CAIXA-POSTAL



Aos assuntos da semana:

Allan escreve: André, você não acha que o Fábio Aurélio deveria ter uma chance na lateral esquerda da Seleção? Está certo que é um jogador que já tem 30 anos, mas pela safra atual que a camisa 6 amarelinha vem passando, acho que ele seria uma boa opção para próxima Copa.

Resposta: Uma chance ele merece, sem dúvida. Mas Fábio Aurélio está se recuperando de cirurgia no joelho, e voltou a treinar no Liverpool nesta semana. Portanto, ainda está distante de uma convocação. Ele completará 30 anos em setembro.

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Thiago escreve: Nessa semana em que nós lusos não ligamos a tv, não lemos o caderno de esportes e nem ouvimos o rádio, eis que surge um comentário na sala dos professores do qual não me furtei a ouvir e debater. Qual a credibilidade do suserano Ricardo Teixeira ao falar sobre 2006? Será que falaria dos 20 anos de pujança e soberba a frente da CBF? Qual o seu parecer?

Resposta: O presidente da CBF falou sobre Weggis 2006 (e também sobre os problemas dos administrativos dos clubes brasileiros) como se não tivesse nenhuma relação com o episódio. Chega a ser engraçado. Parece o cineasta que faz um filme ruim, mas uma análise perfeita sobre a ruindade da obra. Será que todo mundo é bobo?

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Renato escreve: Não pude deixar de enviar este e-mail após ouvir de você, no Sportcenter desta semana (diga-se de passagem que você e o Arnaldo Ribeiro estão fazendo uma ótima dupla na bancada! Parabéns) a respeito da regra não-escrita que você mencionou na NBA sobre que nos últimos 2 minutos da partida, os árbitros deixam a decisão para os jogadores. Mas o que me pergunto até agora é: se até nas peladas da firma existe briga por um lateral, como se dão essas decisões na quadra?

Resposta: Minha coluna no Lance! de hoje é sobre esse assunto, e como seria sua aplicação no futebol, no caso dos pênaltis em finais de jogos. A questão não é bem como você imaginou. Não é que os jogadores tomam as decisões que deveriam ser dos árbitros. São os árbitros que mudam seus critérios, nos momentos decisivos de jogos com placar apertado, principalmente em relação às faltas. Cria-se uma situação em que a falta tem de ser escandalosa para ser marcada. Obrigado pelo elogio ao SC.

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Márcio Henrique escreve: (no jogo contra o Fluminense, na última quarta-feira) O SPFC já tinha feito 3 alterações e o goleiro Rogério Ceni sentiu o tornozelo operado. No caso de ele não conseguir mais entrar no jogo, como faria? Seria permitida uma nova subistituição? Ou o árbitro teria a possibilidade de autorizar a colocação de um jogador de linha na função?

Resposta: Algo me diz que o RC estava apenas ganhando tempo naquele momento. Mas, voltando à pergunta, só são permitidas três substituições. Portanto, se o goleiro se machuca e não tem condições de voltar ao jogo, um jogador de linha deve ir para o gol.

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Obrigado pelas mensagens. Até a semana que vem.

(e-mails para a Caixa-Postal do blog: akfouri@lancenet.com.br, ou clique no link abaixo da foto)

“Um bom policial não dorme porque não consegue encontrar uma peça do quebra-cabeças. Um mau policial não dorme porque sua consciência não deixa.”

Detetive Ellie Burr, em “Insônia”.



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