VI POUCO, ZAMBROTTA NÃO VIU NADA



Vi poucos minutos do primeiro tempo de Brasil x Itália. Mas os melhores, no intervalo, sentado num bar ao lado da livraria.

Um gol de Grosso (que bola de Pirlo…) que não deveria ter sido anulado.

Elano, com um gol e um chutaço que merecia outro.

E – como definir? – um gol espetacular de Robinho, esculachando Zambrotta com dribles de rua.

A gente vê um cara como Robinho fazer essas coisas, e sorri (eu, na verdade, rio muito). Os europeus, por mais acostumados que estejam, ficam com aquela expressão de “como é possível?”.

Viu a cara do Buffon?

Quem fez a bobagem no lance foi Pirlo, claro. Mas ele, pelo menos, sabe descrever o que aconteceu.

É como o sujeito que deixa a carteira em cima do balcão do bar e atende o celular. Dois segundos de desatenção, e só dá para ver o moleque correndo.

Já Zambrotta, coitado, ainda não percebeu que sua carteira não está no bolso.

Agora há pouco vi o que o segundo tempo teve de mais interessante: uma defesa, no reflexo, de Júlio César, impedindo um gol de Luca Toni.

Minha impressão é que o jogo foi melhor do que se imaginava, e a atuação da Seleção, melhor ainda.

Já reparou como, mesmo sem treino, o Brasil joga mais quando o adversário é realmente um adversário?



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