TA-TA-TA!!!



Muito obrigado a todos que enviaram a explicação sobre o “ta-ta-ta-Tardelli!!!”. Eu não fazia idéia da história que está por trás da maneira como um dos vice-artilheiros do BR-09 comemora seus gols.

Mas quando escrevi “nunca vou entender a simulação de tiros, comum no mundo inteiro”, não estava exatamente em busca dos motivos que levam jogadores a imitar um pistoleiro. Fiz um comentário sobre a repercussão dos gestos.

Veja, não estou falando apenas de Diego Tardelli (um jogador elogiado repetidas vezes aqui neste blog, pelo que vem fazendo na temporada), e nem poderia. Keirrison fazia o mesmo, Vágner Love fez no domingo na Vila Belmiro…

Há muitos outros tipos de comemoração que considero desnecessários. Mandar a torcida adversária se calar, o maldito (e proibido) “créu”, ou o “chororô”. Não gosto de basicamente tudo o que é diferente de correr para a própria torcida e extravasar o momento de alegria suprema do futebol. E acho, como também já escrevi, absurda a norma que pune um goleador com cartão amarelo por tirar a camisa.

É evidente que Tardelli (assim como qualquer outro “pistoleiro de gols”) não tem nenhuma intenção maldosa ao escolher tal comemoração. É algo para ser levado na boa, mesmo nos casos em que não há histórias que os expliquem. Você e eu entendemos isso perfeitamente. Conseguimos separar a brincadeira da apologia à violência.

Mas lembra daquela conversa de que “jogadores são modelos para as crianças”? Talvez você ache demagogia quando sai da boca de comentaristas, ou presunção quando sai da boca dos próprios esportistas. Só que é verdade.

Para a garotada atleticana que gostaria de dormir e acordar, todos os dias, vestindo uma réplica da 9 do Galo, Diego Tardelli é um ídolo, um exemplo. Eles querem fazer gols como ele, fazer o Mineirão cantar como ele, querem ser como ele. Não há nada de errado nisso, exceto o fato de crianças não serem capazes de fazer a distinção quando vêem as comemorações.

Tardelli não é culpado de nada. Ainda mais numa sociedade em que a violência ficcional faz tanto sucesso nos cinemas, e a violência real está diariamente na televisão. Ainda que haja restrição de idade no primeiro, e de horário no segundo.

Um artilheiro que comemora seus gols simulando tiros não está formando bandidos. Está só jogando a favor da banalização do que não deve ser banalizado.

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A respeito do assunto, de forma mais ampla, aqui está uma ótima reportagem levada ao ar hoje na ESPN Brasil.

Eis alguém que escolherá outro tipo de comemoração.

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ATUALIZAÇÃO, quarta-feira 07/10, 0h12 – Sobre a punição para quem tira a camisa: em 2003, a Fifa informou as associações nacionais a respeito de decisões tomadas em reunião do International Board.

Entre as determinações para a arbitragem, constava a punição com cartão amarelo para os jogadores que comemoram gols tirando a camisa ou cobrindo o rosto. O ato é considerado uma “comemoração excessiva” e, portanto, desnecessária.

A medida nada tem a ver com patrocinadores. É aplicada nos jogos entre seleções nacionais, cujos uniformes de jogo não são patrocinados.

O que houve, no mundo inteiro, e mais recentemente, foi uma gestão de algumas empresas patrocinadoras aos clubes, reclamando do sumiço de suas marcas no momento do gol. Coisa interna.

Isso aconteceu quando alguns jogadores passaram a erguer a camisa nas comemorações para exibir mensagens de feliz aniversário, fotos do filho, do cachorro… quando a coisa evoluiu para a religião e a política, a Fifa se preocupou e resolveu relembrar os árbitros do mundo de que já havia uma proibição.

A origem da medida não tem relação com os patrocínios de camisa.



  • leonardo atleticano

    André, com certeza somos todos sugestionaveis, vide essa história do TÁTÁTÁTÁ, sacada de um narrador de rádio que virou mania. O que nós atleticanos desaprovamos nem foi seu comentário, tanto que rapidamente nos prontificamos a explicar a situação sem qualquer tipo de agressão. A coisa rendeu foi com alguns santos e santas paladinos da justiça que querem ser mais realistas que o rei. No mais está tudo bem, concordo com vc. Mas com os programas de hj, os desenhos de hj, a internet de hj, infelizmente, essa comemoração virou uma grande bobagem, tenho filhos pequenos como vc, fico assustado é com os desenhos de hj, arrancar a cabeça do adversário é o mínimo que a turma faz.

  • Ta-ta-ta, pra mim, é muito mais o chilique do Professor Girafales do que a pobre e infeliz simulação de tiros! 😛

  • Fala André!

    Se eu não me engano, o lance do cartão amarelo para quem tira a camisa na comemoração é uma orientação da FIFA em “proteção” aos patrocinadores.

    Porque uma empresa gasta uns milhões por ano nos clubes? Porque quer ter a marca exposta, certo? E, a hora do gol é um dos momentos mais propícios para aparecer, o artilheiro é fotografado e filmado por inúmeros veículos de comunicação.

    Se, de fato, eu não estiver enganado e a regra existir por isso, acho uma boa razão para punir quem extravasa sem a camisa.

    Abraços!
    Rafa Barbosa

  • Leonardo Dantas

    André,

    Concordo com o seu “trem” de raciocínio. Acho que o complicado, entretanto, é encontrar um ponto de comum na cinzenta zona que há entre a mitigação de atitudes banalizadoras da violência (como V. bem explicou) e o aumento descabido da chatice do politicamente correto (de que o Antero Greco [apenas 1 “cê”?] tanto fala).

