NOTAS DAS COPAS (e adeus a MJ)



Re e das Confederações.

Mas antes, um pouco sobre o “Rei do Pop”:

Nunca fui muito fã de Michael Jackson. O que não me impede de compreender o que ele representou.

Larry King disse ontem, na CNN, uma frase perfeita: “era difícil gostar dele, mas também era difícil não gostar”.

“Thriller”, “Beat It” e “Billie Jean”, só para citar três, são sucessos impressionantes, músicas que não são apenas músicas. Já viraram clássicos.

Um pouco depois, quando os clipes de Michael Jackson eram praticamente filmes, de tão longos, o “Fantástico” os mostrava de forma inédita no Brasil. Eram obrigatórios.

Quem não se lembra de Magic Johnson, no começo do clipe de “Remember the Time”?

Nos últimos (muitos) anos, Jackson deixou de ser uma pessoa. Transformou-se num experimento humano, um ser exótico que, obviamente, não poderia durar muito.

Por isso, sempre preferirei a época em que ele era “apenas” um cantor.

Minha música favorita? “Don’t Stop ‘til You Get Enough”.

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Ok, André, fale de futebol…

As notas:

* O Brasil (1 x 0 na África do Sul: Daniel Alves) não jogou tão bem, e fazia tempo que os sulafricanos não jogavam tão bem.

* Maicon foi bem marcado, assim como os meias, e o jogo foi difícil e interessante. Só não acho que, dessa vez, a Seleção mereça críticas por “não saber como jogar contra times mais fracos”.

* Linda cobrança de falta de Daniel Alves, no canto do goleiro. Golaço.

* Pena que o jogo que todo mundo queria ver, Brasil x Espanha, não acontecerá.

* E depois da vitória (talvez a mais importante da história do soccer) dos Estados Unidos, que já tinham chegado às semifinais por milagre, não há um jogador do time americano que ache que é impossível ganhar do Brasil.

* O que há com o Internacional (1 x 0 para a LDU: Bieler – 30.284 pagantes no Beira-Rio)?

* Seis jogos sem vencer (2E, 4D), quatro jogos sem marcar um gol, três derrotas seguidas.

* Os equatorianos nem chegaram perto do sofrimento que imaginaram. O Inter nem chegou perto do time que já foi, e não faz muito tempo.

* A Recopa, obviamente, ficou difícil. Mas antes tem a Copa do Brasil.



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