O OLHO DO FALCÃO



Eu juro que não quero me empolgar…

Mas ao ler essa nota, a tentação é muito grande.

Algumas coisas são muito boas para ser verdade.

Será que alguém adicionou energético ao chá dos senhores do futebol?



  • Joao Luis Amaral

    Há luz no fim do túnel, André! É de uma lanterna bem pequena, com pilhas já gastas, mas há…
    (será que o Blatter entendeu o que é o olho do falcão? he he!)
    Abs.

  • Saulo

    Muito boa essa iniciativa da FIFA.
    Se esta idéia for para frente será uma grande evolução para o futebol
    Com essa tecnologia acabam-se as robalheiras e erros bisonhos das arbitragens, a não ser que se manipule o próprio sistema hawk.
    Sendo assim, que venha logo, pois chega de falsos campeões e campeonatos arranjados.

    PARABÉNS FIFA

    André, por favor, nos matenha informados sobre o desenrolar desta noticia.

  • Não sei você, mas seu pai declara abertamente que é ateu. Faça o seguinte: mostre essa nota a ele e fale “Tá vendo?! Deus existe!!!” hahahaha…

    Abraço!

  • Paulo

    Também sou a favor da instituição do apito eletrônico. Acredito que sua adoção possa ajudar a civilizar o futebol, desde que as torcidas entendam que uma verdadeira revolução na cultura do esporte é necessária. O torcedor brasileiro, das principais equipes do país, sempre gostou de celebrar mais as vitórias polêmicas, discutíveis. Faz parte da índole latina que festeja a malandragem enquanto esperteza. E daria também um contrapeso importante aos chamados “erros de arbitragem”, cada vez mais frequentes e igualmente banalizados quando o time prejudicado não é o nosso! Abraços André… Vamos aguardar com ansiedade pela confirmação da boa nova!

  • Rodrigo (odabeb)

    Ôpa, como disse o João Luis, no primeiro post, parece ser uma luz no fim do túnel. Se bem que, vindo da FIFA, pode ser um trem na contramão… rs

    Mas, falando sério: a idéia é ótima… o argumento mais usado pelos que são contra o uso da eletrônica é que isso faz parte do folclore do futebol… “ah, a graça do futebol são as discussões nas esquinas sobre se foi ou não impedimento e tal”… na boa: se o jogo é bom, ferrem-se as polêmicas de arbitragem… alguém se apegou a isso depois do jogão Santos x Palmeiras?? Ou do Fla x Flu de domingo??

    Só espero que a FIFA não faça a maionese desandar…

  • Anna

    Vai ser legal se aprovarem o “olho do falcão”.

  • Alexandre

    Mas a nota diz que é só para saber se a bola entrou no gol ou não. Este tipo de dúvida é muito rara, então não mudaria quase nada.
    Só seria interessante se eles quisessem usar o sistema para dúvidas de impedimento.

    AK: Já seria um começo, não? Um abraço.

  • luLa_dodói

    Vai sonhando, AK. rsrs Nem o tal do spray, nem o spray…rsrs t+

  • Marcos Vinícius

    Mas e a tal da bola com chip?qual a diferença entre o uso da dita bola e o “Olho do Falcão”?Se é pra saber se a bola entrou ou não,não dá na mesma usar a bola com chip?

  • Massara

    Leonardo pateticano, o Kleber não é ídolo da torcida do Cruzeiro e nem nunca foi. Ídolos (vou citar somente os recentes) são Sorin, Alex, Geovanni, Gottardo, Ricardinho, Dida, Gomes, Cris, Dracena, Nonato, Marcelo Ramos etc.

    Jogadores que ficaram aqui por um tempo razoável e ganharam alguma coisa pelo Cruzeiro. Retribuíram o carinho da torcida com títulos e histórias.

    Você, torcedor galináceo, não sabe o que é isso caso tenha nascido depois de 1971. Então fique quietinho, por favor.