    Tempos difíceis, não?
    Abs!

  • Daniel

    Perfeito, André!

    Num país onde morrem quase 35 mil pessoas à bala anualmente (uma pessoa a cada quinze minutos), a vasta maioria rapazes entre 15 e 24 anos, os artilheiros deveriam ter vergonha de “comemorar” desta maneira…

    abraço!

  • Leonardo Dias

    Eu acho que as comemorações andam em baixa. Gosto das mais tradicionais. Tudo bem que não há mais o que se inventar, mas quanto mais o pessoal tenta inovar, mais tosco fica.

    Nesse aspecto, como não poderia deixar de ser, nenhuma retrata tão bem a felicidade de comemorar o gol como o soco no ar de Pelé. Podem falar que é a coisa mais cafona do mundo, mas esse é o gesto que simboliza o esforço, a alegria, a explosão de se marcar um gol, esse momento mágico do futebol.

    Outra marcante foi a do Reinaldo, também artilheiro do Galo. Aquela postura, com o braço erguido, imponente.

    O Rivelino, que não tinha exatamente uma forma específica, mas extravasava toda a alegria, raiva, todo o sentimento de se marcar um gol.

    Das mais recentes, gosto daquela que o jogador reverencia o companheiro “engraxando” a chuteria, é bacana, ainda que tenha sido um pouco banalizada nos últimos tempos.

    O “peixinho” do Viola foi criativo.

    Também não gosto do “tiroteiro”, ainda que a intenção dos atacantes não seja das piores.

    E fico p** da vida quando o sujeito marca aquele golaço, de placa, tira a camisa ou sobre no alambrado, na mais autêntica explosão de alegria, e o cretino do juiz lhe aplica um cartão amarelo.

    Abs

  • Paulo

    Jogadores goleadores são chamados de artilheiros desde que me entendo por gente. A violência nos gramados e estádios de futebol surge da atmosfera que se cria em volta das partidas. Da falta de educação reinante na hora em que se privilegia a paixão. Jogadores humilham uns os outros a todo momento e a imprensa trata de ridicularizar esta ou aquela equipe, este ou aquele dirigente de clube. Logo, são muitos os fatores que perturbam o ambiente e não somente o fato deste ou daquele atleta comemorarem seus gols imitando metralhadoras, tirando suas camisas repletas de patricinadores e do emblema-símbolo dos times ou correndo para provocar a torcida adversária na hora em que marcam seus gols. Todos tem culpa no cartório e aliás, diga-se de passagem, os bastidores das partidas de futebol no Brasil e no mundo tem virado exatamente isso… Um monótono e chato “cartório”. Principalmente quando os interesses do São Paulo de Todos os Lobbys estão envolvidos. No meu tempo de criança, vitórias no STJD chamavam-se vitórias no tapetão!

  • Danilo Otoni Meiras

    A imprensa brasileira está cheia de gente que se acha “ecologicamente correta”.

    O artilheiro (nome dado aos soldados de artilharia) tem de comemorar o gol como quiser. E isso não afetou e nem nunca afetará ninguém socialmente.

    Daqui uns dias vão querer que um jogo de futebol seja aquela “sem-graceza” que é um jogo de tênis. Só pode…

  • Olha, André, tenho que discordar. Se pensar assim, um jogador que tira a camisa na comemoração de um gol está banalizado a sexualidade. Ou que o Jerry quebrando garrafas na cabeça do Tom é um estímulo à violência doméstica. Ou que o Hortelino atirando na cara do Patolino é uma apologia às armas de fogo. Crianças são sugestionáveis? Sim. Mas para isso existem os pais para diferenciar o que é lúdico e o que é real. Ou talvez eu esteja sendo muito ingênuo para este mundo atual…

    AK: Acho que há uma diferença bem clara entre um desenho animado e um jogo de futebol. E homem sem camisa não é estímulo à sexualidade. Mulher, seria. Um abraço.

  • Rejane

    Olá André,
    A FIFA, na próxima Copa do Mundo na África do Sul, vai premiar a melhor comemoração de gol! Espero que as comemorações sejam criativas! Sem essas de dancinhas ou tiros para o ar, prefiro comemorações de gols parecidas com a do jogador Bebeto na Copa do Mundo de 1994 que fez uma homenagem ao nascimento do seu filho ou até o soco no ar do Pelé!

    André, a ESPN Brasil vai transmitir os jogos da Eliminatória?

  • luLa_dodói

    Não tenho opinião formada sobre isso. Só acho triste que tenhamos chegado ao ponto de que uma comemoração de gol (por mais que seja de mal gosto) possa trazer conseqüências…Tipo assim a do Adebayor contra o Arsenal…

    Tem uma que detesto…Aquela do Robinho e Cia…De chupar o dedo…Parece coisa de cachorra do Funk: ah, dedinho na boca, desce desce com o dedinho na boca, desce, desce…kkkkkk t+

  • claudio

    por que viria a ser absurda a norma que pune o jogador caso ele tire a camisa na hora do gol? eh exatamente nessa hora que o nome do patrocinador do time fica em evidencia

  • Adriano

    André,

    Como todo respeito, mas acredito ser uma posição um pouco radical demais, a comemoração do TATATA, ou qualquer outra, não vai influenciar mais do que os comentários de vocês na televisão, o seu companheiro Arnaldo vive dizendo que agora a briga virou uma carnificina, é só pegar as gravações, sem falar de “artilharia”, “deu um tiro a gol”, “com o drible matou o goleiro”, “mata-mata”, “duelo de vida ou morte”, etc
    Acredito que antes dos comentaristas criticarem (pois não foi só você, João Carlos, Antero, entre outros), deveriam fazer uma auto-análise e então mudarem a forma de falar de futebol, que realmente tem espressões bélicas, mas que a meu ver, não vai acabar com o mundo.

