RECADO



Aos hipertensos que mandaram comentários e/ou e-mails para este blog, exigindo que o(s) pênalti(s) não marcado(s) contra o Palmeiras (no jogo de quarta, no Mineirão) sejam tratados com a mesma “indignação” que usei ao abordar o pênalti marcado a favor do Coritiba (no jogo contra o Palmeiras, em 19/08):

1 – É engraçado como se dá importância ao que se enxerga, equivocadamente, como “indignação”. O pênalti em Curitiba não aconteceu, e foi o que escrevi. Um (1) pênalti indiscutível em Belo Horizonte não foi marcado, e foi o que escrevi.

2 – Também escrevi que árbitros só deveriam marcar pênaltis nos minutos finais de um jogo, que obviamente têm impacto direto no resultado, se os lances forem absolutamente flagrantes.

E antes que os citados hipertensos queiram me lembrar do que eu mesmo escrevi:

3 – Quem não consegue identificar (após intensa reflexão) a diferença entre a) um pênalti mal marcado, aos 46 minutos do segundo tempo, que decidiu um jogo por 1 x 0; e b) um pênalti ignorado, aos 17 minutos do primeiro tempo, de um jogo que estava 1 x 1, deveria parar com tudo e recomeçar a ver futebol.

Ou desistir de ver futebol.

Para finalizar, o blog sugere uma leitura: nos links indicados do lado direito da página, clicar em “IUPST”.

Bom fim de semana.



  • torcedor

    pênalti é pênalti, não importa se no início ou no fim do jogo.
    Que opinião mais estúpida!

    AK: Estúpida é sua compreensão do que está escrito.

  • Anna

    Muito bom. 🙂

  • Joao Luis Amaral

    Já sei: troca o nome do link para “Lexotan” ou “Maracujina”! Ha ha ha!
    Abraço.

  • Cruvinel

    Vai chegando a reta final do Brasileirão e os hipertensos vão perdendo as estribeiras!

  • torcedor

    além do que, segundo o globoesporte de quinta, foram 4 pênaltis não marcados a favor do cruzeiro.

    AK: E segundo alguns historiadores, Elvis não morreu.

  • torcedor

    desculpe-me mas você viu o jogo? e viu o globoesporte ao qual me refiro?
    se sim, por que não escreve sobre o que eu falei, nem que seja para desmentir a mim e aos jornalistas do globoesporte, em vez de fazer ironias de ensino fundamental?

    AK: Porque eu já escrevi. E cada comentário tem a ironia que merece.

  • Rafael Araújo

    O fato é: O Cruzeiro foi prejudicado, assim como todas as equipes nos últimos anos foram ajudadas e prejudicas na mesma proporção.

  • torcedor

    ok, sr ak. desisto. você é muito esperto e muito sábio para mim.

  • Paulo

    Sou torcedor de um grande time de São Paulo. Apaixonado como todos os outros, mas sempre fui humilde em admitir quando os chamados erros de arbitragem beneficiam meu time. Não acho nada humilhante admitir que a equipe que tanto gosto em muitas oportunidades foi favorecida pela arbitragem. É a realidade que setores da imprensa brasileira não gostam de admitir porque sempre tem de promover o espetáculo. No Brasil e no mundo o futebol tem sido mais um negócio do que um esporte. É que os mais doentes e apaixonados torcedores geralmente não se apercebem disso. Aqui em São Paulo, acredito que exista mesmo a máfia do apito do Coronel Marinho. Lugar de coronel é no exército, em forças policiais ou no cangaço. E ela tem repercussões no trabalho do Sérgio Correia. Quem tem dinheiro sempre corrompe… E quem não tem é corrompido… Pela ordem de favorecimentos em São Paulo estão São Paulo FC, Corinthians, Palmeiras, Santos e Portuguesa… Ah, coitada da Portuguesinha que já foi “roubada” por todo mundo…

  • Marcos Vinícius

    Isso te lembra algo?
    “Do que vc está falando?”

    O cometário que vc levantou a respeito do jogo no Couto Pereira foi sobre o penalti marcado no final da partida(Eu achei que foi aos 42 do segundo,mas vc me corrigiu,dizendo que foi aos 46).Passou.