    E vou fingir que o Kleber não fez gol no patético na goleada de 5 a 0 desse ano, ok? Para entrar para a história das humilhações galináceas (acho que compara com a segunda divisão)…

    Abs.

  • Massara

    AK,

    Quanto ao “Eagle Eye”, perfeito!

    Abs.

  • Massara

    Aliás, eles o chamam de “hawk eye”.

    Eagle eye é o filme.

    Abs.

  • Rafael Tamashiro

    Se contra os fatos não há argumentos, contra o sistema informatizado há 99,99% de chance de erros, que venha então!

  • BASILIO77

    Ótima notícia.
    Assim pode-se voltar com os “mata-mata” sem chororô…..kkkkkkkkk…
    Abraço.

  • Marcel Souza

    É um primeiro passo, mas acho que ainda vai longe essa discussão até ela ser aprovada. Vamos torcer!

  • flavio assuncao

    Desculpe mudar o assunto, André, mas olha porque nem os jogadores argentinos respeitam mais o Maradona, está hoje no as da espanha.

    Pero al Pelusa, que en el entrenamiento de ayer a puerta cerrada probó con Messi e Higuaín como pareja titular en el ataque, le falla la puerta de atrás. Bilardo y otros filtran situaciones que perjudican su imagen como entrenador. Por ejemplo, que la víspera del partido con Brasil (que perdió 1-3) les puso un vídeo motivador a los jugadores: lo protagonizaban sus familares. Uno les decía: “¡Vamos, echadle huevos ante esos negritos!”. Otro clamaba: “¡Ganad por nosotros y por todos los argentinos”. El final fue tremendo, la mayoría de los futbolistas quisieron que se les tragara la tierra.

  • flavio assuncao

    esqueci do Link do grupo Catastro Feroz , grupo de humor tipo Cassseta que só faz canções contra Maradona. De uma Olhada.

    http://www.youtube.com/watch?v=Trh2KRkQouo

  • Marcelo Coelho

    Se isso for aprovado vai ser o passo final da transformação do futebol.
    Vai deixar de ser um esporte popular, acessível e de fácil compreeensão para se tornar um esporte elitista e complicado.
    E ainda assim sujeito a erros.
    Sou contra! Racionalmente contra!
    Parabéns pelo Blog.
    Abraço

  • Marcos Vinícius

    A Marcelo Coelho:

    Amigo,concordo com vc em parte.Acho que esse negócio de saber se foi gol ou não importante demais pra gente taxar isso como o princípio da elitização do futebol.Acho que QUALQUER OUTRA COISA ALÉM DISSO NÃO DEVERIA SER ADOTADA.QUALQUER COISA MESMO!Tipo replay para saber se foi impedimento ou não,congelamento de imagem,enfim,qualquer coisa que venha a tornar o futebol,como vc mesmo disse,um esporte elitizado.Se essa mudança for adotada,e apenas essa mudança,tá bom.Mas que pare por aí.

    Grande abraço.

  • Marcelo Coelho

    Marcos Vinicius,
    O legal do futebol é que ele é o mesmo no mundo inteiro. Assisti jogo no Nou Camp por exemplo, dentro das quatro linhas é tudo igual. As regras, jogadores, bola, traves, é tudo igual.
    Fora de campo é diferente, na Europa por exemplo a cerveja é liberada nos estádios, aqui não. Isso é outra coisa ridícula.
    Vai ter eletrônica em Honduras, ou na Bolívia?
    A Bolivia meteu 6 a1 na Argentina e Honduras já ganhou do Brasil. Isso porque dentro de campo é tudo igual, seja aqui ou na Tailândia.
    Eletrônica é bom para o tênis ou NBA, elitizados, muito legais, mas muito pouco populares e restritos.
    A eletrônica não vai resolver nada. Basta ver o número de lances que as pessoas discutem por semanas e não chegam nunca a uma conclusão.
    Grande abraço

