TÃO PERTO E TÃO LONGE



Acima (a foto é cortesia do meu camarada Sérgio Prado, produtor da ESPN), a vista do bar da piscina do hotel onde o Indianapolis Colts está hospedado, em Fort Lauderdale.

Dê uma olhada no cenário e imagine se seria legal passar uns dias por aqui.

Agora imagine estar a poucos metros da areia, com tantas opções de lazer (ou ócio, o que, muitas vezes, é melhor) e não poder escolher nenhuma.

É o caso dos Colts, que estão em viagem de negócios.

Não precisa ficar com pena dos caras, que fazem o que gostam, ganham incrivelmente bem e estão muito perto do objetivo de uma carreira inteira.

O curioso é que o único jogador que foi à praia, na verdade, não queria estar lá.

Dwight Freeney, melhor defensor dos Colts, tem andado descalço na areia para acelerar a recuperação do tornozelo direito. Ele pretende se curar, em duas semanas, de uma lesão de ligamentos que pede no mínimo seis.

“Se eu jogar no domingo, tentarei ser eu mesmo. Ou o mais próximo que eu puder”, ele disse.

A questão que está diante da participação de Freeney no Super Bowl XLIV é comum no esporte: quanto vale metade de um craque, no jogo mais importante do campeonato?

Os Colts ainda não sabem a resposta.



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