    O que eu postei não foi sobre o penalti ter ocorrido no final da partida,mas sim que houve um penalti escandaloso a favor do Cruzeiro,e pelo menos outros dois discutiveis.Mas esses envolvem interpretação,liberdade de opnião,e não vale a pena levantar o assunto,pois obviamente discodaremos.

    Também comentei que,pelo ocorrido no Paraná,vc levantou um comentário que,apesar de não falar diretamente do assunto,dizia respeito ao mesmo.

    Disse,e repito,que a sua indignação com erros de arbitragem deveria ser a mesma em ambas situações,pois ambas interferiram diretamente no resultado final da partida.

    Mas o tratamento dado a ambos os fatos foi diferenciado.No caso da derrota do Palmeiras,indignação.No da vitória,uma constatação do óbvio.

    Pelo que vi nos comentários feitos no “Notinhas Pós-Rodada”,apenas eu fiz um comentário sobre o jogo contra o Coxa.Me enganei?Baseado nisso,vou lhe contar uma coisa:Não se preocupe,tenho uma vida de hábitos saudáveis,não fumo,tenho uma alimentação equilibrada,malho sempre que posso,enfim…NÃO SOU HIPERTENSO!

    Abraço,querido.

    AK: Mas, pelo jeito, continua com problemas de interpretação de texto. Não me referi ao seu comentário. Um abraço.

  • Alexandre Casella

    Aí, André!
    Confesso que é a primeira vez que leio o teu blog.
    Por ter discutido com você uma vez sobre um pênalti marcado para o Corinthians contra um Palmeiras, na frente da cantina da Dona Egle (não lembro que jogo foi e nem quando mas, pra mim, o jogador do Palmeiras não poderia ter feito falta no atacante que estava atrás dele), achei que a paixão clubística talvez pudesse lhe ter cegado.
    Porém, fiquei imensamente satisfeito em ver que a tua opinião em relação aos pênaltis dos jogos Coritiba x Palmeiras e Cruzeiro x Palmeiras é idêntica à minha.
    Palmeirenses fanáticos não viram nenhum pênalti e ainda acham que o Armero não deveria ter sido expulso.
    O Cruzeiro viu três pênaltis.
    Adversários histéricos viram cinco (!!!).
    É bom encontrar um blog de um jornalista que analisa e expõe friamente o que aconteceu, sem se deixar levar pela vontade de que todos os pênaltis alegados tivessem acontecido (o que é normal para qualquer um que torça para um time de futebol).
    Parabéns pelo blog.
    Vou começar a acompanhá-lo.
    Abraços!

  • Marcos Vinícius

    Ah,tá!
    Apenas eu postei algo sobre o jogo do Couto Pereira,aí vc levanta um comentário sobre o ocorrido no passado,sendo que,mais uma vez eu digo,apenas eu postei algo a respeito.

    E vc me diz que eu tenho dificuldade de interpretar texto.

    Distinto Senhor,por gentileza,qual a parte que eu não soube interpretar?Abra-me os olhos,cerrados pela minha vasta incompreensão!

    AK: O fato de apenas ter o seu comentário publicado sobre o tema, não significa que foi o único enviado. O post também fala em e-mails. Sobre o que quero dizer, acho que o post está bem claro. Um abraço.

  • Jerffertte Ramatis de C X

    _AK:Ja que os clubes todo ano e a mesma choradeira em relaçao a arbitragem e aos erros que ela provocam,porque eles nao fazem nada,o clube dos 13 e so pra ver quem vai ficar com a fatia do bolo da grana da TV,sera que eles nao falam em mudar e melhorar a arbitragem acho que nao né,pois quem e prejudicado hoje e beneficiado amanha e assim gira o futebol brasileiro!!

  • Jerffertte Ramatis de C X

    AK:Voces jornalistas ja perguntaram para algum presidente de clube porque o clube dos 13 nao se unem para melhorar a arbitragem nacional?Na sua opiniao o que se poderia se fazer a curto prazo para melhorar o nivel de arbitragem?