  • Marcos Vinicius

    O futebol é o mesmo no mundo inteiro.Concordo.As regras são as mesmas no mundo inteiro.Concordo.
    Na Europa a cerveja é liberada.E,também na Europa,não há alambrados dividindo as arquibancadas do campo.Lembro que a primeira vez que assisti um jogo da Premiér Leugue fiquei escandalizado.A torcido bem perto do campo,se algum insano(entenda esse insano como mal educado)tentasse invadir o campo,não teria grandes dificuldades,pois o acesso é fácil.Isso,amigo,infelizmente é questão de ter uma população desenvolvida socialmente ou não.Já imaginou um Vasco x Flamengo no Maracanã sem o fosso que divide a arquibancada do campo?Seria genocídio.Em suma,isso abrange cultura,costume e,acima de tudo,desenvolvimento social.Infelizmente.

    Em alguns países da América do Sul,o futebol não é o esporte mais popular.Beisebol,basquete e até mesmo o rugbi tem preferência de maior parte da população em determinados países.Ano passado a Venezuela ganho do Brasil por 2 x 1 em amistoso.O feito ganhou um cantinho na primeira página do principal jornal esportivo do país,cuja capa falava,principalmente,de beisebol.E,sinceramente,não sei se tais países e esportes utilizam recursos eletrônicos.Acho que não dá pra tomar o continente americano como parâmetro em relação a isso.

    O tênis,na minha modesta opnião o segundo esporte mais elitizado do mundo,perdendo apenas para o golfe,utiliza recursos eletrônicos.E,do alto de minha ignorância,até onde sei restrige-se ao dito”Olho do Falcão”.Perdoe-me caso eu esteja enganado,mas não sou tão interado assim do esporte da bolinha verde.

    Agora,basquete esporte pouco popular e elitizado discordo totalmente de vc!Houve,a cerca de duas semanas,no Rio de Janeiro,um torneio de basquete…de rua!Isso mesmo!Basquete de rua!Quando que um esporte praticado pela classe menos favorecida,por moradores de periferia,pode ser chamado de esporte elitizado?

    Concordo com vc,repito isso,quando vc diz que os recursos eletrônicos elitizaria o futebol.Aho que isso diminuiria as discussões nos bares,e,acima de tudo,igualariam os “Homens de Preto”,pois se há recurso eletrônico,até mesmo eu poderia arbitrar uma partida de futebol.É só utilizar o dito recurso e…ABRACADABRA!Desfaz-se o mistério,resolvida a questão.Não concordo em passar a responsabilidade de árbitros e assistentes para o replay,todos tem sua cota de participação numa partina e no seu resultado.Já disse aqui que acho que os árbitros e assistentes deveriam ser melhor preparados.Aí sim,teríamos uma arbitragem de nível europeu,que,infelizmente,estão muito aquém de nossos árbitros,em se falando de qualidade.

    O que disse antes,reafirmo:Sou contra o uso de recursos eletrônicos,mas acho que esse,apenas esse,poderia ser usado.André Kfouri disse aqui,algumas vezes,que é a favor do replay.SOU RADICALMENTE CONTRA O REPLAY!Mas,amigo,venhamos e convenhamos,tem certas coisas que poderiam ser usadas por nós e,mesmo sendo contra a”reforma eletrônica”,acho que a bola com chip,ou o “Olho do Falcão” poderia ser usado.

    Grande abraço,e viva a democracia!

  • Marcelo Coelho

    Marcos Vinicius,

    Basquete de rua não é basquete! É legal mas não é basquete. No mundo inteiro o basquete é muito menos jogado o que o futebol. A copa do mundo de futebol, sozinha, é mais assistida que as Olimpíadas. Quando falo de futebol, falo de futebol de campo, 11 contra 11. O mesmo jogado há mais de um século. Se a gente misturar isso com futebol de salão e areia por exemplo a conversa vai longe.

