MAIS UM LIVRO DO CELSO



Aos interessados no assunto:

Celso Unzelte, autor do quarto volume da coleção, sabe do que escreve.



  • Anna

    Muito bom! Não posso ir a São Paulo, comprarei pela internet. Gosto muito do Celso. Eu o acho ótimo. Sabe se ele vai lançar no Rio de Janeiro? Abraço, Anna ps. o primeiro livro que li sobre o tema foi o do PVC, emprestado por meu caro amigo Henrique Coelho, no primeiro período. O livro me marcou.

  • Renato Mello

    Parabéns ao Celso. É um profissional que admiro muito. Além de excelente, é bem humorado, principalmente quando se mete a cantar (??rss) os hinos dos clubes do Brasil, conhecidos ou não. Sucesso a ele mais uma vez!
    André, se me permite fugir do post um segundo,gostaria de uma opinião sobre um assunto que têm se tornado uma decepção constante para mim,em particular, e, creio, para todos que curtem ao menos um pouco de tênis e não passaram a acompanhar somente após a “era Guga” (ou até mesmo estes…). Me refiro à repercussão negativa em relação às revelações bombásticas de Andre Agassi em sua biografia “Open”, onde confessa, entre outras coisas, ter entregado jogos, ter fumado maconha, ter se dopado com outra droga e mentido para a ATP, culpando o auxiliar para fugir de uma punição, além de estar detonando outros tenistas que enfrentou em sua carreira, como Courier, Kafelnikov,Becker, e até mesmo SAMPRAS! Putz, quem teve o inestimável PRAZER em ver Agassi jogar – especialmente nos aguardadíssimos duelos contra Sampras -, via seu comportamento em quadra, sempre educadíssimo, um gentleman, independente se vencia ou perdia, creio que tem se decepcionado MUITO com as declarações que o mesmo dá em seu livro. Até onde afinal a fama, a fortuna, os títulos no esporte, ajudam a esconder a real personalidade de uma pessoa? Creio entender melhor agora porque John McEnroe sempre foi como foi e nunca ligou para o que falaram dele (era outro que eu adorava ver jogar;e seu temperamento pra mim era um show à parte… pra mim ele era o “Piquet” do tênis). Não tentava ser cavalheiro, aparentar gentilezas, mostrava mesmo que odiava perder, quebrava raquetes, e azar o que falassem. Não estou dizendo que as pessoas tenham que ser dessa forma, mas um esporte considerado nobre,de elite, sempre vi tratarem McEnroe de forma diferente pelo seu estopim curto (ou pela falta dele, mesmo…), e todos nós sempre reverenciamos Agassi por ser exatamente o OPOSTO de um McEnroe. Confesso que além da decepção, me pergunto em que acreditar agora. Com todo o talento que tinha, não havia necessidade disso… mas paciência. Mais um mito que cai (não o talento, mas o cavalheiro perfeito na vitória ou na derrota, o “verdadeiro esportista”, como era tratado por muitas vezes…) é muito triste isso em um mundo com tão poucos ídolos a se admirar ainda…
    Grande abraço, e se possível gostaria de uma opinião a respeito.
    Renato Mello

    AK: Cara, acho que está havendo uma confusão aqui. Uma coisa são as revelações pessoais do Agassi. Outra é o seu comportamento dentro da quadra. Particularmente, eu não me decepcionei com os fatos revelados, porque acredito que esportistas (independentemente do nível) são pessoas como nós. Têm problemas, defeitos, fraquezas. E não vou deixar de admirar a fleugma com que ele jogava, apenas porque o mundo agora sabe que ele não é perfeito. Para mim, são coisas diferentes. Um abraço.

