPN): essa foi a terceira sessão seguida de entrevistas com todos os jogadores dos Colts, parte do pacote que é a semana do SB.

Claro que alguns são mais assediados do que outros.

Peyton Manning passou 45 minutos dos últimos três dias falando do começo ao fim das sessões.

O número de respostas mal humoradas/monossilábicas/inferiores a cinco segundos?

Zero.



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