    Assisti a pouco tempo a final da copa de 58 pela internet. É o mesmo jogo, isso é muito bacana. É um clássico, é como Mozart, Machado de Assis, Michelângelo, uma obra prima. Se o futebol ficar mudando de regras como o volêi por exemplo vai ser descaracterizado.

    E insisto, a eletrônica não vai resolver nada. No milionário US open há poucas semanas uma das irmãs Willians ficou furiosa com uma falta marcada. A eletrônica evitou isso? Claro que não. Quando o Guga perdeu um jogo duríssimo para o Sampras nos EUA a eletrônica também não ajudou numa bola duvidosa, contra o brasileiro é claro! Em 98 a globo insistia que não houve penalty do Jr. Baiano contra a Noruega porque o replay não mostrava, se o juiz pedisse ajuda do replay ninguém daria a falta.

    Eu sou contra qualquer ajuda externa no futebol. Isso vai aumentar os problemas e não diminuí-los.

    E acho também que o dono do Blog vai começar a cobrar pelo espaço que estamos usando.
    Abraço

    AK: Por favor, fiquem à vontade. Eu penso diferente em relação ao tema, mas o espaço é de vocês. Um abraço.

  • Marcos Vinícius

    Olha,se basquete de rua não é basquete,então futebol no campo de várzea perto de casa não é futebol.No basquete de rua as regras são as mesmas do indoor,a diferença é que no de rua o contato físico é constante e permitido pela arbitragem.Mas as regras são as mesmas,igual ao futebol que jogávamos na nossa época de moleque,muda o espaço,mas as regras e os objetivos são os mesmos.Discordo de vc em relação a isso em número,gênero e grau.Basquete é basquete,na rua ou na quadra,e futebol é futebol,no campo em que 11 jogam ou na pelada de fim de semana,em que perde o time que levar dois gols primeiro ou o que,ao fim de dez minutos,estiver em desvantagem.É futebol,com as mesmas regras.Só muda o espaço.Mas a conversa tá descambando pra outro lado.O tema é a utilização ou não do “Olho do Falcão”no futebol.

    Mozart era músico.Machado de Assis escritor.Michelângelo escultor,dentre outras coisas.Todos artistas,mas de ramos diferentes,em áreas diferentes.Gênios,mas cada um na sua especialidade.Hoje vc pode acessar músicas de Mozart pela internet,consultar um site de obras de grandes escritores,dentre eles Machado de Assis,e acessar o acervo de alguns museus que abrigam obras de Michelângelo.Se não fosse pela tecnologia,vc não veria a final da Copa de 58 pela internet.O que vc levantou como argumento nada tem a ver com futebol.As mudanças das regras do volêi(que me perdoem os amantes deste esporte,mas o acho extremamente chato)não foram tão comentadas.Sabe pq?Pq vôlei não é paixão nacional,não promove discussões nos bares,se uma bola foi dentro ou fora não rende assunto pra uma semana no Brasil.

    A Willians ficou furiosa pq discordou da interpretação do árbitro.E por isso que acho que não tem que ter replay no futebol.Onde ficará a interpretação do árbitro?Se ele se enganar a primeira vez,não terá firmeza para marcar a segunda.Na minha opnião,a interpretação do árbitro,equivocada ou não,é soberana numa partida de futebol.Sabe pq todas as partidas disputadas no Brasil tem número elevado de cartões amarelos,e na Europa eles são raros?Interpretação.Na Europa,o contato físico é permitido.No Brasil,existe a cultura,ou talvez medo do árbitro de perder o controle da partida,de que qualquer contato(ou a maioria deles)é falta.

    Não concordo com recursos eletrônicos pq acho o árbitro soberano em suas decisões.Insisto em dizer que deveria haver qualificação para os árbitros.Ser árbitro deveria,e deve,ser profissão no Brasil,deveria,e deve,dar direito a aposentadoria,deveria ser registrado em carteira.Árbitro no Brasil tem que ter outra profissão,senão passa fome,ainda mais em início de carreira.