  • André, permita-me um pequeno relato sobre a questão “arbitrária” no futebol. Ou melhor, as minhas experiências em relação ao apito.
    Pra começar: Quantas vezes não falaram que você não serviria para comentarista esportivo, porque você nunca tinha chutado uma bola na vida? (Será que quem fala isso lembra que ninguém chutava uma bola como Pelé e como comentarista ele é…bom, deixa para lá). Pois será que as pessoas que criticam a arbitragem hoje, sugerem esquemas mil, já ficaram na pele de um árbitro pelo menos em jogo de várzea? Será que tiveram a experiência de apitar para saber o quão díficil é tomar uma decisão ali no calor do jogo?
    Experiência 1: Bem, quando eu tinha 14 anos, entrei no SENAI, e hoje, mesmo tendo passado pela faculdade do Belluzo, considero a melhor escola que já estudei. Mas isso é uma outra história. Certa vez, jogando futebol na educação física, enquanto estudava para trabalhar na metalurgia, tive que apitar o jogo do 3° contra o 4° time (A classe era dividida em 4 times. O 3° e o quarto era a raspa do tacho, mas o lado bom de apitar jogos dos dois era que se eu estava apitando, era uma das raras vezes que jogaria nos 2 primeiros times).
    Durante uma partida, que eu tinha até uma participação discreta, o professor parou o jogo e perguntou para determinado jogador. “O que você acabou de fazer?”. O cara respondeu: “Eu levei a bola na mão”. Aí, o professor olhou para mim: “Você viu?” Óbvio que não tinha visto, e assim respondi. Perguntou para 3 pessoas do time dele, e uma que inclusive também estava do meu lado do campo (No lance o jogador faltoso estava na outra lateral e de costas para mim) e todas as pessoas tinham visto. Posso garantir que não sou ladrão, nem nutria simpatia para nenhum lado. Mas em um lance onde uma classe de 40 alunos mais o professor viu uma irregularidade, eu não vi. O professor concluiu dizendo para gente lembrar disso quando fosse incriminar um árbitro.
    Experiência 2: Determinado jogo,ao tentar dominar uma bola na lateral, dei as costas para o campo, ergui o joelho e com a mão dei um tapa na bola antes da saída pela linha lateral, simulando com o joelho. Fiz isso de frente para o bandeira, que não viu. O cara do outro time que estava me marcando, ergueu a mão na hora, e mais uns 5 jogadores adversários. Eu tinha montado o time, e tinha certeza que o bandeirinha não iria roubar num campeonato interno de empresa. Ele simplesmente, 5 metros perto do lance, de frente, sem nada que atrapalhasse a visão, achou que eu dominei no joelho mesmo. E o pior foi depois do jogo: O cara que estava me marcando, que foi o primeiro a levantar a mão, veio perguntar para mim: “Você dominou aquela bola na mão, não?” Eu respondi “Claro que não, foi na coxa”…Ele retrucou “Caramba, na hora tive a impressão que tinha batido na mão”. Pois é, nem o primeiro a reclamar tinha certeza do lance.
    Experiência 3: Certa vez, para brincar em uma chácara, assumi o papel de centroavante, com juiz-bandeira-massagista, ou seja, ele fazia todos os papéis dentro do campo, exceto dos jogadores. No primeiro momento da partida minha consagração: Cobrança de falta dentro da área, eu saí pelo menos uns 5 metros de trás da barreira, dominei a bola e fiz o gol. O juiz validou, aquela pressão…Os caras ficaram tão nervosos que na saída de jogo empataram, e ganharam de 6×1. Depois, no churrasco, alguns mais exaltados queriam bater no juiz. Mas eu tenho absoluta certeza que ele não tinha errado, pois esperei a cobrança, e saí de muito atrás da barreira.
    Experiência 4: Brincando de bandeira, fui muito ofendido por um colega meu, e nossa amizade ficou abalada por conta disso. Sem ter uma noção de posicionamento, ele estava uns 3 metros impedido, mas voltou para pegar a bola que foi lançada para ele, e mesmo assim, no momento de recebimento da bola, ainda não tinha ninguém entre ele e o goleiro. No tempo de dominar a bola, alguns chegaram marcando, mas o impedimento estava marcado. Ele ficou nervoso, mostrando após efetuar o domínio, alguns jogadores nas costas dele. Mas eu tenho absoluta certeza que ele estava completamente na banheira.
    Essa de algumas pessoas justificarem que em todas as interpretações ele tendeu para um lado, não cola. Já vi o Valdívia cair 4 vezes dentro da área no mesmo jogo, e em apenas 1 daria para marcar penalty. Já vi o Palmeiras ganhar com 3 penaltys legítimos no mesmo jogo. Já vi a seleção ganhar com 3 gols de penaltys da Argentina, e o juiz assumindo depois do jogo que tinha errado, pois tinha deixado de ver mais dois penaltys (um deles escandaloso, onde o jogador da barreira sobe com o braço muito acima da cabeça).
    Será que vocês topariam apitar um jogo só para saber o quanto é díficil as coisas lá dentro?

