A FAMÍLIA DUNGA



Perdão pelo sumiço.

Os últimos dias foram marcados por longas viagens de carro, voos quase perdidos, insanas discussões com o aparelho de GPS, e entrevistas com jogadores brasileiros que devem disputar a Copa do Mundo de 2010.

Estivemos em Barcelona, com Daniel Alves.

Em Villarreal, com Marcos Senna e Nilmar.

Em Sevilha, com Luis Fabiano.

E estaremos em Madri para conversar com Kaká.

Tudo para o programa “A Copa É Nossa”, da ESPN Brasil.

As entrevistas já colhidas (menos a de Senna, é claro) têm uma coisa em comum: elogios animados, e absolutamente sinceros, ao ambiente que hoje existe na Seleção Brasileira.

E o interessante é que os jogadores mencionaram como é gostosa a convivência a cada vez que o time se reúne, como se formou um grupo que continua em contato (por telefone e mensagens de texto) mesmo depois que cada um foi para seu clube, sem terem sido perguntados sobre o assunto.

Quando lembramos que jogadores têm se apresentado machucados à Seleção, não há como negar que há algo realmente especial os unindo.

Parece conversa pronta, eu sei. Mas é real.

E como essa (a formação de um grupo que se relaciona com a Seleção da melhor maneira) era a primeira missão de Dunga, é preciso que se diga: está cumprida.

Bom assunto para uma coluna de jornal.



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