    AK: Discordo da comparação. Essas expressões fazem parte do linguajar dos esportes, não só do futebol. Não acho que quando se diz ou escreve que o jogo foi “um massacre”, alguém relacione o que ouve ou lê com violência. É bem diferente de gestual de um ídolo. Um abraço. 

  • Leonardo Pires

    André, realmente ainda falta aqui um posicionamento mais claro de sua parte acerca da indignação com o cartão amarelo quando o jogador, na hora do gol, levanta a camisa. Sei que certamente vc guarda argumentos inteligentes, mas ainda não os vi aqui declinados. Da mesma maneira que com a questão do “Apito Eletrônico”, em que discordamos radicalmente, aqui tb temos opiniões conflitantes. Esconder a marca do patrocinador no momento de maior exibição da camisa do clube não lhe parece uma “traição”?

  • BASILIO77

    Exagero cara.
    O maior modelo é o que se tem em casa.
    Quase toda minha geração(1965) passou a infância vendo bang bang na TV, brincando de forte apache, com armas de brinquedo…fora aqueles seriados japoneses horriveis, mas que a gente adorava…cheios de golpes violentos e armas terriveis.
    E a imensa maioria são “normais”…rsrsrsrsrsrsrsrs…
    Tudo bem que futebol não é seriado ou brinquedo…mas as crianças são pura sensibilidade…sabem que uma comemoração é só uma comemoração…os que eventualmente confundirem as coisas deverão ser esclarecidos em casa.
    Quando os pais aprenderem a dizer não e impor limites aos seus filhos, muita coisa melhora.
    Cada um na sua.
    Pais educam.
    “Artilheiro” comemora.

    Abraço.

  • Massara

    A que ponto chegamos…Diego Tardelli ídolo de um time…

    Mas também, pudera…o vovô Marques é ídolo do patético e nunca ganhou nada pelo time galináceo…

    Abs.

  • André,

    já pensou na origem do termo “artilheiro” para quem faz gols? Definição do Houaiss:

    1 indivíduo que sabe manejar peças de artilharia
    2 Rubrica: termo militar.
    militar (oficial ou soldado) pertencente à arma de artilharia
    3 Rubrica: termo de marinha.
    indivíduo que se dedica à especialização em artilharia, a bordo dos navios ou dentre os fuzileiros navais

    O termo em si é uma adaptação do francês “artilleur”, também referente à artilharia de guerra.

    Nada mais compatível que comemorar gols imitando tiros. Pense nos termos que são usados nas narrações e nos comentários Brasil afora: “vai para o combate”, “fuzilou”, etc.

    Esportes coletivos possuem uma estrutura formal muito semelhante à guerra e ao combate. No futebol americano, o essencial é conquistar território, por exemplo.

    Em suma, acho que essa preocupação com o “exemplo” é um moralismo meio hipócrita. Não vai ser a mímica de um jogador que vai incentivar um jovem a matar alguém. Acho que pensar assim é o mesmo erro dos que quiseram proibir “jogos violentos” por causa de Columbine, por exemplo.

    Sem contar o fato de que o esporte como metáfora da guerra não é algo exclusivo de uns jogadores que comemoram gols; é, como disse acima, intrínseco ao esporte e presente até em seus comentários. Ou alguém se importa com “Batalha dos Aflitos” e afins? Eu, pelo menos, não me importo.

    AK: O resumo do que penso está no último parágrafo do post. Sobre os “termos bélicos”, eles fazem parte do linguajar dos esportes. Os gestos de um jogador admirado por muita gente são diferentes. Um abraço.

  • Carlos Eduardo – Santo André

    Olá André, td bem??

    Acho que na verdade, quem acaba estimulando esse tipo de comemoração, de simulação de tiros, somos nós torcedores e parte da imprensa esportiva, já que muita gente chama o “artilheiro” (vamos mudar para goleador, né?) de “matador”, não é verdade???

  • Leandro Hora

    É demagogia sim.
    Válvula de escape pra justificar um pensamento. ultrapassado.
    Uma criança não vai sair atirando em ninguém por ver o artilheiro do seu time simular que tem uma arma. É absurdo essa crença.
    Qualquer criança que tenha a capacidade mental de distinguir que aquilo é uma arma, também sabe distinguir a diferença do que é apenas um gesto, e o que é real.
    O que está sendo banalizada nos dias de hoje, é a capacidade mental de crianças e jovens. Como se qualquer coisa fosse capaz de gerar influência sobre elas. Isso é tentar arrumar uma desculpa pra esconder a verdade.

    Não é um gesto do Tardelli que vai transformar alguém em assassino.
    É ver a mãe apanhando do pai alcoolatra, parentes sendo mortos em assaltos, família perdendo o que tem nas mãos de ladrões, facilidade com que se rouba e mata, sensação de impunidade, traficantes mandando e desmandando na comunidade em que vivem, dando festas e agindo com liberdade.

    Isso forma caráter, pois é a realidade em que vivem.
    Enquanto não acabarem com esses problemas,
    é demagogia SIM culpar um gesto, uma comemoração, a ficção pelos problemas.
    Antes acertem a realidade.

    AK: “Não é um gesto do Tardelli que vai transformar alguém em assassino”. Algum problema com a Língua Portuguesa? É isso que está escrito no último parágrafo do post. A mensagem não é essa, o problema não é esse. Quanta dificuldade… um abraço.

