ESTÔNIA 0 X 1 BRASIL



No amistoso data-Fifa em Tallin, o campeão da Copa das Confederações enfrentou a quinta colocada do grupo B das Eliminatórias Européias.

Numa chave que tem seis times, a Estônia só supera a Albânia.

Não entremos na “estratégia de escolha” de adversários para os amistosos da Seleção Brasileira. Mas quando a diferença de nível é tão grande, o custo/benefício (não estou falando das cotas…) fica perigoso.

Exceção feita a Kleberson, o Brasil começou o jogo com um time que poderia ser titular contra a Argentina, no dia 5 de setembro. Se a única forma de preparar a Seleção, hoje em dia, é reuni-la uma vez por mês, não há sentido em não colocar os caras para jogar.

Aí o time estoniano, que parecia grosso apenas na técnica, mostrou-se igual nos modos. O que tinha jeito de ingenuidade, virou maldade.

Para o Brasil, era um treino antes de um clássico. Para a Estônia, era o “jogo do milênio”.

Kleberson sofreu uma luxação no ombro direito (segundo Runco, deve ser operado) num lance comum, azar.

Mas Kaká e Daniel Alves escaparam de duas mordidas feias.

Felipe Melo pegou, e poderia ter quebrado, um estoniano chamado Puri.

Como evitar? Se em qualquer “soçaite da firma” vigora a lei da reciprocidade, por que jogos entre seleções seriam diferentes?

Em jogada que mostrou a ruindade da defesa da Estônia, Luis Fabiano fez 1 x 0, e o Brasil não se importou em ganhar pelo mínimo.

Não perde há 17 jogos, e ainda bem que não perdeu mais ninguém.



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