    Em 98(Noruega 2×1 Brasil) o que decidiu o jogo foi a interpretação do árbitro,na verdade foi o lance que o árbitro viu e que,aparentemente,mais ninguém tinha visto até a tv mostrar que o juiz estava certo.Foi uma atitude correta e soberana do árbitro que decidiu a partida.Brasileiros nem sempre são perseguidos.Em 2002(Brasil 2×1 Turquia)o que decidiu o jogo foi um pênalti que o árbitro marcou em cima do Luisão,que não foi penalti,pois a falta foi fora da área.

    Sou contra a maioria dos recursos eletrônicos,mas imaginemos uma situação em que seria,na minha opnião,impossível o árbitro tomar a decisão correta:O atacante do seu time,seja lá qual for,numa final de campeonato,chuta a bola.esta bate no travessão,quica dentro do gol a 3 centímetros da linha.Quando a pelota sobe,o zagueiro tira para lateral.Dá pra culpar o árbitro por isso?Faltas geralmente são escandalosas,o que vale é a interpretação do árbitro se foi ou não.Impedimento é do bandeira,sempre.Mas a quem vai se culpar em um lance como esse?

    1986.Copa do Mundo no México.O espanhol Michel chuta uma bola que bate na trave,dentro do gol a 5 cm,e volta pro jogo.Culpa do árbitro?Não.Sorte do Brasil,que naquele momento vencia o jogo por 1×0(Sócrates).Sou contra a maioria dos recursos eletrônicos,mas esse,apenas esse,seria aceitável e útil.

    Grande abraço.Liberdade de expressão.

  • Marcos Vinícius

    André,como já disse repetidas vezes,discordo de vc em relação ao uso dos recursos eletrônicos.Acho que sou meio romântico em relação ao futebol.Talvez se houvesse a possibilidade do replay o Gaciba teria marcado aquele pênalti do Chicão no Élton.Mas mesmo o fato de o meu time perder vaga na final de um torneio não me faz mudar de opnião a respeito de tão pôlemico assunto.

    Tenho certeza que eu o Marcelo Coelho não somos os únicos a sermos contra a “reforma eletrônica” no futebol.Mas agradeço a vc por levantar o tema,e por aceitar que discordemos de vc.

    O blog é seu,mas é bom saber que opniões divergentes à sua são bem recebidas.

    AK: O espaço é exatamente para isso. Um abraço.

  • Marcelo Coelho

    Marcos Vinicius,

    Só divergimos pelo fato de que você aceita eletrônica só para ver se foi gol ou não. No resto concordamos em quase tudo.
    Adoro eletrônicos, internet, GPS, mp3 players, camêra digital, e-mail, e jornais pela internet.
    Mas futebol para mim, são onze jogadores de cada lado, árbitro, dois bandeiras, bola e trave. O resto é perfumaria. Futebol de várzea, de salão, de areia, de rio e de botão, para mim não é a mesma coisa que futebol. Assisto e jogo todos, mas não é a mesma coisa, é parecido.
    Mas somos nós dois contra a eletrônica e o André e o Juca Kfouri a favor. Precisamos aumentar nosso exército!
    Pela volta da geral, da cerveja, pelo fim da separação das torcidas e pela proibição de replay em campo!
    E salvem as baleias!

    Abraço

  • Marcos Vinícius

    Fechou com chave de ouro!

    Maracanã com geral,cerveja nos jogos,torcida rivais(sim,rivais,não inimigas)dividindo o mesmo espaço nos estádios…Êta saudade!

    E contra não apenas o replay,mas também contra o ponto eletrônico que mantém o árbitro em contato permanente com o delegado da partida,como já é usado na Europa.

    E tenho certeza,caro amigo,que não somos apenas nós dois contra a maioria.Tem mais gente que pensa como nós.Bem mais gente.

    Acredite:Romantismo no futebol ainda existe!

    Grande abraço!!!!

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