CONTRA-RELÓGIO



Peço desculpas pelas longas ausências nessa semana, mas tudo tem um motivo.

O prazo para a entrega dos originais do livro que eu e o Data-PVC estamos escrevendo está terminando.

Sobre isso, uma notícia boa e uma ruim.

A ruim é que ainda há bastante trabalho a fazer. A boa é que, até a semana passada, havia mais textos a escrever do que dias até a data-limite.

O livro contemplará os jogadores eleitos com duas páginas. Entre outras coisas, nosso trabalho é escrever um texto (em tamanho de coluna de jornal) sobre cada um.

Cem textos. Meio a meio.

Anteontem à noite, tentei escrever sobre Mauro Galvão, o zagueiro que (entre muitos outros títulos) foi campeão brasileiro pelo Internacional em 1979, com 17 anos de idade. Hoje é dirigente do Grêmio.

Pesquisei, conversei com pessoas, e nada do texto sair. Em quase tudo o que eu tinha lido, havia uma menção à influência de Falcão no começo da carreira de Mauro.

Fui dormir decidido a ligar para Mauro Galvão no dia seguinte.

De manhã, mudei de idéia. Resolvi ligar para Falcão, e ouvi-lo sobre o assunto.

Teclei os números sem muita esperança de conseguir logo de primeira, já bolando um recado que explicasse os motivos da ligação.

Hoje em dia, às vezes, demora-se tanto para conseguir falar com jogadores de futebol, que a gente fica desacostumado.

Se eu conseguisse que um dos melhores jogadores de todos os tempos retornasse a minha ligação, mesmo que fosse no dia seguinte, seria ótimo.

O telefone tocou, Falcão atendeu, conversamos por uns 15 minutos.

O texto saiu em meia hora, com os detalhes que ele contou.

Aqui vai um agradecimento público ao “Rei de Roma”, pela gentileza.



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