NOTINHAS PÓS-RODADAS



Começando pela manutenção do emprego de Celso Roth:

* Nenhum time fez jogos tão malucos até agora na Libertadores.

* O Grêmio jogou outra partida dentro da área do adversário, como tinha feito na estreia.

* Ganhou (1 x 0 no Boyacá Chicó: Souza), só que o número de gols perdidos – um deles inacreditável, com Jonas – assustou de novo.

* E é ridículo (por mais que seja comum) que um técnico tenha de ir trabalhar num jogo de futebol, sabendo que, se o time perder, ele já era.

* Na noite de Ronaldo (Corinthians 2 x 1 São Caetano: Marcelo Batatais, André Santos e Ronaldo) no Pacaembu, 78 minutos e mais um gol, dessa vez o da vitória.

* Comparando com automobilismo, Ronaldo precisa de uma palavra muito usada por pilotos: confiabilidade. Ou seja, não pode ser um jogador de “uma volta rápida”, e sim ser capaz de jogar com frequência e segurança. Mano Menezes já disse que o Corinthians pode tirá-lo de alguma das próximas rodadas, em nome de sua programação de treinamentos.

* Toda vez que um time entra em campo, propositalmente, sem sua melhor formação, o resultado deixa de ser prioridade.

* Por isso o empate do Palmeiras em Itu (1 x 1: Alex Afonso e Lenny) não deve ser visto como “dois pontos perdidos”. O Palmeiras estará entre os semifinalistas do Campeonato Paulista.

* Carlos Alberto Parreira disse que não conseguiu dormir na véspera de sua estreia pelo Fluminense, o que provavelmente teve mais a ver com sua relação com o clube.

* Depois da vitória (2 x 1 no Volta Redonda: Thiago Neves, Júnior Baiano e Conca), declarou que o “stress do jogo é uma coisa fantástica”. O futebol faz falta.

* Gols valiosos para Josiel e Juan na vitória do Flamengo (4 x 2: os outros foram de Léo Moura-2 e Edivaldo-2) sobre o Duque de Caxias. Os dois “J’s” rubronegros aliviaram um pouco a pressão.

* O goleiro Bruno, que ofendeu Andrade na terça-feira, dedicou a vitória ao auxiliar-técnico. Depois, os dois saíram do vestiário abraçados, cantando “Entre Tapas e Beijos” (ok, isso não aconteceu).



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