ETO’O MANDOU BEM



Eis o camaronês Samuel Eto’o com sua nova camisa.

Na apresentação oficial do atacante da Internazionale, hoje na Itália, os fotógrafos quiseram registrar a famosa imagem do beijo no distintivo.

Eto’o se recusou. Disse que tem de “conquistar a confiança dos torcedores dentro do campo”.

Passo a gostar mais dele.

O beijo na camisa é um gesto tão batido, que ficou falso. Tem o efeito contrário, e não engana ninguém.

Sério: você fica (ou conhece alguém que fica) orgulhoso quando um jogador recém-contratado beija a camisa do seu time?

E quantas vezes já viu a cena e pensou: quanta bobagem…?

Vestir o novo uniforme e sorrir para as câmeras já é mais do que suficiente. Negar-se a protagonizar um gesto vazio não deveria ser a exceção.

São raros os jogadores que podem beijar um escudo, com sinceridade.

Mais raros ainda, os que têm a coragem de se recusar.



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