  • José Eduardo Diniz

    Bom dia a todos !

    Caro jornalista ,
    a sua resposta ao comentário 16:56 …. sei não .
    O “politicamete correto” é a coisa mais sem graça
    que toma conta do mundo dos esportes.

    Por exemplo , na F1 de hoje o piloto não pode encostar
    uma roda , tentar um “drible” como se fazia antigamente
    para enganar o concorrente e um tanto de outras coisas
    que os atuais vencedores ganham as corridas nos boxes,
    na troca de pneus e abastecimento . Emocionante !!!

    Voltando ao futebol , bons tempos aqueles de Fontana ,
    de Brito , de Almir Pernambuquinho , de Márcio Paulada
    do Galo , de Pedro Paulo do Cruzeiro , mas também e
    principalmente de Gerson , de Garrincha , de Tostão , de
    Pelé , de Reinaldo , de Cerezo, de Dirceu Lopes , Ademir
    da Guia e Leivinha , de Paulo Borges , Parada e Bianchini,
    Samarone , Leandro, Luizinho, Nelinho, de Zico …

    Hoje os comentaristas ficam preocupados em questionar
    os jogadores sobre comemoração de gol … isto depois de
    FABRICAREM craques a cada rodada .
    É K9 p’ra cá , Imperador p’rá lá , Gladiador não sei de quê,
    um monte de bobagens que se ouve por aí.
    E a gente tem que ficar aqui , aguentando … é complicado .

    Um abraço.

  • Vinícius

    O problema de vocês do eixo – do mal- RJ-SP é não acompanhar o futebol em Minas (claro que há exceções, como Mauro Beting). E o nosso, aqui de Minas, é acompanhá-los. Confesso que nunca havia lido seu blog, e, hoje, me chamou a atenção o título do seu post: Ta-ta-ta. Logo imaginei: “se trata de um post ressaltando as qualidades de Dom Diego do GALO”. Ledo engano. Quando não há motivos para se criticar os times mineiros por suas más atuações, logo se acha um outro jeito para isso (é bem capaz de você criar um post relatando a perda da CNH do mesmo DIego Tardelli em uma blitz da Lei Seca). O Tardelli comemora seus gols com a metralhadora apontada para a torcida e para as câmeras desde março, no campeonato mineiro, e, apenas pela primeira vez, a brincadeira teve figurantes. Confesso que sou um dos que, em peladas com amigos, ao marcar gols também aderi a brincadeira por causa de meu ídolo, e já vi várias crianças fazendo o mesmo, porém, todos, sem exceção, sem nenhuma maldade. A febre criada pelo “Caixa” (narrador da rádio Itatiaia) já virou mania, e, é claro que Dom Diego não ficaria de fora dela…

    AK: Controle seu complexo de inferioridade. Um abraço.

  • leonardo atleticano

    É Massara, ídolo para vcs é o Kleber gladiador, e vcs cruzeirenses como boas mulheres de malandro que são, adoram apanhar do seu amor, o cara pisa, o cara maltrata, o cara as trái com outra, mas está firme com vcs, recebendo sua furtuna, só de chinelinho e rindo da cara de vcs, assim como toda Minas. Nosso ídolo pode não ser o máximo, mas nosso carinho é correspondido com gestos e gols, vcs cruzeirenses gostam é de apanhar.

  • adson

    A polícia belorizontina informa que a cidade encontra-se em estado de sítio !!! Após o artilheiro do Brasil imitar uma metralhadora na hora do gol, a violência na cidade quintuplicou e encontra-se fora de controle !!! Milícias armadas, terrorismo urbano, guerrilhas assassinas colocam a cidade em polvorosa…
    Segundo a CIA, o FBI, a scotland Yard e a Polícia Federal, a culpa da situação caótica da violência belorizontina é de Diego tatatatatatardelli…
    As últimas informações dizem que as crianças estão trocando as escolinhas de futebol por escolas de tiro ao alvo, tudo por culpa do guerrilheiro Diego tatatatatatardeli…. Interessante é que na cidade de Santos um ET de trancinhas verdes efetuou o mesmo gesto, mas como é “LOVE” e paulista não mereceu nenhum comentário. A situação é bastante ENIGMÁTICA…
    att
    AC

    Ps.

    AK: Você é um legítimo “leitor que não lê”. Seu complexo chegou a níveis alarmantes. Um abraço.

  • jean

    hahuahuahuauhahuahuaauh tá tá tá tá Tardelli é uma alusão ao jogador bebassu tentando falar seu nome para o policial que o flagrou em uma blitz ontem.

    As criancinhas dormem com a 9 do tardelli sonhando em pilotar um Posche sob efeito de álcool.

  • Fábio Velame

    Sobre a comemoração mandando a torcida calar a boca, eu acho legal, principalmente pq geralmente a torcida adversaria fica xingando e ofendendo o jogador o jogo inteiro, entao, calar a boca, pra mim nao é nada demais, é como se fosse uma resposta pra eles….
    E o lance de comemorar levantando a camisa é ridículo jogador tomar cartao….esse povo da International Board, tem q procurar oq fazer….

  • adson

    Enigmático, vc comentou da comemoração do “ET Love” nas “Notinhas pós rodadas” ??? Só lí a crítica ao guerrilheiro Dom Diego…

    Ps I – Pau que dá em Chico dá em Francisco …
    Ps II – Realmente tenho complexo de vira latas como por exemplo não querer uma olimpíada no Brasil… Sic…

    AK: Você é um alquimista. Parabéns.