  • Dhiancarlo

    Que mau humor André,me desculpe mas…foi a primeira vez q entrei no seu blog pq até entao tinha vc como um bom profissional….vc tá igual o Kleber, nem ganhou nada ainda na vida e já ta se achando…bem menos viu….Melhora…

    AK: Interessante raciocínio. Você decidiu que eu não sou mais “um bom profissional”, na primeira vez que veio aqui, porque achou que estou de mau humor? E eu que estou me achando?

  • Rafael Tamashiro

    Penalti só deve ser marcado quando for penalti. Independente do tempo de jogo. Quantos jogos não foram decididos no primeiros minutos, e ainda, 90, 80, 70 ou 45 minutos podem não ser suficientes para reverter um resultado inicial.

    AK: Se pênalti só fosse marcado quando fosse pênalti, não estaríamos aqui discutindo o jogo de quarta-feira passada. Um abraço.

  • Cara. Li seu texto a respeito da IUPST e achei sensacional. Parabéns. Venho pouco ao seu blog(tenho pouco tempo) e nunca comentei mas agora eu me vi no dever te dizer que realmente você é muito bom. Felizmente ainda se vê pessoas lúcidas nos meios de comunicação de massa desse país tão assolado pela corrupção. Mais uma vez, PARABÉNS e continue assim, por favor.
    Ps: Não poderia ir embora sem fazer uma pergunta que eu tanto quero a resposta. Você seguiu a lucidez futebolística do seu pai e é sofredor ou saiu pela tangente e escolheu outro clube? (Por favor, lucidez foi só uma maneira de dizer. Não tenho nada contra nenhum torcedor de outro clube.)

    AK: Obrigado pelo comentário. Um abraço.

  • Nata

    perdi meu tempo lendo um blog de um jornalista esportivo sem esportiva e que não aceita comentarios contrarios aos seus…

    AK: Que você perdeu seu tempo, não há dúvida. Mas foi porque não quis perceber que o espaço para comentários deste blog está repleto de opiniões diferentes das minhas. Um abraço.

  • Marcelo

    Na boa AK, não concordo com essa de tempo para marcar penalti… Penalti é penalti, não importa se é no primeiro ou último minuto de jogo. Outra coisa, estou cansado de tantos jornalistas e comentaristas de arbitragem justificarem tudo como “interpretação”. Você não acha que na regra tem que ser abolida essa palavra? Para mim isso não existe: passou o pé, é falta. No lance do segundo penalti do Palmeiras não teria que ter interpretação. O jogador do Palmeiras deu um carrinho, pegou o jogador do Cruzeiro e ponto final. Penalti! Outro exemplo: bateu na mão, para mim teria que ser falta. Esse negócio de ver se o cara teve a intenção de por a mão na bola não tem nada a ver porque, na prática, 99% dos casos não há intenção (tirando lances como o jogo do Paraná). Se tirasse a interpretação, não teríamos lances idênticos com marcações diferentes em diferentes jogos… Essas coisas decidem campeonatos…

    AK: Isso é a mesma coisa que dizer que um erro cometido aos 5 minutos tem o mesmo impacto de um erro cometido aos 45. Não é assim que funciona. Sobre a interpretação, ela está na regra do jogo. A única maneira de resolver isso é com a a ajuda das imagens. Um abraço.

  • Marcelo Coelho

    Regra é regra, não importa se no primeiro ou no último minuto.
    Quem não cumpriu a regra errou, por incompetência ou má fé.
    Abraço.

    AK: Não estou discutindo regra. Estou discutindo o impacto do erro de um árbitro no resultado final de um jogo. Um abraço.

  • lucio moreira

    quem esta com direito de reclamar de arbitragem eh o Botafogo gente .. nos ultimos jogos corinthians, cruzeiro, atletico paranaense, gremio, santos. Todos esses jogos com influencia direta.
    Na minha opiniao, no jogo de quarta feira, soh foi penalty no lance do fabricio, e para mim, foi claro. Ultima coisa, penalty eh penalty neh Andre, nao importa se a com 1 minuto de jogo ou com 45 do segundo tempo.

    abraços.

