MALDITOS PÊNALTIS



O futebol é mesmo cruel.

Alguém tem dúvida de que, se o Fluminense tivesse conquistado a Libertadores naquela noite de 02 de julho no Maracanã, tudo teria sido diferente?

Tudo.

A campanha no BR-08 teria habitado o lado oposto da tabela, pois time para tanto não faltaria.

Condições psicológicas, também não.

E neste momento, em vez de assistir ao êxodo dos melhores jogadores do clube, o torcedor tricolor estaria assistindo ao Mundial de Clubes, já se animando para a final contra o Manchester United.

Mesmo que voltasse do Japão sem o título, o planejamento para o ano que vem seria bem mais animador: nenhum jogador sairia das Laranjeiras seduzido pela chance de jogar a Libertadores em outro clube.

Claro que não seria possível segurar Thiago Silva. Mas dá para apostar que Washington (negócio fechado), Arouca (encaminhado) e Júnior César (conversando) não se transformariam em reforços de um rival doméstico.

Por ironia, o mesmo rival que o Fluminense eliminou da Libertadores.

Também dá para apostar (com menos chance de ganhar, é verdade) que o presidente Roberto Horcades estaria mais ocupado e, portanto, com menos tempo para declarações preconceituosas.

Que diferença faz uma disputa de pênaltis…

ATUALIZAÇÃO, 17h44 – Júnior César assinou com o São Paulo. Contrato de quatro anos.



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