NOTINHAS PÓS-RODADAS (e Federer está sozinho)



O Inter recuperou a liderança isolada do BR-09.

O maior salto para cima quem deu foi o Coritiba: 6 posições.

Para baixo, o Cruzeiro: 4 degraus.

As notas da nona rodada:

* A semana movimentada no Santos terminou com uma vitória (1 x 0 no Sport: Paulo Henrique – 7.025 pagantes na Vila Belmiro) conquistada aos 43′ do segundo tempo.

* Reclamar de impedimento (de Neymar) no gol santista é uma covardia com o bandeira. Típica situação em que o lance deve seguir.

* O Santo André (1 x 1 com o Barueri: Val Baiano e Marcel – 1.524 pagantes no Bruno José Daniel) já fez cinco jogos em casa. Só venceu um.

* O Grêmio Barueri jogou sem Pedrão (que vai para os Emirados Árabes) e Thiago Humberto (suspenso). Os dois marcaram metade dos gols do time no campeonato.

* No que pode ter sido o último jogo de Ibson (que perdeu um pênalti, no segundo tempo), o Flamengo (2 x 1 no Vitória: Juan, Roger e Emerson – 20.296 pagantes no Engenhão) chegou à porta da área-vip.

* Juan marcou e não comemorou. Obviamente não foi por “respeito” ao Vitória.

* Só gol bonito na vitória que tirou o Coritiba (2 x 0 no São Paulo: Marcos Aurélio e Ariel – 21.074 pagantes no Couto Pereira) do calabouço.

* André Dias (fintado no primeiro gol, deslocado no segundo, expulso por jogada violenta) teve um domingo daqueles.

* Os atacantes argentinos fizeram o possível para que a torcida do Grêmio (4 x 1 no Atlético Paranaense: Maxi López-2, Herrera-2 e Rafael Moura – 12.718 pagantes no Olímpico) começasse a esquecer a eliminação na Libertadores.

* O Atlético terminou a rodada na ZR.

* O artilheiro (7 gols) do campeonato brasileiro fez o gol da vitória do Goiás (1 x 0 no Cruzeiro: Felipe – 5.809 pagantes no Serra Dourada), a primeira do time, em casa.

* O Cruzeiro, que jogou com reservas e juniores, ainda não venceu como visitante.

* O empate em casa (1 x 1 com o Botafogo: Éder Luís e Juninho – 48.651 pagantes no Mineirão) tirou o Atlético Mineiro da liderança.

* O Botafogo subiu da lanterna para a vice.

* No Campeonato Brasileiro, Nilmar decidiu, e o Internacional (2 x 0 no Náutico: os dois dele – 12.292 pagantes nos Aflitos) está de novo no topo.

* D’Alessandro perdeu um pênalti quando o jogo estava 0 x 0.

* Obina (média de 1 gol por jogo no BR-09) fez dois, e o Palmeiras (3 x 0 no Avaí: Cleiton Xavier fez o outro – 12.875 pagantes na Ressacada) entrou no G-4.

* Marcos está pegando muito.

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O troféu dourado aí em cima é o décimo-quinto que Roger Federer levanta num Grand Slam.

É também o sexto título de Federer – 3 sets a 2: 5/7, 7/6(8-6), 7/6(7-5), 3/6 e 16/14 sobre Andy Roddick – em Wimbledon.

Foi a mais longa (77 games) final masculina de Grand Slam em todos os tempos. E o mais longo (30 games) quinto set de uma final masculina na história.

Só comparando: as vitórias de Federer nas duas primeiras rodadas consumiram menos games do que apenas o quinto set da final.

O suíço está, enfim, sozinho no primeiro lugar da lista dos maiores vencedores da história.

O maior de todos os tempos? Os tenistas e ex-tenistas dizem que sim. Quem somos nós para discordar?

Eu (como já disse aqui) apenas gostaria de vê-lo equilibrar as coisas contra seu maior – único? – adversário.

O melhor momento dos discursos pós-jogo, Andy Roddick para Pete Sampras: “Desculpe, Pete, eu tentei.”

E o fato de a organização não ter feito Sampras entregar o troféu (e o recorde, e o lugar no Olimpo) a Federer é algo que desafia a minha compreensão.



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