NOTINHAS PÓS-OUTRO VICE DO INTER (e o tal de Phelps…)



A Recopa ficou em Quito:

* Ganhar da LDU (3 x 0 no Internacional: Espínola, Bieler e Vera) nas alturas equatorianas não é fácil.

* Nos últimos anos, Santos, São Paulo, Fluminense e Palmeiras estiveram lá e perderam (o Sport, vale dizer, venceu na primeira fase da Libertadores 2009).

* E o Inter começou o jogo da pior forma, levando o primeiro gol aos 9 minutos. Dali para a frente, foi apenas uma formalidade.

* A Recopa, de fato, acabou no Beira-Rio.

* A diretoria diz que Tite continua no comando, mesmo após o segundo título perdido. No próximo dia 19 tem Gre-Nal, no Olímpico, pelo BR-09.

* A não ser que o Inter chegue ao clássico com larga folga na liderança da tabela, Tite não pode perder esse jogo.

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Se você não se interessa por natação, não prossiga.

Eu me interesso, e muito. Nas últimas três Olimpíadas, vivi dias incríveis na piscina.

Em Indianápolis, a seletiva americana para o Mundial de Roma (a partir do dia 17) está sensacional.

O brasileiro César Cielo (21s14) venceu a final B dos 50m livre, batendo o francês, recordista mundial, Fred Bousquet (21s36).

Cielo e Bousquet, nadando como convidados, não puderam disputar a final A, restrita a americanos que competem no campeonato nacional e por vagas no time que vai ao Mundial.

O vencedor da final A foi Nathan Adrian (21s52). Sim, Cielo e Bousquet teriam sido ouro e prata.

Mas o grande destaque de ontem foi Michael Phelps, que quebrou um recorde mundial pela milésima vez.

Phelps cravou 50s22 nos 100m borboleta, baixando em 18 centésimos a marca de Ian Crocker.

Agora ele é recordista mundial dos 100 e 200m borboleta, 200 e 400m medley, e 200m livre.

Onde Phelps encontra motivação para ser sempre mais rápido, depois de ganhar todas as medalhas de ouro possíveis em Pequim?

Nas derrotas.

Ótima história: o recorde mundial dos 100m borboleta era um objetivo antigo. Phelps o teve por um dia, durante o Mundial de Barcelona, em 2003. Mas Crocker lhe tomou o tempo no dia seguinte, e o baixou outras duas vezes desde então.

A última vez foi na final da prova, no Mundial de Toronto, em 2005. Crocker fez 50s40, Phelps foi prata com 51s65.

Segundo o técnico Bob Bowman, foi a pior derrota que Michael Phelps já sofreu. Algo que ele nunca esqueceu, mesmo tendo vencido Crocker diversas vezes depois.

Ele não se conformava por não ter o recorde.

Até ontem.



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