  • Vinícius

    Não tenho complexo de inferioridade não. Apenas não tenho tanto espaço para divulgar minhas idéias como jornalistas fracos, com ideias ridículas e que dependem de ser filhos de alguém para ter tal espaço. Só acho que você não deva usar de uma comemoração usada por um jogador que é ídolo de toda uma torcida para atingir um time que, infelizmente (para você), está disputando o topo da tabela.

    AK: Controle também a inveja. Faz mal à saúde e provoca problemas para dormir. Um abraço.

  • Vinícius

    Olha, eu imaginava que um comentarista fraco não tinha argumentos para discutir com outras pessoas. Mas não imaginava que seu caso era tão extremo (lembrando que hoje li seu blog por um acaso). AS duas vezes que lhe questionei, você me veio com respostas altamente fundamentadas e gabaritadas: “controle seu complexo de inferioridade” e “controle sua inveja”. Já te respondi a primeira, mas retomo o argumento: não tenho complexo de inferioridade, só não tenho o mesmo espaço que alguém como você tem para argumentar. Quanto a segunda, hoje sou bastante realizado profissionalmente dentro do que faço, e tudo isso graças a meus méritos. Não faz parte da minha vida, e nem gostaria que assim fosse, chegar a algum lugar por ser filho deste ou daquele. Porque ter inveja de alguém assim?

    AK: “Por acaso”, você não consegue sair daqui… obrigado pela audiência! Espero que um dia você aprenda a ler. Um abraço.

  • Vinícius

    E “por acaso” você não consegue argumentar. Adoraria sair daqui com uma resposta, ainda que não concordasse com ela. Gostaria de ouvir algo além de: “controle isso”, “controle aquilo”, “você é um alquimista”, “problemas com a língua portuguesa”. Reparou como em nenhuma resposta você consegue fundamentar um argumento?

    AK: Voltou?!! Os argumentos estão no post, para quem consegue vê-los. Seu primeiro comentário, carregado de reclamações complexadas, provou que você não conseguiu. Mas como bastante gente conseguiu, atleticanos incluídos, concluímos que há pessoas que lêem o que querem ler, independentemente do que está escrito. Um abraço.

  • Vinícius

    Cara, problemas com interpretação de textos eu não tenho. E continuo o interpretando do mesmo modo do início. Dizer que crianças não sabem distinguir o certo do errado é muito interessante, porém, deveria então se cortar as TV’s, cinema e internet desses mesmos jovens. O discurso do politicamente correto também é legal, mas, na minha modesta opinião, vai de encontro ao caso das Olimpíadas, que poderiam ser ótimas para o Brasil, mas mergulhados em corrupção com estamos, veremos apenas prejuízos. Antes que me dê outra resposta do tipo “alienado” ou coisa do gênero, já te digo: Desisto! Quando não se consegue manter uma discussão no seu nível, é porque chegou a hora se sair dela… E eu fui!

    AK: Boa viagem. Um abraço.

  • Lucas

    Discussão desnecessária. A comemoração é divertida e criativa. Na verdade ele simulava uma arma de paintball. Fim de conversa.

  • Mauro Domingos

    Cara, como é q vc aguenta esses malas???? rs….
    É nesse ‘paraiso’ de pais onde pessoas não entendem a simples idéia de alguém ter uma opinião que vamos realizar uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos…
    Brasil, sil, sil, sil….

  • Leonardo Pires

    André, enquanto assisto aqui ao SC de meio-dia, reafirmo a observação já feita, alertando que, obviamente, li a atualização colocada por vc no post. Em relação ao cartão amarelo para o jogador que levanta a camisa na hora do gol, ainda que a origem da medida não tenha, oficialmente, relação com os patrocinadores, vc não acha que ela é válida nesse sentido? Como disse, penso que como patrocinador me sentiria “traído” por esse tipo de atitude. Imagine que o investimento feito no clube tem como um dos objetivos a exposição da marca visando a retorno financeiro. E exatamente no momento de maior exposição da imagem do patrocinador, surge um “obrigado, Jesus”, “Deus é fiel” etc. Os marqueteiros de Deus são mesmo divinais, conseguem divulgação do chefe sem investir um tostão…

    AK: Eu acho que são coisas diferentes. A reclamação do patrocinador é questão interna de cada clube. Se o clube quiser adotar uma norma disciplinar para o caso, que faça isso. Eu falo sobre a punição para o jogador que tira a camisa na hora do gol, e acho um exagero. Um abraço.

  • Mateus

    André,

    Sem lisonja, mas admiro muito seu trabalho, acompanho há anos a ESPN é esportivamente é minha referência jornalistica.

    Se aqui o lugar é de opinião, endosso o coro de que vejo como demagogia essa preocupação com a comemoração do Diego Tardelli.

    Um trecho do seu texto: “Mas lembra daquela conversa de que ‘jogadores são modelos para as crianças’? Talvez você ache demagogia quando sai da boca de comentaristas, ou presunção quando sai da boca dos próprios esportistas. Só que é verdade.”

    É VERDADE? Tão verdade quanto ao que se diz respeito a novelas e filmes, o que vc também cita. Vc diz que nunca vai achar comum isso, pois é, jogadores que são modelos de comportamentos normalmente são pessoas criadas em meio a pobreza, nunca tiveram muitos recursos, crescem ganham muita grana e a educação é aquela de quando era pobre. Agora teria você e todos aqueles que dão atenção a esse episódio cirticado da mesma forma novelas produzidas por gente que nasceu em berço de ouro, que foi educado nos melhores colégios e produz violência e sensualidade para as nossas crianças.
    Hoje os pais já não são capazes de controlar o que os filhos veem na TV e jogam no pc ou video game.E muito menos se preocupam com o que eles fazem quando estão plugados num desses.
    Banal é toda sociedade e a vontade dela de produzir uma moral já pisada, se só a mudança na comemoração fizesse por onde.

