MAIS NOTINHAS PRÉ-RODADA (e um relato de corredor)



Boa Tarde!

Desculpe a péssima qualidade da foto, feita pelo celular, da janela do meu quarto de hotel.

Registro feito há uma hora. Não consegui resistir…

Mais algumas notinhas:

* Lembra da final do Campeonato Gaúcho? Aqueles 8 a 1 do Internacional no Caxias… pois bem, foi o último jogo (oficial) em que o Inter levou um gol. O jogo aconteceu em 19/04.

* No dia 02/05, num amistoso com o Figueirense, o time reserva do Internacional perdeu por 3 x 1. Essa informação está aqui apenas para impedir os apressados de apontar um erro de informação.

* Já o Flamengo não faz um gol há 3 jogos (desde os 3 x 0 sobre o Fortaleza, em 06/05).

* Portanto (a não ser que a vaga seja decidida nos pênaltis), para que o Flamengo se classifique, as duas sequências têm de acabar nesta noite, no Beira-Rio.

* Até treino secreto o técnico Paulo César Carpegiani fez no Vitória, para encarar o Vasco (e o impossível) logo mais. Só que no futebol, são raras as goleadas “planejadas”. Quando um time sabe que só não pode perder de 5 x 0, quase sempre não perde.

* Não que o Vitória não possa ganhar o jogo (tarefa definida como “questão de honra” para os baianos), acho até que essa é a possibilidade maior.

* Mas tem uma coisa: se Neto Baiano (artilheiro- junto com Diego Tardelli – da temporada no Brasil, com 21 gols) jogar no sacrifício, e agravar sua lesão no púbis, os problemas do Vitória serão maiores do que a eliminação da Copa do Brasil.

* Se Carlos Alberto Parreira realmente escalar Thiago Neves e Conca desde o início do jogo contra o Corinthians (possibilidade que ele cogitou ontem), qual substituição ele poderá fazer para melhorar o Fluminense?

* É por isso que Conca deve começar no banco. O “agente modificador” do Fluminense é ele.

* Ronaldo jogou duas vezes no Maracanã (Flamengo 2 x 1 Cruzeiro – Brasileiro de 1993, e Brasil 0 x 1 Argentina – Eliminatórias para a Copa de 1998) e nunca marcou um gol no estádio.

* Ronaldo (em branco nos últimos dois jogos) ainda não ficou três jogos sem marcar pelo Corinthians.

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Aos corredores aí fora:

Meu hotel fica mais ou menos no meio da praia de Ipanema.

Anteontem fui correr na orla, e fiquei de um lado para o outro, até completar a 1 hora regulamentar.

Ontem, para mudar o cenário, aceitei a sugestão de um colega carioca e fui pela ciclovia até Copacabana.

É simplesmente indescritível a visão de toda a extensão da praia, ao passar na frente do Sofitel e olhar para o Leme.

Indescritível e assustadora. Pois leva a uma pergunta obrigatória: até onde vou conseguir chegar?

Combinei comigo mesmo que correria em Copacabana até o relógio marcar 30 minutos, e faria meia-volta.

Para ter idéia da distância, fiz uma marcação levando em conta os hotéis: Othon Palace, J.W. Marriot, Copacabana Palace e (certo de que seria impossível) Meridién, e pensei: quando chegar o momento de voltar, estico até o hotel mais próximo e retorno.

Quando o relógio bateu em meia-hora, eu estava na frente do Leme Palace Hotel, depois do Meridién, quase no final da praia.

Fiz a volta e realmente me assustei: o Forte de Copacabana estava muito longe. E eu ainda tinha meia praia de Ipanema até chegar ao hotel…

Mas deu tudo certo, no tempo certo.

A grande diferença entre correr na rua, num parque, num clube ou, pior ainda, numa esteira, e correr na orla carioca, é a noção de espaço.

Enquanto nesses outros lugares, a distância percorrida é apenas um número em quilômetros, na praia você o quanto correu.

E é verdadeiramente incrível o quanto um cara que corre devagar, como eu, consegue percorrer em uma hora.

Por falar em hora, preciso ir para o Maracanã.

Voltarei com as notinhas da rodada da Copa do Brasil em algum momento entre hoje e amanhã.

Até mais tarde.



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