    AK: Importa, sim. Porque um erro aos 45 minutos é definitivo. Um abraço.

    ps: primeira vez por aki!

  • BASILIO77

    A banca paga, a banca recebe.
    Abraço.

  • BASILIO77

    A banca paga e a banca recebe.
    Abraço.

  • Paula

    🙂 Realmente deve dar “rãinva”!

    Como cada um tem sua opinião para mim o penalti no final do jogo foi mais penalti do que o puxão em Kleber. E como outro disse, penalti é penalti. O penalti não é dado para o outro time ter tempo de se reabilitar. O time que o faz tá correndo o risco.

    Mas como disse certa vez Voltaire: “Posso não concordar com o que diz, mas defenderei até a morte seu direito de dizer”, completando: desde que com educação e argumentos ehhehe

    Bom dia, tarde, noite!

  • Paula

    Tava lendo o Marcelo sobre interpretação. É uma boa ideia… já tinha até pensando nisso, até que me dei conta: os laterais treinando acertar a mãos dos zagueiros para cavar um penalti hehehhe

  • Dhiancarlo

    André, não é que passei a te achar mau profissional, é que não precisa tanto mau humor…a imprensa reclama do mau humor no futebol,exemplo: Dagoberto( vide jornal Lance),
    então acho que não precisa ser tão ríspido nos recados e respostas.Bom, é só um toque.Mas vou acompanhar mais o blog e ver se é interessante.
    Abraços Dagol Jr.

    AK: Aqui ninguém precisa concordar comigo. O tom das respostas é o mesmo dos comentários. É mais justo assim. Um abraço.

  • Alex (EUA)

    Desculpe, Andre’, mas vou ter que concordar com varios dos colegas leitores e nao com vc neste assunto. Da “altura” dos meus 40 anos e 30 acompanhando de perto futebol pelo mundo, a minha opiniao e’ que, se a falta acontece, (seja aonde for e seja a sua gravidade), tem de ser marcada. Se tem ou nao impacto no resultado final do jogo, ou no desenrolar do mesmo, nao e’ problema do juiz, mas sim dos envolvidos direta e indiretamente (jogadores do lance em questao e seus companheiros). Fosse o impacto considerado, como vc sugere que deveria ser, o juiz nao teria marcado o terceiro (talvez nem o segundo) penalti para o Brasil contra a Argentina naquele jogo das Eliminatorias passadas no Mineiroa (3 penaltis no/do Ronaldo). Considero que, naquele jogo, o juiz tem de agir como agiu: se acredita ter sido falta, marca.
    Abs.

    AK: Estamos falando sobre coisas diferentes. Eu estou de pleno acordo que um pênalti deve ser marcado a qualquer momento. Mas isso é tese. Na prática, não funciona assim. Se funcionasse, essa discussão não existiria. Eu estou falando sobre erros que não dão ao jogo a chance de recuperação. São erros mais graves. O jogo que você mencionou não se aplica à conversa. O primeiro pênalti aconteceu aos 16 do primeiro tempo. O segundo pênalti, aos 22 do segundo tempo. E o terceiro, nos acréscimos, com o placar em 2×1. Um abraço.

  • Luiz Krone

    Andre,

    Por isso que gosto tanto de futebol americano. Na duvida, vamos a tv.

    Ninguem mais fala do esquema tatico do Cruzeiro, dos erros de finalização, dos erros de passe. Nada. É só penalti penalti e penalti. Isso é tão chato.

    Abraço e parabens pela matéria sobre o Monday Night.
    Luiz Krone

    AK: Vamos acabar com o replay no futebol americano. O legal é ver campeonatos decididos pelo acaso. Obrigado e um abraço.

  • Rafael Tamashiro

    Quer dizer que se eu mato alguém com 20 anos é diferente se eu matasse a mesma pessoa com 50 anos? A pena é diferente?

    AK: De repente, você pode achar que sim. Assassinato e futebol têm tudo a ver. Parabéns, o recorde é seu, e ele provavelmente não será quebrado.

