NOTINHAS PÓS-RODADAS



Das copas:

* A melhor campanha da Libertadores está na semifinal. O Grêmio (0 x 0 com o Caracas – 36.725 pagantes no Olímpico), pelo volume e chances, merecia ter vencido os venezuelanos. Mas não precisava.

* Mas aposto que se for feita uma pesquisa entre gremistas, todos dirão que o Grêmio “ganhou” ontem. Não preciso explicar por quê.

* Maxi López (que deve ter dado uns 50 chutes a gol) sofreu um pênalti no primeiro tempo, não marcado.

* Assim como no jogo contra o Colo-Colo, o Palmeiras (0 x 0 com o Nacional – público ND no Centenário) teve tudo para vencer fora de casa e seguir em frente.

* Obina teve uma (sim, uma, a de cabeça) chance daquelas que não se pode perder num jogo como esse. E o milagre de Cleiton Xavier não se repetiu.

* O problema, lógico, foi o 1 x 1 no Palestra. Para o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, o Palmeiras perdeu para “um time ruim, que lutaria para não cair no Campeonato Paulista”.

* Contra um Internacional desfalcado, o Corinthians (2 x 0: Jorge Henrique e Ronaldo – 36.614 pagantes no Pacaembu) precisava de um resultado que encaminhasse a decisão no Beira-Rio. Conseguiu.

* Claro que não acabou. Mas este blog acha que, se o Inter for campeão da Copa do Brasil, será nos pênaltis.

* Se eu tivesse uma empresa, contrataria Heber Roberto Lopes para administrá-la. Sobre o lance do segundo gol: o presidente da Comissão de Arbitragem, Sérgio Corrêa, disse que o árbitro não marcou falta na jogada. Mas a ESPN Brasil tem um vídeo, em que se pode ouvir o apito do juiz.

* A bola ainda não estava parada, Elias foi esperto, Heber errou. Nenhum jogador do Inter reclamou, ou foi na bola.

* Elias jogou demais. Guinãzú (é melhor ainda quando podemos vê-lo jogar, in loco) também. Felipe (pode ter feito a defesa do título, no chute de Taison cara a cara) também.



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