NOTINHAS PÓS-RODADAS (atualizado com um link radiofônico)



Pacotão das decisões estaduais.

Começando com o que já acabou. Cruzeiro, bicampeão mineiro:

* O primeiro jogo do campeonato, no qual Adílson Batista escalou o time titular do Cruzeiro (5 x 0 no Atlético: Kléber, Leonardo Silva-2 e Jonathan-2), será, provavelmente, o único.

* E mesmo com o título assegurado, resta um objetivo extra: ser campeão invicto.

* Espertíssimo toque de calcanhar de Wagner, armando o gol de Kléber Rooney.

Seguindo com o que está praticamente decidido. Corinthians (quase) campeão paulista:

* O momento que ficará na história é o segundo gol (Corinthians 3 x 1: Chicão, Ronaldo-2 e Triguinho). Mas a forma como Ronaldo dominou o chutão de Chicão para o alto (do pé direito para o esquerdo, afastando a bola de Fabão e já ajeitando para bater) é coisa de quem está vários andares acima da média.

* Sobre o segundo, de placa: se fosse Pelé com a 9 do Corinthians, o lance seria exatamente igual. Sorte de quem (como Ele) viu a olho nu.

* Em 95 jogos sob o comando de Mano Menezes, não há uma única derrota do Corinthians por 3 gols de diferença.

Nos demais campeonatos, tudo aberto:

* Não dá para qualificar o gol de empate do Flamengo (2 x 2 com o Botafogo: Juan, Juninho, Maicosuel e Willians) como gol-contra de Emerson.

* Eu marcaria o pênalti de Alessandro em Juan.

* Juan ter permanecido em campo depois do que fez com Maicosuel é ridículo. Assim como é ridículo esse “código de honra” que não permite dribles. E há uma maneira simples de resolver isso: cartão vermelho.

* Na estreia de Renê Simões, o Coritiba (4 x 2 no Atlético Paranaense) quebrou um jejum de oito anos sem vitória na Arena, e ainda pode ser bicampeão.

* Mas o título está mais perto do Atlético, que só precisa do próprio resultado (em casa) contra o Cianorte.

* O site do Atlético divulgou declarações dos jogadores do clube, falando sobre a conquista do título estadual, como se fosse fato consumado. O caso está sob “investigação interna”. E os adversários agradecem.

* O incrível aconteceu no Castelão (Fortaleza 2 x 1 Ceará: Wanderlei, Arlindo Maracanã e Guto): o árbitro Carlos Eugênio Símon marcou pênalti num lance em que simplesmente não houve disputa de bola.

* Fortaleza e Ceará estão empatados com 13 títulos cada (quando se enfrentaram na decisão). O Fortaleza joga pelo empate no domingo que vem.

* Quem está na mesma situação é o Atlético Goianiense, que venceu (2 x 1: Róbston, Jorge Henrique e Felipe) o Goiás no Serra Dourada.

* Pequena confusão dentro do gol do Atlético, após o pênalti cobrado por Felipe. Alguém poderia explicar por que isso ainda acontece (o cara vai buscar a bola, os adversários não deixam…), se há várias bolas em campo?

* Golaço de Badé na vitória da Chapecoense (3 x 1 no Avaí: Rômulo, William, Fabinho e Badé), chute de esquerda, cruzado e alto, no ângulo. O goleiro Eduardo nem se mexeu.

* Para ser campeão catarinense pela primeira vez, desde 1997, o Avaí precisa vencer (domingo, em casa) no tempo normal e empatar a prorrogação.

* O Bahia, que mandou uma bola no travessão aos 44 do segundo tempo, estava invicto há 14 jogos no Estádio de Pituaçu. Não mais (Vitória 2 x 1: Ramon-2 e Reinaldo Alagoano).

* O Vitória pode perder por 1 gol de diferença, no Barradão.

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Sugestão que chegou por e-mail, e que o blog oferece a quem se interessar.

A narração de Nílson César, da Rádio Jovem Pan, do monstruoso gol de Ronaldo na Vila.

Prepare-se.



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