    Abraços,

    Mateus
    BH

    AK: Obrigado pelo comentário. Minha posição quanto ao seu questionamento está no post:

    “Tardelli não é culpado de nada. Ainda mais numa sociedade em que a violência ficcional faz tanto sucesso nos cinemas, e a violência real está diariamente na televisão. Ainda que haja restrição de idade no primeiro, e de horário no segundo.”.

    Um abraço.

  • Ebert

    É nisso que dá não exigir diploma para ser jornalista. Quanto ao seu post….cada um tem uma opinião, e nas horas livres, “achar” algo para fazer. Agora, responder com um simples “…Controle seu complexo de inferioridade….”

    Meu caro, tenha dó. Quando for abordar algum tema, pelo menos saiba “debater”.

    AK: Aqui neste blog, as respostas aos comentários são dadas no mesmo tom. Gentileza é respondida com gentileza, e o mesmo vale para o contrário. Eu debato com quem está interessado em pelo menos ler o que está escrito. Debato com quem quer debater, mas talvez o seu conceito de “debate” seja diferente do meu. Talvez o seu conceito de debate seja eu aceitar, com alegria, um comentário cheio de incompreensões, acusações absurdas, e agressividade. O meu conceito não é esse. Dê uma olhada nos comentários e veja. Sobre diploma, vou fingir que não vi a bobagem que você escreveu. Um abraço.

  • Desculpe discordar André, mas acho hipocrisia achar que fazer gestos de tiro na hora do gol irá influenciar uma criança a querer ser um assassino.
    A alcunha de artilheiro já diz tudo. Acho que precisamos nos preocupar com coisas muito mais importantes. De boa, e por ser algo muito pessoal, é uma conversa que nunca vai ter um denominador comum.
    Você acha ridículo um cara fazer uma dançinha a lá créu, ou chororô, tambem acho estranho, como o Jonas que fazia um passo de “lambaeróbica-sei-lá-o-quê”, mas é o cara que fez o gol, a emoção é dele e e ele faça a comemoração que quiser.
    Até o gesto de calar a boca, no momento do jogo, na emoção tem que ser levado em consideração.
    Só não gosto quando o cara extrapola ao mostrar o dedo do meio por exemplo, como fez o Christian no paulistão, aquilo sim é uma ofensa, seja no profissional, na várzea ou rebatida da molecada no portão do meu prédio.
    Mas, os gestos que o Tardelli faz na hora do gol, imitando uma metralhadora, 12, 38, seja lá o que for, para mim, e ressalto, para mim não tem nada de mais.
    Já vi o Antero dizer que não gosta, você agora, mas é super normal, a molecada no pré mirim, mirim, claro que vai imitar, eu em 92,93 imitava o Neto com a escorregada (vários ralos no joelho), aquele pulinho do Raí com a mão pra trás, as coreografias do Viola e Cia., enfim, isso é a coisa mais normal do mundo.
    Agora, andar alcoolizado no RJ e ser pego em uma blitz não é exemplo para molecada, ser desonesto no campo não é bom exemplo, xingar, falar palavrão, brigar, isso não é bom exemplo.
    Mas na hora do gol, simular tiros não é o fim do mundo e não é o que irá influenciar negativamente uma criança.
    Se não, deveríamos proibir filmes, desenhos, TV, Internet, porque apesar dos filtros que temos em casa, a influência está aí livre.
    E quem deve orientar o filho, a criança sobre o que é certo e errado, somos nós pais.
    Bom, espero não ter alongado muito minha opinião.
    Abs !

    AK: Você escreveu: “Desculpe discordar André, mas acho hipocrisia achar que fazer gestos de tiro na hora do gol irá influenciar uma criança a querer ser um assassino.”

    Eu escrevi: “Um artilheiro que comemora seus gols simulando tiros não está formando bandidos.”

    Percebe que não discordamos? Eu não acho o que você disse que eu acho, e escrevi que não acho.

    Agora, sobre os termos usados no futebol, vamos fazer um exercício bem simples: quando uma criança de, sei lá, 8 anos, que está começando a entender as coisas, ouve alguém dizer “Adriano é o artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 14 gols”, ela pensa num jogador de futebol ou num militar?

    Cara, aposto que você, que conhece a origem do termo, não pensa num militar, não pensa em violência.

    Mas ao ver o seu ídolo imitando tiros ao comemorar um gol, é bem capaz que essa criança ache que aquilo é legal, é divertido, é correto. Isso não significa, obviamente, que ela se transformará num pistoleiro. Mas o comportamento pode prejudicar a distinção que ela precisará fazer.

    Um abraço.

  • Custodio Neto

    Caraca André, tu lê todos os posts mesmo heim?

    Entendí perfeitamente a questão por você proposta.

    Apesar de não haver maldade no gesto, pode-se dar um exemplo negativo, de forma subliminar. E talvez por não haver maldade, o praticante sequer pensa (e não mede) o potencial negativo do ato,

    Aproveitando e juntando uma coisa a outra, me parece que, se um cidadão é pego, com 0.14 de álcool no organismo, voltando do aniversário da esposa, não deve ser brutalmente penalizado por isso.

