RECADO



Aos hipertensos que mandaram comentários e/ou e-mails para este blog, exigindo que o(s) pênalti(s) não marcado(s) contra o Palmeiras (no jogo de quarta, no Mineirão) sejam tratados com a mesma “indignação” que usei ao abordar o pênalti marcado a favor do Coritiba (no jogo contra o Palmeiras, em 19/08):

1 – É engraçado como se dá importância ao que se enxerga, equivocadamente, como “indignação”. O pênalti em Curitiba não aconteceu, e foi o que escrevi. Um (1) pênalti indiscutível em Belo Horizonte não foi marcado, e foi o que escrevi.

2 – Também escrevi que árbitros só deveriam marcar pênaltis nos minutos finais de um jogo, que obviamente têm impacto direto no resultado, se os lances forem absolutamente flagrantes.

E antes que os citados hipertensos queiram me lembrar do que eu mesmo escrevi:

3 – Quem não consegue identificar (após intensa reflexão) a diferença entre a) um pênalti mal marcado, aos 46 minutos do segundo tempo, que decidiu um jogo por 1 x 0; e b) um pênalti ignorado, aos 17 minutos do primeiro tempo, de um jogo que estava 1 x 1, deveria parar com tudo e recomeçar a ver futebol.

Ou desistir de ver futebol.

Para finalizar, o blog sugere uma leitura: nos links indicados do lado direito da página, clicar em “IUPST”.

Bom fim de semana.



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