O PAÍS DA FISIOTERAPIA



O departamento médico do Milan levou duas pancadinhas da Seleção Brasileira.

Primeiro, Dunga disse que “Kaká ficou cinco semanas sem jogar lá. Alguns dias em tratamento aqui, e está pronto para jogar”.

Mais tarde, Kaká confirmou que só melhorou da lesão no tornozelo esquerdo, realmente, depois que chegou ao Brasil. Ele afirmou que esse episódio fará com que ele mude de atitude, nas próximas vezes em que se machucar.

Mais um caso de um jogador brasileiro que prefere se tratar longe do clube europeu em que atua. O que diz muito sobre os fisioterapeutas que trabalham aqui e lá.

Na mesma entrevista, Kaká também disse que não sentiu dores (que limitassem seus movimentos) durante o jogo-treino contra o time júnior do Grêmio, e que está disponível para enfrentar o Peru.

Se Kaká não for titular num jogo em que a Seleção Brasileira precisa interromper a série de três empates (sem gols) em casa nas Eliminatórias, é o caso de perguntar por que ele está aqui em Porto Alegre desde sábado.

Com Kaká, volta também o debate sobre a “compatibilidade” com Ronaldinho Gaúcho. Kaká cita a Copa das Confederações de 2005, que o Brasil ganhou com os dois juntos em campo, como argumento. Diz que o ajuste entre eles não é complicado, e que está até treinado pela convivência no Milan.

Mas a questão, claro, é Ronaldinho.

Na última vez em que a Seleção jogou em Porto Alegre pelas Eliminatórias (4 x 1 no Paraguai, em 2005, no Beira-Rio), ele era o melhor jogador do mundo.



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