  • Renato Mello

    André,creio não ter me expressado bem; não deixei de admirar o TALENTO de Agassi, como cito acima; o JOGADOR que ele foi também não. Mas o conceito do DESPORTISTA, para mim, cai sim a partir do momento em que ele confessa ter ENTREGADO JOGOS (não condenamos jogadores de futebol que fazem isso?), independente do motivo; ter se dopado e CULPADO outra pessoa para FUGIR de uma punição (isso é fraqueza de caráter; sem contar o linchamento moral que essa pessoa deve ter passado durante anos, até hoje,especialmente em um país tão passional em relação a seus ídolos como os EUA. E agora?). Sei que esportistas são pessoas como nós, claro. Têm seus defeitos e suas qualidades como nós. Ok. Mas qualquer pessoa que cometa um ato ilícito, independente de ser um esportista, professor, gari, etc., deve sofrer as consequências. O que me incomoda é simplesmente Agassi revelar agora todas essas coisas e… ??? Alguém acredita que a ATP fará algo? Eu sinceramente não. E os títulos conquistados de forma ilegal (dopado)? Em minha opinião, deveria perdê-los. E teria a mesma opinião se fossem os títulos de Gustavo Kuerten em Roland Garros. Ou várias gerações não só de tenistas, mas de futuros esportistas, baseados no “exemplo”, acharão que um dia também poderão ganhar um título assim, afinal, se Agassi pôde…
    Agora, quanto ao talento que ele foi, os jogos que vi,etc.,etc., não discuto. Perfeito, NINGUÉM é. Continuarei a ter na memória jogos memoráveis dele. Só creio que a história do ESPORTE ficou mais triste. E como disse antes, alguém com o talento dele não precisava disso. E de “bônus”, também não precisava sair detonando ninguém. Poderia ter sido mais elegante. Claro, é apenas e tão somente a minha opinião.
    Até;)
    Renato Mello

    AK: Duvido que haja um tenista que não tenha “desistido” ou “entregado” um jogo, quaisquer que tenham sido os motivos. Ou porque, como declarou o Agassi, não queria enfrentar o adversário seguinte, ou porque não aguentava mais a cidade onde estava, ou porque queria voltar para casa. Isso é frequente.

    Sobre “títulos conquistados dopado”, vamos com calma. Agassi confessou ter usado metanfetamina por um período, e isso apareceu no exame uma vez. A ATP cometeu um erro gravíssimo ao ignorar o caso e não puni-lo (mesmo porque muitos tenistas menos famosos foram suspensos em circunstâncias semelhantes), mas isso não quer dizer que ele ganhou torneios dopado. Pode ter ganhado? Sim. Pode ter mentido que foi pêgo uma vez só? Sim. Pode ter usado outras coisas, que melhoram performance? Sim. Mas não sabemos. Com a palavra, a ATP. Se Agassi não passou no controle de dopagem outras vezes, a entidade sabe. Um abraço.

  • Leandro Thome

    Andre,

    Se vc tiver a oportunidade, faca o download do podcast do “60 Minutes”, programa jornalistico da CBS dessa semana. La tem uma entrevista do Agassi com a Katie Curric em que ele fala sobre o livro e que usou a droga por quase um ano…

    Vale a pena.

    Abraco

    AK: Já vi. Ótima entrevista. Obrigado. Um abraço.

  • Anna

    Gostaria de saber o que o André Agassi falou do Becker, do Sampras. O Fernando Meligeni comentou algumas coisas em seu blog. Você sabe? Eu particularmente acho que uma pessoa que admite que se dopa, não é só honesto, mas está querendo vender livros. Eu o admirava, mas à medida em que ele usou drogas, seus resultados foram postos em xeque. Eu penso desta forma, não sei. É pena! Abraço, Anna

  • Rejane

    Eu assistir no Programa Ponta Pé Inicial o jornalista Celso falando sobre esse livro! Achei o livro super interessante porque fala sobre a decisão do Celso em escolher o jornalismo esportivo!
    Quanto ao Agassi, achei que quem vacilou em não tê-lo punido na época do exame foi a ATP! Achei uma injustiça! Mesmo assim admiro o tenista Andre Agassi mas comecei a gostar de assistir do esporte com o tenista Pete Sampras!
    André, nem parece que o BR-9 mudou de liderança porque só falam do Simon e do Belluzzo!

  • Pedro Valadares

    Poxa, eu sou da linha do André. Não vou deixar de admirar o Agassi porque ele se drogou. Por um lado, eu até achei correta e sensível a medida da ATP de não punir o Agassi. Eu acho que se ele passasse um ano parado, podia se afundar nas drogas. Claro que a entidade não deve ter pensado só nisso, deve ter querido defender seu prestígio e tudo mais.

    Acho que a medida pode ter mudado o rumo da vida do Agassi. Por outro lado, acho que não tinha motivo pro Agassi revelar isso agora. Botou todo mundo sob suspeita…

    Abs!

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