    Mas como, atualmente, tal percentual é proibido por lei, e tratando-se de um jogador que busca vaga na copa do mundo, com histórico de baladas anteriores, pode-se ter um resultdo mais negativo do que o esperado, ainda que este esteja jogando o fino da bola e o fato seja isolado.

    Galo rumo ao título.

    AK: Aleluia!!!! Obrigado. Sobre o caso da “balada”, quando a Lei está envolvida, não deve haver discussão. Mas claro que sem exageros nas opiniões sobre a repercussão. Um abraço.

  • Mateus Araújo

    Muitos internautas polemizaram este assunto sem necessidade.
    Você foi claro quando manifestou sua opinião, quando disse que Tardelli exerce tais gestos sem a mínima maldade e intenção de induzir a violência. Sua opinião. Indiscutível.
    Eu vejo de outra maneira. Não deve ser proibido. Aí está a graça do futebol: Na alegria e na irreverência, muitas vezes descompreendida por grande número de pessoas.
    Aos que lhe enviaram a explicação sobre o “ta-ta-ta-Tardelli!!!”, não sei se a explicação de todos foi a mesma, mas lamento os que disseram seria alusão à sua comemoração, o chamado “Tiros do matador”.
    O “ta-ta-ta-Tardelli!!!” foi criado por um locutor da rádio Itatiaia de BH.
    Antes mesmo dos “Tiros do matador”(que se iniciaram durante o Campeonato Brasileiro) serem incorporados às comemorações do artilheiro, o “ta-ta-ta-Tardelli!!!” já faziam parte das narrações de diversos locutores esportivos.
    Aprovo a determinação da Fifa de proibir que jogadores tirem suas camisas nas comemorações, é um desrespeito com a entidade e seus patrocinadores. Mas concordo com você no que diz respeito a punição desnecessária de quem pratica tal ato.
    A proibição deve surgir quando alguma comemoração ofenda diretamente a torcida do adversário, e não quando esta servir para engrandecer o espetáculo.

  • Ebert

    “…Sobre diploma, vou fingir que não vi a bobagem que você escreveu…”

    Não finja. Se não precisa de diploma, “qualquer” um pode ser jornalista e sair abordando qualquer assunto por ai…! É seu direito. Só “questionei” a forma de resposta adotada por você. Acho que “taxar” as pessoas como isso ou aquilo faria de você um “psiquiatra”, “analista” e etc…., menos jornalista.

    Abraço pra você também.

    AK: A bobagem aumentou… um abraço.

  • Alessandro-Palmeirense

    Caramba…quanto analfabetismo funcional! O cara escreve com todas as letras que Vagner Love e Keirrison também fizeram o gesto e tem gente que vém aqui e diz que “se fosse um paulista ninguém falaria nada”. E se não me engano, o comentário inicial que gerou esse post não foi sobre o jogo do Santos com o Palmeiras, onde um “paulista” nascido no Rio fez o gesto? E ele ainda falou do matogrossense Keirrison.
    Mas para quem elege Tardelli ídolo, tá de bom tamanho…
    Aqui em São Paulo, sede do eixo do mal, o “menos ídolo” do trio de ferro tem Copa do mundo, Copa do Brasil, Campeonato Espanhol, super liga, Toyota Cup, e menos votados como o Holandês. Os dois mais ídolos, um tem Libertadores e Copa do Mundo, outro tem 3 brasileiros seguidos, um Mundial da Fifa e Libertadores.

  • Alessandro-Palmeirense

    Na verdade, me enganei sim. O post nasceu do gesto do Tardelli…

  • kappen

    tchê, cheguei a conclusão de que a terceira guerra mundial iniciará com uma discussão de blog.

    imagina o gurizinho palmeirense que viu a mãe ser assassinada e, quando está prestes a ter um momento de alegria ao ver pela tv o gol do wagner love, percebe o gesto do tiro, aquele mesmo gesto que matou a sua mãe.

    acho (e debater com ‘opiniões’ não é debater) que é, no mínimo, desnecessário.

    façam como maxi lopez no último domingo, que pulou numa espécie de púlpito aqui do olímpico ao comemorar o terceiro gol do grêmio e trouxe a galera toda para comemorar. ou então como fez o ronaldo quando marcou o gol de empate no clássico contra o palmeiras e se agarrou no alambrado (se bem que o alambrado precisa ser mais forte).

    comemorar e atirar são verbos que não combinam na mesma frase.

    p.s.: tirar/levantar a camisa não pode? a regra proíbe alguma coisa com relação ao calção?

  • Andre Luis

    AK, que não é 47, ainda. Mas qdo chegar nessa idade o apelido bélico será inevitável ( já que esse é o assunto kkkk).
    Acho que deveriam liberar geral, ou quase, na hora da comemoração. Só não pode homem com homem, nem mulher com mulher, como dizia Tim.
    Acho que as novelas hoje me dia são muito, mas muito, mais influentes que jogadores de futebol. No caso dos atletas as crianças parecem mais aptas a imita-los. Nas novelas vemos adultos, crianças até o cachorro querendo fazer da vida real o que se mostra na telinha. O gol é o momento mágico do futebol. Do céu ao inferno num balançar de redes. Tirando o gol a torcida só se manifesta com tamanha vibração após um belo drible, ou com uma bola na trave. Mas gol é gol. Essencia do futebol. Que o Tardeli comemore como quiser. Eu sei qual o seu ponto de vista, ficou claro no texto. O negócio é ser feliz.
    Eu quero ver gol, quero ver gol, não precisa de ser de placa. Eu quero ver gol!!!!
    SRN

  • leonardo atleticano

    Alessandro, vc se esqueceu do ídolo maior da nação palmeirense, aquele que, sem ele, essa liderança não seria tão cômoda, aquele que foi crucial nas horas mais duras, aquele que realmente fez a diferença, o grande JUIZ.