  • Ricardo Malafaia

    Prezado André,
    acho que visto a carapuça que você sugere no item 3. Uma reciclagem. A sua argumentação é sofisticada demais, não consegui entender.
    A minha impressão é você propõe um escalonamento de erros tendo como base o tempo de jogo decorrido, ou seja, se o erro acontece no que você chama de final do jogo, vale tantos pontos; se acontece no primeiro tempo, outros tantos pontos. Varia também de acordo com o placar do jogo no momento do erro e deve levar em consideração o tempo disponível para que o time prejudicado possa reverter o erro. Enfim, um gráfico muito complicado para mim.
    Não ficou muito claro a partir de qual momento é o fim do jogo (38, 39, 40, 45, acréscimos, tapetão) nem tampouco o tempo necessário para se consertar o erro (17 do primeiro tempo daria; 08 do segundo tempo daria?).
    Cruzeiro x Palmeiras era um jogo especial. O primeiro tentando subir e o segundo tentando se manter no alto. Seria um jogo de poucas chances de gol, equilibrado, com os dois times dando sangue para criar 2 ou 3 chances de gol. Não consigo entender porque um erro aos 17 do primeiro tempo não possa ser tão decisivo para o resultado final como o é aos 45 do segundo. Principalmente em um jogo tão equilibrado. Não dá para saber o que aconteceria de o Palmeiras tivesse de abandonar o ferrolho ou se o Cruzeiro sofreria mais gols se ainda estivesse em campo o Armero (não concordei com sua expulsão).
    Em tempo, diferentemente de você, considero ainda a não marcação de três penaltis (Fabricio, Diego Renan e Jonathan) e a marcação de uma falta inexistente que originou o primeiro gol do Palmeiras.

    AK: Não creio que seja tão complicado assim, e não há “escalonamento” na minha opinião. Falo sobre a capacidade de o jogo se recuperar de um erro de arbitragem. Quando o erro produz um gol aos 45 do segundo tempo, essa capacidade inexiste. É apenas isso. O que penso está mais claro numa coluna dominical recente:

    http://blogs.lancenet.com.br/andrekfouri/2009/08/23/coluna-dominical-35/

    Um abraço.

  • Paula

    Andre, não tinha lido aquela sua coluna dominical de agosto… Interessante.

    Mas acho que funciona na teoria se pensarmos em só alguns “ses”. Imagine que o time tá perdendo de 1X0 através de uma falta inexistente. Ai no final do jogo, em nova falta – penalti – agora a favor do time, o arbitro não dá pq não foi clamorosa! E aí? é justo? Ele tem certeza da falta, mas como foi só um totozinho não marca?

    Entendo seu ponto de vista que seria uma tecnica aplicável para se recuperar de um erro. Mas devemos ter em mente que o penalti não será marcado por um erro! Alias, a grande maioria dos penaltis realmente aconteceram, pq os arbitros já pensam 2 vezes antes de marcar.

    Penalti, em qq momento do jogo, tem que ser realmente falta. Um leve toque, só desestabiliza se o cara tiver em velocidade. No lance do final do jogo eu achei penalti, vc não achou e prefiro acreditar que o juiz não marcou pq não achou, e não pq foi “pouca falta”.

    Finalizando: qto mais “se” colocado na analise, pior ela tende a ficar. Eu acho que um erro simples, de falta no meio campo, que dá posse para o time adversario erradamente, já muda tudo! É o tal efeito borboleta! 🙂

    Bem, acho que os pontos de vistas foram colocados. Então bola pra frente que ainda tem campeonato! 🙂

  • torcedor

    estranho o seu comentário sobre o post do tamashiro. achei que você gostasse dessas comparações extravagantes. Futebol e assassinato são tão semelhantes quanto elvis e pênaltis.

    AK: Não fique chateado. O recorde é dele, não seu. Um abraço.

  • Ricardo Malafaia

    André,
    obrigado pelo envio do link. Não concordo com o argumento porque acho que estimula a omissão do juiz, mas estou matutando ainda.
    Dois abraços, já que no primeiro post me esqueci do cumprimento.

  • jean

    huahuahuahuahua viva a internet e a capacidade de “comunicação” entre as pessoas.

    Dá-lhe zêeeero!!!

    Ak…por acaso você acha que o juizão do jogo de sábado compensou logo contra o Barueri?

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