DÚVIDA CRUEL



(reforço o lembrete de que este blog está operando em modo de plantão)

De longe, muito longe, leio que o Ministério Público de São Paulo vetou 9 estádios para os jogos de estreia do Campeonato Paulista (aquele que, um dia, foi chamado de “Paulistão”).

Se não for apenas mais uma simulação de eficiência (é preciso manter a desconfiança…), palmas.

O aspecto mais atrasado do futebol brasileiro são os estádios. Não é necessário entrar em detalhes.

A Copa do Mundo de 2014 promete tratar dessa questão, entregando ao país 12 arenas “de primeiro mundo”. Sem elas, modernas, bonitas e de acordo com o livrinho da Fifa, não há Mundial.

Pois bem. Há uma questão mais interessante nessa conversa. Na manhã da segunda-feira seguinte à final da Copa, herdaremos (em tese) alguns dos melhores estádios do mundo. E o que faremos com eles (obviamente a pergunta só vale para as sedes onde existe futebol profissional)?

Duas opções:

1. Adaptaremos “nossa maneira de frequentar e cuidar de estádios” a uma realidade nova, de arenas confortáveis, funcionais, etc.

2. Adaptaremos essas arenas confortáveis, funcionais, etc. à “nossa maneira de frequentar e cuidar de estádios”.

A opção 1 é evolução. A opção 2, deixo para você definir.

Temos pouco mais de 4 anos para resolver o que vamos fazer.



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