NOTINHAS PÓS-LARGADA DO CRUZEIRO



Belo palpite…

Só duas coisas:

1 – Quando a gente acerta, passa batido, né?

2 – Quem acha que palpite é torcida, está no blog errado. E quem acha que um jornalista paulista tem algum motivo para torcer para um time gaúcho, contra um mineiro, tem sérios problemas a resolver. Sérios.

As notas:

* Com 22 minutos de jogo, o Grêmio já tinha perdido três gols. Dois deles (Alex Mineiro e Máxi Lopez), cara a cara com Fábio.

* Não vou escrever aquela frase que trata da punição a quem perde chances. Mas tenho certeza de que você, assim como eu, pensou nela. E o Grêmio continuará pensando.

* Após a crise inicial, o Cruzeiro (3 x 1: Wellington Paulista, Wagner, Fabinho e Souza – 51.296 pagantes no Mineirão) se impôs, fez valer sua casa, sua força.

* Acabou? Claro que não. Mas a final da Libertadores está muito mais perto do Cruzeiro do que do Grêmio.

* Pena que o jogão que teremos em Porto Alegre corre sério risco de ser muito mais (ou muito menos) do que um jogo de futebol, por causa da confusão entre Máxi Lopez e Elicarlos. E que sobrou para Paulo Autuori.

* Racismo é crime, isso não se discute. Mas (isso não quer dizer que Máxi Lopez não ofendeu) já se fez um escândalo com Leandro Desábato – argentino, também – que deu em nada.

* Voltando ao futebol, Kléber Rooney jogou muito.



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