  • Willian Ifanger

    Incrível como tem gente que não lê ou faz uma força danada para distorcer o que está sendo discutido. E mais incrível ainda como você tem paciência de ler e responder.

    Enfim, belo post, concordo com tudo que você escreveu. Claro que qualquer jogador que comemora “dando tiros” não está formando assassinos ou bandidos. Mas numa sociedade que vê a banalização da violência em todo lugar, poderiam evitar esse tipo de gesto. Os jogadores de futebol são heróis para muitas pessoas, não só crianças. E tem muito marmanjo que tem comportamento bem pior ao ver esses gestos.

    E não é só essa bobagem de dar tiros não……dancinhas cretinas (Johnas Travolta), provocar a torcida adversária, fazer gestos da torcida uniformizada, até a bizarrice de um jogador inglês cheirar a linha de campo…..tudo isso deveria ser combatido.

    Também sou daqueles que acha que comemorar um gol é se abraçar com os companheiros, ir se jogar no banco, ir pra galera, colocar a bola dentro da camisa em homenagem à família, embalar o nenê…..poxa, tem tanta coisa bacana pra se fazer na hora do gol.

    E isso nos leva a besteira da FIFA punir o jogador por tirar a camisa. Poxa….o jogador marca o gol da virada, no final do jogo, depois daquela pressão mosntruosa e não quer que o cara extravese em campo? É acabar com a alma do futebol.

  • Ivan Alves

    Cara, as vezes lendo os comentarios sobre seus posts tenho a impressao que voce vem jogando perolas aos porcos. Quanta gente obtusa, incapaz de compreender o que esta escrito em portugues clarissimo.
    Parabens pelo Blog, e sobretudo pela paciencia com os “genios” que nos brindam com seus comentarios tao enriquecedores!
    Um abraco!
    Ivan

    AK: Obrigado pelo comentário. Um abraço.

  • Heitor Miotto Jr

    Olha Andre , não aguento mais essa história de que nós paulistas somos bairristas. Agora teve mais um ser que resolveu colocar o Rio junto conosco e criar o ” eixo ” do mal! Será que é inveja? Outra coisa: tem muita gente que tem que aprender a ler! Vc deixou muito claro no teu post que o gesto do Tardelli , do Love e de outros é desnecessário , face a violência que assola nosso País como um todo! E eu como Palmeirense repudio ainda mais o do Vagner pois se o apelido dele é Love deveria fazer algo neste sentido , e não dando ” tiros ” como ele faz! E parabéns tanto para vc como para seu pai , pois posso discordar de ambos várias vezes , mas pelo menos vcs emitem as suas opiniões de forma sincera , mesmo que eu discorde várias vezes. Mas isso faz parte daquilo que nós mais prezamos: DEMOCRACIA!!!!!

    Abraços!

  • David

    Eu acho que o Lucas esta certo: Na verdade ele simulava uma arma de paintball. Fim de conversa.

  • leonardo atleticano

    É Ivan, como dizia meu saudoso avô, formiga, coca-cola e puxa-saco tem em todo lugar!!

  • Alessandro-Palmeirense

    Então tá, meu caro amigo atleticano. Acho que não tenho muito o que discutir com você. Parabéns pela grandeza do seu time, e que ele continue assim durante muitos anos.

  • Alessandro-Palmeirense

    E graças a seu comentário não comemorarei um eventual título de campeão do meu time. E sugiro que todos os torcedores do Palmeiras se reunam na Paulista no caso de conquista e entreguem suas camisas, e passem a torcer para outros times mais honestos e de muito, mas muito mais conquistas que o nosso, como o Atlético MG, do Paraná, Guarani, Coritiba, Fluminense, América MG, Bahia, Sport ou Botafogo.

  • MARCELO SILVA CARVALHO

    Discussões desnecessárias…o importante é que o Don Diego Tardelli continue “matador”…no bom sentido hein galera…hehehe

  • leonardo atleticano

    Alessandro,ser grande a qualquer custo é uma coisa que nem todos querem, vc pode ficar rico sendo corrupto, sendo traficante, sendo assaltante ou sequestrador, mas é claro, a maioria não escolhe esse caminho. Seu time obteve grandes ajudas ultimamente, não quer dizer que vc não deva comemorar, vc pode até achar normal e ponto final. Seja feliz.

  • Marquito

    Quanta hipocrisia, enquanto padres estupram crianças, enquanto menino de 10 anos, fumam crack e andam com uma pt na cintura, vem o paladino da moralidade recriminar o Tardelli, vai escrever contra a Veja André, ela foi um dos pilares para o desarmamento perder no referendo e ainda é bancada pela indústria das armas, mas lá vc não pode falar mal, né!!!

    AK: Mais um LQNL…. é a magia da internet.

  • Rildo Carlos

    Pena q vc Andre não vai ver a metralhadora em ação essa noite, Ele tá representando o Glorioso e País….

  • Marcelo Coelho

    Já proibiram a cerveja, geral para quem ganha pouco acabou, dançar funk não pode, palavrão, nem pensar. Só falta proibirem as comemorações de gol.

    Se continuar assim o futebol vai ficar chato como o tênis, ingresso caro, só tv por assinatura e replay para tirar dúvidas.
    Pela volta da geral, da cerveja nos estádios e da liberdade de comemoração.

    Salve os artilheiros matadores que fuzilam os adversários com seus tirambaços de perna direita e esquerda!

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